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  • 10 dicas de leitura para desenvolver pensamento crítico

    10 dicas de leitura para desenvolver pensamento crítico

    O pensamento crítico é uma habilidade essencial para quem deseja analisar informações de forma lógica e tomar decisões mais conscientes.

    Uma das maneiras mais eficazes de estimulá-lo é por meio da leitura, que amplia horizontes, apresenta novas perspectivas e provoca reflexões profundas.

    Seja em livros de filosofia, romances clássicos ou obras contemporâneas, cada leitura oferece a oportunidade de questionar, interpretar e relacionar ideias. Saiba mais neste artigo do Colégio Premere.

    10 dicas de leitura para desenvolver pensamento crítico

    Quando usada de forma estratégica, a leitura se torna um treino diário para desenvolver o pensamento crítico. A seguir, veja dez dicas práticas que podem transformar a forma como você lê e interpreta o mundo.

    1. Leia diferentes gêneros literários

    Não se limite a um tipo de leitura. Explore desde literatura clássica até artigos científicos, passando por biografias e ensaios. Essa variedade ajuda a conhecer diferentes estilos e pontos de vista.

    Ao ampliar suas fontes, você expande seu repertório cultural e passa a enxergar os mesmos assuntos sob ângulos diversos, o que fortalece o pensamento crítico.

    2. Questione o que lê

    Ao terminar um texto ou capítulo, pergunte-se: “Concordo com isso? Por quê?”. Essa prática ajuda a não consumir informações de forma passiva, mas a desenvolver uma análise própria. Esse hábito de questionamento faz com que você vá além da superfície das palavras e exercite o raciocínio lógico.

    3. Anote reflexões

    Tenha sempre um caderno ou aplicativo para registrar ideias e questionamentos que surgem durante a leitura. Escrever ajuda a organizar pensamentos e a conectar conceitos. Com o tempo, essas anotações se tornam uma fonte valiosa de aprendizado e reflexão crítica.

    4. Compare diferentes autores

    Ler obras de autores com opiniões divergentes sobre o mesmo tema é uma excelente forma de desenvolver o pensamento crítico. Essa comparação estimula a habilidade de pesar argumentos e identificar pontos fortes e fracos em cada visão.

    O confronto de ideias abre espaço para que você forme sua própria conclusão, fundamentada em múltiplas perspectivas.

    5. Explore livros de filosofia

    A filosofia é uma das áreas mais indicadas para exercitar a análise crítica. Autores como Sócrates, Aristóteles, Kant ou até pensadores modernos convidam o leitor a refletir sobre a vida, a ética e o conhecimento. Essas obras exigem interpretação cuidadosa e promovem debates internos, fundamentais para quem deseja expandir sua capacidade crítica.

    6. Leia notícias de fontes variadas

    No mundo atual, em que há excesso de informação, é importante buscar fontes jornalísticas diferentes para formar uma visão equilibrada dos fatos. Essa prática ajuda a identificar vieses e a perceber como a forma de narrar pode influenciar a interpretação da realidade.

    7. Participe de clubes de leitura

    Debater livros com outras pessoas é um exercício valioso de pensamento crítico. Durante as conversas, você é exposto a opiniões diversas e precisa argumentar e refletir sobre suas próprias conclusões. Essa troca coletiva amplia horizontes e fortalece a capacidade de dialogar com respeito e lógica.

    8. Leia devagar e com atenção

    Mais importante do que ler muito é ler com qualidade. Reserve tempo para compreender cada argumento, analisar exemplos e refletir sobre as ideias apresentadas. A leitura atenta estimula a paciência e a profundidade, essenciais para desenvolver uma análise crítica consistente.

    9. Relacione a leitura com sua vida

    Ao ler, procure fazer conexões com experiências pessoais ou situações do cotidiano. Esse exercício torna o aprendizado mais concreto e relevante. Quando conseguimos aplicar conceitos teóricos em realidades práticas, o pensamento crítico se fortalece naturalmente.

    10. Releia obras importantes

    Alguns livros merecem ser revisitados, pois em diferentes momentos da vida eles podem trazer novas interpretações. A releitura aprofunda a compreensão e permite reflexões mais maduras. Essa prática mostra como nosso olhar muda com o tempo e como o pensamento crítico evolui junto com nossas experiências.

    Leia também: Como melhorar a concentração com 10 exercícios.

    Quais livros podem me ajudar a desenvolver o pensamento crítico?

    Entre os livros que ajudam a desenvolver o pensamento crítico estão “A Arte de Pensar Claramente” (Rolf Dobelli), que aborda erros comuns de raciocínio, e “O Mundo de Sofia” (Jostein Gaarder), uma introdução acessível à filosofia. Obras clássicas como “1984” (George Orwell) e “Admirável Mundo Novo” (Aldous Huxley) também estimulam reflexões profundas sobre sociedade e poder.

    Além disso, livros de não-ficção, como “Sapiens: Uma Breve História da Humanidade” (Yuval Noah Harari), expandem a visão histórica e social, favorecendo análises críticas sobre a evolução da humanidade. Cada leitura contribui de forma única para ampliar a visão de mundo.

    Como a leitura desenvolve o pensamento crítico?

    A leitura desenvolve o pensamento crítico ao expor o leitor a diferentes pontos de vista e exigir interpretação ativa. Quando você lê, não apenas absorve informações, mas também questiona, compara e reflete sobre elas.

    Esse processo amplia a capacidade de análise, fortalece o raciocínio lógico e incentiva a construção de argumentos sólidos. A leitura, portanto, é uma ferramenta essencial para formar indivíduos mais conscientes e preparados para lidar com a complexidade do mundo atual.

    Leia a seguir: 10 cursos mais concorridos do Brasil e do Paraná.

    Como posso desenvolver pensamento crítico?

    O pensamento crítico pode ser desenvolvido com hábitos simples, como ler regularmente, questionar informações e buscar compreender argumentos opostos. Além da leitura, debates saudáveis e a prática de escrever reflexões ajudam a exercitar essa habilidade.

    Outro ponto importante é manter a mente aberta. O pensamento crítico não significa apenas criticar, mas também estar disposto a ouvir, considerar novas ideias e ajustar convicções quando necessário.

    Quais são 4 exemplos de senso crítico?

    1. Analisar notícias antes de compartilhar, verificando se a fonte é confiável.
    2. Comparar argumentos políticos, identificando interesses e vieses em cada discurso.
    3. Refletir sobre hábitos pessoais, questionando se eles realmente contribuem para seus objetivos de vida.
    4. Debater ideias de forma respeitosa, apresentando razões lógicas em vez de apenas opiniões.

    Esses exemplos mostram como o senso crítico está presente no cotidiano e pode ser exercitado em situações simples.

    Conheça o Colégio Premere em Maringá-PR

    O desenvolvimento do pensamento crítico é fundamental durante a formação escolar, pois contribui para que os alunos se tornem cidadãos mais preparados para os desafios da vida.

    O Colégio Premere em Maringá-PR valoriza esse processo, oferecendo uma educação de qualidade que incentiva a reflexão, a autonomia e a criatividade.

    Se você busca uma instituição comprometida com o futuro dos estudantes, conheça o Colégio Premere. Aqui, cada aluno é estimulado a pensar de forma crítica e a construir seu próprio caminho com segurança e confiança.

  • Tipos de inteligência: quais são e como trabalhá-las

    Tipos de inteligência: quais são e como trabalhá-las

    Você já parou para pensar que ser inteligente vai muito além de tirar boas notas? A teoria das inteligências múltiplas mostra que cada pessoa pode desenvolver habilidades diferentes, de acordo com seus talentos e interesses.

    Entender quais são os tipos de inteligência ajuda a usar o que você tem de melhor na escola, no trabalho e na vida. Vamos descobrir como isso funciona na prática? Continue a leitura deste post do Colégio Premere.

    O que é inteligência?

    Inteligência é a capacidade de aprender, compreender, adaptar-se e resolver problemas. Por muito tempo, acreditou-se que existia apenas um tipo de inteligência, medido pelo famoso “QI”. Mas, segundo o psicólogo Howard Gardner, cada pessoa pode ter várias inteligências, que se manifestam de formas diferentes.

    Esse conceito amplia nossa visão de aprendizado e desenvolvimento. Assim, quem tem mais facilidade com esportes, música ou relacionamentos, por exemplo, também é inteligente, só precisa aprender a explorar isso. É como descobrir novos superpoderes para usar no dia a dia.

    Leia também: Inteligência Artificial na Educação: entenda a relação.

    Quais são os 12 tipos de inteligência?

    A ideia de inteligências múltiplas foi expandida para 12 tipos, cada uma com características próprias. Conheça cada uma delas:

    1. Inteligência Lógico-Matemática

    É a habilidade de lidar com números, cálculos, lógica e raciocínio abstrato. Pessoas com essa inteligência gostam de resolver problemas, fazer contas e identificar padrões.

    Para trabalhar essa inteligência, vale investir em jogos de lógica, problemas de matemática e desafios que exijam pensamento crítico. Essa é uma das mais valorizadas no ambiente escolar e em carreiras de exatas.

    2. Inteligência Linguística

    Quem tem inteligência linguística se comunica bem por meio da fala ou da escrita. É aquela pessoa que tem facilidade em aprender idiomas, como o bilinguismo, escrever textos ou contar histórias.

    Ler livros, escrever redações, participar de debates e ampliar o vocabulário são ótimas formas de desenvolver essa habilidade. É uma inteligência essencial para todas as áreas, pois saber se expressar faz diferença em qualquer profissão.

    3. Inteligência Espacial

    Relaciona-se à capacidade de visualizar, criar e manipular imagens mentalmente. Arquitetos, designers, artistas e engenheiros costumam ter essa inteligência mais aguçada.

    Para exercitar, é interessante desenhar, montar quebra-cabeças, brincar com mapas ou criar maquetes. Essa habilidade também ajuda na interpretação de gráficos e dados visuais.

    4. Inteligência Musical

    É a sensibilidade para sons, ritmos, tons e melodias. Pessoas com inteligência musical aprendem com facilidade a tocar instrumentos, cantar ou compor músicas.

    Para desenvolver, vale ouvir diferentes estilos musicais, aprender a tocar um instrumento ou praticar canto. Além de prazerosa, essa inteligência contribui para melhorar a concentração e a memória.

    5. Inteligência Corporal-Cinestésica

    Relaciona-se à coordenação motora e ao controle do corpo. Atletas, dançarinos, cirurgiões e artesãos geralmente têm essa inteligência bem desenvolvida.

    Praticar esportes, dança, teatro ou atividades manuais estimula o corpo e a mente. Essa inteligência mostra como o movimento também faz parte do aprendizado.

    6. Inteligência Interpessoal

    É a capacidade de entender e interagir com outras pessoas. Bons líderes, professores e profissionais que trabalham em equipe costumam ter essa habilidade.

    Para fortalecer, vale participar de projetos em grupo, praticar a empatia e ouvir mais as pessoas. Quanto mais você se conhece, mais fácil é se relacionar bem.

    7. Inteligência Intrapessoal

    Diz respeito ao autoconhecimento, à capacidade de entender suas próprias emoções, motivações e objetivos. Pessoas com essa inteligência são mais autônomas e reflexivas.

    Diários, sessões de terapia, meditação e momentos de reflexão ajudam a ampliar essa habilidade. Conhecer-se bem é essencial para tomar decisões mais assertivas.

    8. Inteligência Naturalista

    É a habilidade de identificar, classificar e entender elementos da natureza, como plantas, animais e fenômenos naturais. Fazer trilhas, cuidar de um jardim, estudar biologia ou ecologia são formas práticas de explorar essa inteligência. Ela ajuda a desenvolver consciência ambiental e senso de preservação.

    9. Inteligência Existencial

    Relaciona-se à capacidade de refletir sobre grandes questões da vida, como propósito, espiritualidade e sentido da existência. Filósofos, líderes religiosos e estudiosos de ética têm essa inteligência em destaque.

    Para expandir, é interessante ler textos filosóficos, participar de debates e manter um olhar curioso para diferentes culturas e crenças.

    10. Inteligência Emocional

    É a habilidade de reconhecer, entender e lidar com as próprias emoções e as dos outros. Pessoas emocionalmente inteligentes são mais resilientes e equilibradas.

    Praticar a escuta ativa, aprender a lidar com conflitos e trabalhar o autocontrole são estratégias importantes. Essa inteligência é essencial para o bem-estar.

    11. Inteligência Criativa

    A criatividade é a capacidade de inovar, imaginar e produzir novas ideias. Artistas, inventores e empreendedores exploram muito essa habilidade. Para desenvolvê-la, busque novas experiências, fuja da rotina e não tenha medo de errar. Quanto mais estímulos diferentes, mais ideias surgem.

    12. Inteligência Colaborativa

    É a facilidade de trabalhar em equipe, contribuir com soluções e construir junto. Essa inteligência está cada vez mais valorizada no mercado de trabalho. Para exercitar, participe de atividades em grupo, seja proativo e respeite diferentes pontos de vista. Ninguém faz nada sozinho, por isso, saber colaborar é um diferencial.

    Como desenvolver os tipos de inteligência?

    Cada tipo de inteligência pode ser desenvolvido com prática, curiosidade e disposição para aprender. O segredo é identificar suas maiores habilidades e buscar atividades que desafiem suas áreas menos exploradas.

    Ler livros, fazer cursos, resolver problemas práticos, praticar esportes ou atividades artísticas são algumas formas de estimular diferentes inteligências. O importante é criar um ambiente rico em experiências.

    Além disso, o apoio de professores, colegas e familiares faz toda a diferença. Aprender em grupo, trocar ideias e receber feedbacks ajuda a crescer em todos os aspectos.

    O que é ter inteligência interpessoal?

    Ter inteligência interpessoal significa entender as emoções, motivações e necessidades de outras pessoas. É saber se comunicar bem, ouvir com atenção e criar conexões genuínas.

    Pessoas com essa habilidade costumam ter empatia, liderança e facilidade em resolver conflitos. Essa inteligência é essencial em trabalhos em equipe e na convivência do dia a dia.

    Como melhorar as inteligências para o vestibular?

    Para se sair bem no vestibular, é importante trabalhar várias inteligências ao mesmo tempo. A lógico-matemática e a linguística são fundamentais para resolver questões e escrever boas redações.

    A inteligência intrapessoal ajuda a manter o equilíbrio emocional, enquanto a interpessoal colabora nos estudos em grupo. Já a criatividade pode ser útil para encontrar soluções diferentes para problemas complexos.

    Criar uma rotina de estudos, cuidar da saúde mental e explorar técnicas de memorização são estratégias práticas. Assim, você aproveita o que tem de melhor para alcançar seus objetivos em qualquer tipo de vestibular.

    Seja Premere

    No Colégio Premere, acreditamos que cada aluno é único e pode desenvolver todo o seu potencial. Aqui, estimulamos todos os tipos de inteligência, com atividades que valorizam a criatividade, o trabalho em equipe e o autoconhecimento.

    Nossa proposta é preparar você não só para o vestibular, mas para a vida. Acreditamos em uma educação completa, que respeita seu ritmo e incentiva suas conquistas.

    Venha fazer parte dessa jornada! Entre em contato e faça sua matrícula hoje mesmo. Na Premere, você descobre o que tem de melhor e vai além!

  • História da chegada da astronomia europeia no Brasil até o final do SÉC XIX

    História da chegada da astronomia europeia no Brasil até o final do SÉC XIX

    Por: Clara Albertini Coutinho dos Santos, Lívia Valentina Baesso Tozzo, Sara Bezerra de Araújo Pascoalotto, Claudio Ichiba

    Este artigo discute a chegada da astronomia europeia ao Brasil e o seu impacto na navegação durante os períodos de descobrimento e de colonização. O trabalho objetivou compreender o papel da astronomia na navegação marítima dos europeus na chegada ao Brasil e sua participação no período colonial até a chegada da família real portuguesa no século XIX. Para tanto, desenvolveu-se uma pesquisa bibliográfica, que abrange e explora obras de viajantes, de etnógrafos e de pesquisadores que documentaram as práticas astronômicas indígenas e o uso de instrumentos astronômicos por navegadores europeus. A abordagem utilizada é qualitativa do tipo descritiva. Os resultados revelam que os povos indígenas já possuíam um profundo conhecimento astronômico antes da chegada dos portugueses, utilizando-o para agricultura, para navegação e para rituais. Os navegadores europeus, por sua vez, empregavam instrumentos como o astrolábio e o quadrante para calcular latitude e longitude, a fim de melhorar a precisão da navegação. A criação do Observatório Nacional em 1827 foi um marco importante para a evolução da astronomia no Brasil, pois permitiu o desenvolvimento de estudos mais precisos e aprimoramento das técnicas de navegação. Assim, pode-se inferir sobre a importância da astronomia para a colonização do Brasil e a sua evolução ao longo dos séculos, impulsionada pela criação de instituições astronômicas e pela formação de astrônomos brasileiros.

    Palavras-chave: astronomia; navegação; colonização.

  • Alunos Premere apresentam trabalhos no VIII Simpósio Paranaense de Ensino de Física e Astronomia – Grupo Premere

    Alunos Premere apresentam trabalhos no VIII Simpósio Paranaense de Ensino de Física e Astronomia – Grupo Premere

    Entre os dias 19, 20 e 21 de outubro de 2023, a UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná – campus Campo Mourão) organizou o VIII Simpósio Paranaense de Ensino de Física e Astronomia, favorecendo a troca de ideias e debates entre pesquisadores, professores e alunos.

    À frente da disciplina de Iniciação Científica, o prof. Cláudio Ichiba acompanhou e orientou todo o percurso dos nossos estudantes por meio da aplicação de diversos processos metodológicos de investigação e pesquisa para que pudessem apresentar seus trabalhos.

    Grupo de pessoas em pé lado a lado Descrição gerada automaticamente

    Os benefícios da Iniciação Científica ainda no Ensino Médio são inúmeros, uma vez que a disciplina ajuda a promover a curiosidade, a criatividade, a persistência e a autonomia, contribuindo para uma compreensão profunda sobre a construção do conhecimento. Ou seja, a teoria ganha vida por meio da aplicação dos saberes em projetos práticos e experimentos que dialogam com interesses pessoais, tendo um peso significativo no protagonismo juvenil junto à própria aprendizagem.

    Pessoa em pé segurando placa Descrição gerada automaticamente com confiança média

    Grupo de pessoas em pé posando para foto Descrição gerada automaticamente

    Mulher em pé posando para foto Descrição gerada automaticamente com confiança baixa

    Por meio da investigação e pesquisa, o aluno desenvolve um arcabouço de competências que serão extremamente enriquecedoras para sua vida acadêmica e profissional, como a análise crítica, o pensamento lógico, a capacidade de síntese, a comunicação, a resolução de problemas e a proatividade na construção do próprio conhecimento.

    Uma imagem contendo cozinha, em pé, grupo, pessoas Descrição gerada automaticamente

    Pessoas olhando para a câmera Descrição gerada automaticamente com confiança média

    A Iniciação Científica fortalece e amplia a experiência educacional, além de semear a formação de futuros cientistas e pensadores críticos que podem fazer a diferença no mundo. Por tudo isso, fomentar o interesse de jovens pela ciência é uma atitude Premere.

  • Cosmologia Grega: uma exploração dos conceitos antigos do universo – Grupo Premere

    Cosmologia Grega: uma exploração dos conceitos antigos do universo – Grupo Premere

    Por: Maria Helena Silva Watanabe, Sofia Campos Silva, Victor Hugo Da Silva Dos Santos, Claudio Ichiba

    RESUMO

    A cosmologia grega é o estudo das concepções e teorias sobre a origem, estrutura e natureza do universo que foram desenvolvidas na Grécia Antiga. Este trabalho visa mostrar a sua relevância como fator histórico, filosófico, científico, paradigmático, cultural e sistemático. A partir dos filósofos pré-socráticos a análise do pensamento cosmológico segue até Ptolomeu, cuja obra influenciou os séculos seguintes desde o período final da Antiguidade até o Renascimento. A pesquisa foi desenvolvida a partir da escolha dos personagens históricos relevantes nas concepções cosmológicas, na análise crítica e síntese de fontes bibliográficas relevantes para a construção de um embasamento teórico sólido. Com base nas obras de referência, examinamos as concepções gregas do universo, suas origens e natureza. Ao revisitar as ideias desses pensadores, buscamos destacar suas características, problemas e soluções. Tais soluções trazem à luz a forma como a ciência evolui e se apresenta. Isso é importante, pois isso possibilita uma clareza de como ocorre o desenvolvimento científico. Por fim, este trabalho resulta no resgate da importância de apresentar o conhecimento cosmológico como um processo histórico.

    Palavras-chave: Cosmologia Grega; Pré-socráticos; Ptolomeu.

  • O Ensino por Disparadores e Resolução de Problemas: Os Benefícios para a Formação do Estudante do Ensino Médio

    O Ensino por Disparadores e Resolução de Problemas: Os Benefícios para a Formação do Estudante do Ensino Médio

    RESUMO

    A metodologia pedagógica é a sistematização de um percurso para alcançar um objetivo, ou seja, ela estabelece como serão encaminhadas as ações para que o processo de construção do conhecimento se efetive. Quando pautada na resolução de problemas, os estudantes aprendem, desde cedo, a procurar soluções e traçar estratégias, aprendem ainda que momentos de indecisão e desafios exigirão escolhas conscientes, com criticidade e responsabilidade. As instituições que incluem a resolução de problemas em sua proposta pedagógica contribuem com o aprimoramento dessas habilidades, preocupando-se, além do conteúdo, com a promoção e o desenvolvimento da autonomia e independência, intimamente ligadas à capacidade de fazer boas escolhas e agir de forma ética e cidadã. Este trabalho se propõe a explicar, contextualizar e exemplificar o que é a metodologia com base em resolução de problemas, quais os benefícios que ela traz e como essa abordagem pode ser potencializada por meio de disparadores pedagógicos, estando intrinsecamente vinculada com a proposta do Novo Ensino Médio no desenvolvimento de competências e habilidades para o mundo contemporâneo. Ao professor cabe o papel de problematizador e mediador que, por meio de um disparador, lança uma situação problema, a partir da qual se faz um levantamento prévio dos saberes já estruturados pelos estudantes, possibilitando a condução para uma ampliação de perspectivas. Ao contrário do modelo tradicional de ensino, que exclui a interatividade e participação e prioriza a cópia, a memorização e reprodução de tarefas, a resolução de problemas abre espaço para que os estudantes pensem e julguem por si mesmos, desenvolvendo o pensamento, a autonomia e a criatividade. Dessa forma, se fortalece a possibilidade de formação de protagonistas não só no próprio processo de aprendizagem, mas também na atuação da vida em sociedade.

    Palavras-chave: Metodologia. Ensino Médio. Resolução de Problemas.

    https://www.editorarealize.com.br/artigo/visualizar/91135