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  • Iniciação científica: por que começar no Ensino Médio

    Iniciação científica: por que começar no Ensino Médio

    Muito mais do que escrever um artigo, a experiência de uma ex-aluna da Premere mostra como a iniciação científica desenvolve autonomia, pensamento crítico e prepara os estudantes para a universidade e para a vida.

    Quando pensamos em iniciação científica, normalmente imaginamos estudantes universitários, laboratórios de pesquisa ou pessoas dedicadas à carreira acadêmica.

    Mas e se essa experiência começasse ainda no Ensino Médio?

    À primeira vista, produzir um artigo científico pode parecer um desafio excessivo para um adolescente. Afinal, envolve pesquisa, leitura de referências, organização de ideias, normas acadêmicas e apresentação de resultados. Para muitos, isso parece algo distante da realidade escolar.

    No entanto, a experiência mostra exatamente o contrário.

    Quando um estudante aprende a pesquisar ainda durante o Ensino Médio, ele desenvolve competências que vão muito além da ciência. Aprende a questionar, analisar informações, comunicar ideias, resolver problemas e construir conhecimento de forma autônoma.

    Foi exatamente isso que aconteceu com a Lívia, ex-aluna do Colégio Premere.

    Hoje universitária da UEM, ela costuma dizer que o maior aprendizado daquela experiência não foi o artigo em si.

    Foi descobrir uma maneira completamente diferente de aprender.

    “Eu achei que pesquisa era encontrar respostas. Descobri que era aprender a fazer perguntas.”

    Quando perguntamos à Lívia o que mais a surpreendeu durante o desenvolvimento do seu artigo científico, ela não falou sobre normas da ABNT, referências bibliográficas ou metodologia.

    A resposta foi muito mais profunda.

    “O que mais me surpreendeu foi perceber que escrever um artigo vai muito além de encontrar respostas. É aprender a fazer boas perguntas.”

    Essa percepção marcou o início de uma mudança importante na forma como ela passou a enxergar o conhecimento.

    Até então, como acontece com muitos estudantes, aprender significava assistir às aulas, estudar os conteúdos e responder às atividades propostas.

    A pesquisa científica apresentou uma lógica diferente.

    Em vez de receber respostas prontas, ela precisou construir o próprio caminho.

    • Primeiro veio a definição da pergunta científica.
    • Depois, a busca por fontes confiáveis.
    • A leitura de diferentes materiais.
    • A organização das informações.
    • A escrita do artigo.
    • A revisão das referências.

    Cada etapa exigia muito mais do que simplesmente estudar um conteúdo para uma avaliação.

    Exigia curiosidade, organização e disposição para investigar.

    Segundo ela, foi justamente nesse momento que percebeu uma transformação importante.

    “O mais marcante foi deixar de ser apenas alguém que recebe o conteúdo e passar a investigar, analisar e construir conhecimento por conta própria.”

    Essa talvez seja uma das maiores contribuições da iniciação científica no Ensino Médio.

    O estudante deixa de ocupar um papel passivo e passa a participar ativamente da construção do conhecimento.

    Mais do que decorar informações, aprende a compreender de onde elas vêm, como são produzidas e por que podem, ou não ser consideradas confiáveis.

    Quando pesquisar deixa de ser “procurar no Google”

    Outra descoberta importante para a Lívia foi entender que pesquisar não significa apenas encontrar informações rapidamente.

    Na verdade, esse foi um dos aprendizados que mais levará para a vida.

    “Eu aprendi que pesquisar não é apenas procurar informações. É questionar, comparar fontes e buscar respostas de forma crítica.”

    Essa frase resume uma competência que se tornou indispensável em um mundo onde somos expostos, diariamente, a milhares de informações.

    Durante o desenvolvimento do artigo científico, ela percebeu que nem toda fonte possui a mesma credibilidade.

    Foi preciso aprender a selecionar materiais confiáveis, comparar diferentes perspectivas e fundamentar cada argumento com evidências.

    Mais do que escrever um trabalho escolar, ela aprendeu a construir uma linha de raciocínio baseada em fatos.

    Esse processo também despertou uma curiosidade que continuou presente mesmo após a conclusão do projeto. Quanto mais pesquisava, mais perguntas surgiam e quanto mais perguntas fazia, mais aprendia.

    É justamente essa lógica que caracteriza a pesquisa científica. A ciência não nasce das respostas, ela nasce da curiosidade.

    Muito além do conteúdo: as competências que a pesquisa desenvolveu

    Ao olhar para trás, a Lívia percebe que o maior resultado da iniciação científica não foi apenas o artigo publicado.

    Foi a pessoa que ela se tornou durante esse processo.

    Segundo ela, várias competências foram desenvolvidas naturalmente ao longo da pesquisa.

    • A curiosidade aumentou porque cada resposta levava a novas perguntas.
    • A criatividade apareceu na organização das ideias e na construção do texto científico.
    • A escrita evoluiu conforme aprendeu a comunicar informações de maneira clara, objetiva e fundamentada.
    • Além disso, ela passou a compreender artigos científicos com muito mais facilidade, textos que antes pareciam complexos e distantes da realidade de um estudante do Ensino Médio.

    No entanto, o maior aprendizado foi perceber que aprender depende, principalmente, da postura do próprio aluno.

    “Todo esse processo me trouxe mais autonomia e responsabilidade, porque percebi que eu era a principal responsável por construir o meu próprio conhecimento.”

    Essa mudança de mentalidade acompanha o estudante muito além da escola.

    Ela influencia a maneira de estudar, de resolver problemas, de tomar decisões e até de enfrentar os desafios da universidade e da vida profissional.

    Da escola para a universidade: quando a diferença aparece na prática

    Muitas vezes, os resultados da iniciação científica não são percebidos imediatamente.

    Enquanto o estudante está desenvolvendo seu artigo, pode parecer que o maior desafio é aprender a escrever um texto acadêmico ou seguir normas específicas. No entanto, os verdadeiros impactos costumam aparecer alguns anos depois, quando ele ingressa na universidade.

    Foi exatamente isso que aconteceu com a Lívia.

    Ao iniciar a graduação, ela percebeu que muitas atividades que eram novidade para seus colegas já faziam parte da sua rotina desde o Ensino Médio.

    Pesquisar em bases científicas, elaborar uma pergunta de pesquisa, estruturar um artigo acadêmico, organizar referências bibliográficas e apresentar trabalhos eram experiências que ela já havia vivenciado.

    “Cheguei à faculdade já sabendo escrever referências corretamente, entendendo a estrutura de um artigo científico, como elaborar uma pergunta científica e até com o meu currículo Lattes preenchido com experiências importantes que a escola me proporcionou.”

    Enquanto muitos estudantes ainda estavam descobrindo como funciona a produção científica, ela já compreendia a lógica da pesquisa e se sentia mais segura para enfrentar os desafios acadêmicos.

    Essa preparação antecipada fez diferença desde os primeiros meses da graduação.

    “Muitas atividades que eram novidade para meus colegas já faziam parte da minha realidade, como pesquisar em artigos científicos, escrever textos acadêmicos e apresentar trabalhos.”

    Segundo ela, isso reduziu a insegurança natural do início da vida universitária e permitiu que aproveitasse melhor as oportunidades que surgiram.

    Mais do que acompanhar as disciplinas, ela já possuía repertório para participar de projetos de pesquisa e compreender como o conhecimento científico é produzido.

    Mais confiança para enfrentar novos desafios

    Um dos aspectos mais interessantes da iniciação científica é que ela não prepara apenas para escrever artigos.

    Ela prepara para lidar com desafios desconhecidos.

    Durante a universidade, a Lívia percebeu que aquela experiência no Ensino Médio havia desenvolvido algo muito maior do que habilidades técnicas.

    Ela havia aprendido a confiar na própria capacidade de aprender.

    “Essa experiência me ensinou, principalmente, que eu sou capaz de construir o meu próprio conhecimento.”

    Essa percepção mudou completamente sua relação com os estudos.

    Em vez de esperar respostas prontas, passou a buscar informações confiáveis, investigar diferentes possibilidades e desenvolver suas próprias conclusões.

    Ela também descobriu que conhecimento não é algo que se recebe passivamente.

    É algo que se constrói.

    “Entendi que o conhecimento é algo que ninguém pode tirar de nós.”

    Essa mudança de mentalidade acompanha o estudante durante toda a vida acadêmica e profissional.

    Quem aprende a pesquisar também aprende a continuar aprendendo.

    E essa talvez seja uma das competências mais importantes em um mundo que muda constantemente.

    Aprender a comunicar ideias também faz parte da pesquisa

    Produzir um artigo científico não significa apenas escrever bem.

    Também significa saber apresentar ideias de forma clara.

    Ao concluir seu projeto, Lívia participou da apresentação do banner científico, um momento em que precisou explicar sua pesquisa para diferentes pessoas.

    Foi nesse momento que percebeu outra habilidade sendo desenvolvida.

    “Precisei pensar em como explicar o tema de forma clara, para que qualquer pessoa pudesse entender.”

    Essa experiência fortaleceu sua comunicação e mostrou que dominar um assunto não basta.

    É preciso saber torná-lo acessível para diferentes públicos. Essa competência é valorizada em praticamente todas as profissões.

    Seja em uma reunião de trabalho, em uma apresentação acadêmica ou na defesa de um projeto, comunicar boas ideias faz parte da formação de qualquer profissional.

    Quando o aluno percebe que também pode produzir conhecimento

    Talvez o trecho mais inspirador da conversa com a Lívia seja quando ela fala sobre como passou a enxergar o próprio papel na construção do conhecimento.

    Antes da iniciação científica, ela via a ciência como algo produzido por pesquisadores distantes da sua realidade.

    Depois da experiência, essa percepção mudou completamente.

    “Hoje sei que sou capaz de estudar de forma mais autônoma, resolver problemas por meio da pesquisa e contribuir para a produção de conhecimento.”

    Essa fala revela uma mudança profunda.

    Ela deixou de enxergar a ciência como algo reservado apenas aos especialistas e passou a compreender que também poderia investigar problemas, produzir conhecimento e gerar contribuições relevantes para a sociedade.

    Segundo ela, esse foi um dos maiores legados da experiência.

    “Mais do que aprender um conteúdo, aprendi que também posso fazer ciência e gerar conhecimento que possa contribuir para a sociedade. E isso é o que mais me motiva hoje em dia.”

    Quando um estudante percebe que é capaz de investigar, criar e propor soluções, ele deixa de estudar apenas para responder provas.

    Passa a estudar para compreender o mundo e transformá-lo.

    Essa é, talvez, a essência da iniciação científica.

    Por que desenvolver iniciação científica ainda no Ensino Médio?

    É comum que pais e estudantes pensem que a pesquisa científica só será útil para quem pretende seguir carreira acadêmica. No entanto, essa é uma visão limitada do papel da iniciação científica na formação dos jovens.

    Independentemente da profissão escolhida, vivemos em uma sociedade em que somos constantemente expostos a informações, opiniões e dados. Saber analisar criticamente essas informações, distinguir fontes confiáveis e construir argumentos sólidos tornou-se uma competência essencial para qualquer área do conhecimento.

    É justamente isso que a iniciação científica proporciona.

    Mais do que ensinar um método de pesquisa, ela desenvolve habilidades que acompanham o estudante em diferentes contextos da vida.

    Desenvolve pensamento crítico

    Em um mundo onde informações circulam em grande velocidade, aprender a questionar tornou-se tão importante quanto aprender a responder.

    Durante a elaboração de um artigo científico, o estudante percebe que nem toda informação encontrada na internet possui a mesma credibilidade. Ele aprende a comparar diferentes fontes, verificar evidências, identificar inconsistências e construir conclusões fundamentadas.

    Esse processo fortalece o pensamento crítico e reduz a tendência de aceitar informações apenas porque foram amplamente compartilhadas.

    Mais do que decorar conteúdos, o aluno aprende a compreender, analisar e argumentar.

    Ensina o aluno a fazer boas perguntas

    Uma das maiores descobertas de quem participa de um projeto de pesquisa é perceber que a ciência não começa com respostas.

    Ela começa com perguntas.

    Ao definir uma pergunta científica, o estudante precisa observar um problema, delimitar um tema e refletir sobre aquilo que realmente deseja investigar.

    Esse exercício desenvolve curiosidade intelectual e incentiva uma postura investigativa diante do conhecimento.

    Em vez de esperar respostas prontas, o aluno aprende a construí-las.

    Estimula autonomia e protagonismo

    A iniciação científica também muda a relação do estudante com a aprendizagem.

    Ao longo do processo, ele assume a responsabilidade por organizar cronogramas, selecionar materiais de pesquisa, revisar textos e desenvolver suas próprias conclusões.

    Esse protagonismo fortalece a autonomia e prepara o jovem para desafios futuros, especialmente na universidade, onde grande parte da aprendizagem depende da capacidade de estudar de forma independente.

    Além disso, o estudante passa a compreender que aprender não significa apenas receber informações transmitidas pelo professor, mas construir conhecimento de forma ativa.

    Desenvolve comunicação e escrita

    Escrever um artigo científico exige clareza, organização das ideias e capacidade de apresentar argumentos de forma lógica.

    Por isso, a pesquisa científica contribui diretamente para o desenvolvimento da escrita.

    O estudante aprende a organizar informações, produzir textos mais consistentes, utilizar referências bibliográficas corretamente e adaptar sua linguagem de acordo com o contexto.

    Essas competências também impactam outras atividades escolares, como redações, apresentações e projetos interdisciplinares.

    Além disso, saber comunicar ideias com clareza é uma habilidade valorizada em praticamente todas as profissões.

    Aproxima o estudante da realidade universitária

    Muitos alunos só têm contato com artigos científicos, normas acadêmicas e apresentações de pesquisa quando ingressam no ensino superior.

    Quem vivencia essa experiência ainda no Ensino Médio chega à universidade com uma vantagem importante.

    Já conhece a estrutura de um artigo científico, entende como realizar pesquisas em bases confiáveis, sabe organizar referências bibliográficas e possui mais segurança para apresentar trabalhos acadêmicos.

    Essa familiaridade reduz a curva de adaptação e permite que o estudante aproveite melhor as oportunidades oferecidas pela graduação, como grupos de pesquisa, iniciação científica universitária e projetos de extensão.

    Muito além da aprovação em vestibulares

    Embora a preparação para o vestibular continue sendo um objetivo importante do Ensino Médio, ela não deve ser o único.

    A formação de um estudante também envolve desenvolver competências que serão úteis ao longo da vida.

    Pensamento crítico, autonomia, comunicação, organização, criatividade e resolução de problemas são habilidades cada vez mais valorizadas pelas universidades e pelo mercado de trabalho.

    Nesse contexto, a iniciação científica deixa de ser apenas uma atividade complementar e passa a fazer parte de uma educação que prepara os jovens para enfrentar desafios complexos, tomar decisões fundamentadas e continuar aprendendo ao longo da vida.

    Veja também: Baixe o Guia para uma redação nota 1000 no ENEM e principais vestibulares do Paraná.

    Pesquisa científica no Ensino Médio é cedo demais?

    Essa é uma dúvida comum entre muitas famílias.

    À primeira vista, pode parecer que escrever um artigo científico ou desenvolver um projeto de pesquisa é uma atividade complexa demais para adolescentes. Afinal, muitos associam a pesquisa científica apenas à universidade.

    Mas a experiência da Lívia mostra justamente o contrário.

    Segundo ela, iniciar esse processo ainda no Ensino Médio fez toda a diferença para sua formação.

    “Eu acredito que nunca é cedo demais para fazer pesquisa. Pelo contrário, quanto antes desenvolvemos o pensamento crítico, a curiosidade e a capacidade de analisar informações, mais preparados estaremos para a universidade, para o mercado de trabalho e para a vida.”

    Essa fala resume um aspecto importante da educação contemporânea.

    Vivemos em uma época em que informações estão disponíveis em poucos segundos. O verdadeiro diferencial já não está apenas em encontrar respostas, mas em saber fazer boas perguntas, analisar evidências, identificar fontes confiáveis e construir argumentos sólidos.

    É exatamente isso que a iniciação científica desenvolve.

    Mais do que ensinar um método de pesquisa, ela forma estudantes capazes de aprender continuamente, resolver problemas e tomar decisões fundamentadas.

    Segundo a Lívia, esse talvez seja o maior aprendizado proporcionado pela pesquisa científica.

    “A pesquisa nos ensina a fazer perguntas, buscar respostas com responsabilidade e construir nosso próprio conhecimento, em vez de apenas receber informações prontas.”

    Essa mudança de postura acompanha o estudante muito além dos anos escolares.

    Ela influencia a forma como interpreta notícias, enfrenta desafios profissionais, participa da sociedade e continua aprendendo ao longo da vida.

    Uma formação que prepara para a universidade e para a vida

    Ao longo da entrevista, a Lívia repete diversas vezes uma ideia importante.

    O maior ganho da iniciação científica não foi apenas aprender a escrever um artigo.

    Foi aprender a pensar. Segundo ela, desenvolver um projeto de pesquisa ainda no Ensino Médio trouxe competências que continuam presentes até hoje.

    • Comunicar ideias.
    • Pesquisar em fontes confiáveis.
    • Resolver problemas.
    • Organizar informações.
    • Trabalhar com responsabilidade.
    • Aprender de forma autônoma.

    Mas talvez o aprendizado mais marcante tenha sido descobrir que também era capaz de produzir conhecimento.

    “Mais do que aprender a escrever um artigo, aprendi a pensar de forma crítica, a questionar, a buscar evidências e a construir conhecimento.”

    Ela acredita que esse é um aprendizado que ultrapassa qualquer disciplina.

    “Acho que é justamente disso que o mundo precisa: pessoas que pesquisem, analisem e fundamentam suas ideias, em vez de se prenderem a opiniões superficiais ou informações sem embasamento.”

    Essa reflexão faz ainda mais sentido em um cenário em que jovens terão de lidar, ao longo da vida, com transformações constantes, novas profissões e uma quantidade cada vez maior de informações.

    Saber aprender tornou-se tão importante quanto aquilo que se aprende.

    O papel da escola vai além de transmitir conteúdo

    Quando perguntada sobre a importância dessa experiência, a Lívia faz questão de destacar que dificilmente teria vivido esse processo sem o incentivo recebido durante o Ensino Médio.

    Segundo ela, a pesquisa científica deixou de ser algo distante e passou a fazer parte da sua rotina de aprendizagem.

    “O Colégio Premere teve um papel fundamental nesse processo. A escola incentivou os alunos a irem além do conteúdo da sala de aula, mostrando que somos capazes de produzir conhecimento e contribuir para a sociedade desde o Ensino Médio.”

    Essa talvez seja uma das maiores responsabilidades da escola atualmente.

    Mais do que transmitir conteúdos, ela precisa criar oportunidades para que os estudantes desenvolvam autonomia, curiosidade intelectual e capacidade de investigar problemas reais.

    É isso que transforma o aprendizado em uma experiência significativa.

    Quando um aluno pesquisa, argumenta, escreve, apresenta e defende suas ideias, ele não está apenas aprendendo um conteúdo específico.

    Está desenvolvendo competências que permanecerão durante toda a vida.

    Na Premere, aprender também significa investigar, criar e construir conhecimento

    Na Premere, acreditamos que preparar um estudante para o vestibular é importante.

    Mas preparar esse estudante para a universidade, para o mercado de trabalho e para os desafios da vida é ainda mais.

    Por isso, a iniciação científica faz parte de uma proposta pedagógica que valoriza o protagonismo, o pensamento crítico e a aprendizagem baseada em investigação.

    Ao longo dessa jornada, os alunos são incentivados a fazer perguntas, desenvolver pesquisas, produzir artigos científicos, apresentar seus resultados e compreender que também podem contribuir para a construção do conhecimento.

    Mais do que dominar conteúdos, aprendem a analisar, argumentar, comunicar e resolver problemas com autonomia.

    É uma formação que acompanha o estudante muito depois da formatura.

    Como a história da Lívia demonstra, os resultados aparecem na universidade, nas oportunidades acadêmicas, na segurança para enfrentar novos desafios e, principalmente, na maneira como cada aluno passa a enxergar sua própria capacidade de aprender.

    Porque, quando um jovem descobre que é capaz de construir conhecimento, ele leva consigo uma competência que nenhuma prova consegue medir, mas que fará diferença por toda a vida.

    Perguntas frequentes sobre iniciação científica no Ensino Médio

    O que é iniciação científica?

    A iniciação científica é um processo de aprendizagem em que o estudante desenvolve uma pesquisa utilizando métodos científicos para investigar um problema, responder a uma pergunta ou aprofundar um tema de interesse. Durante esse percurso, ele aprende a buscar informações confiáveis, analisar dados, construir argumentos e apresentar conclusões de forma estruturada.

    Mais do que produzir um artigo científico, a iniciação científica desenvolve competências como pensamento crítico, autonomia, organização, comunicação e resolução de problemas.

    Qual é a importância da iniciação científica no Ensino Médio?

    A iniciação científica no Ensino Médio permite que o estudante desenvolva habilidades que vão muito além do conteúdo das disciplinas.

    Ao realizar uma pesquisa, ele aprende a formular perguntas relevantes, interpretar informações, comparar diferentes fontes e construir conhecimento com base em evidências. Essas competências são fundamentais tanto para a universidade quanto para o mercado de trabalho, além de contribuírem para uma aprendizagem mais significativa e autônoma.

    Quais habilidades um aluno desenvolve ao escrever um artigo científico?

    Produzir um artigo científico ajuda o estudante a desenvolver competências valorizadas em diferentes áreas da vida, como:

    Essas habilidades acompanham o aluno durante a graduação, na carreira profissional e em qualquer situação que exija análise crítica e tomada de decisão.

    Fazer iniciação científica ajuda na universidade?

    Sim. Estudantes que vivenciam a iniciação científica ainda no Ensino Médio costumam chegar à graduação mais preparados para as atividades acadêmicas.

    Eles já possuem familiaridade com artigos científicos, referências bibliográficas, apresentações de trabalhos e metodologias de pesquisa, o que facilita a adaptação à rotina universitária.

    Além disso, essa experiência pode aumentar a segurança do estudante para participar de projetos de pesquisa, programas de iniciação científica e outras oportunidades oferecidas pela universidade.

    É muito cedo para fazer pesquisa científica no Ensino Médio?

    Não. Pelo contrário.

    O Ensino Médio é um momento importante para desenvolver competências como curiosidade, autonomia e pensamento crítico. A pesquisa científica permite que os estudantes aprendam a investigar problemas, analisar informações e construir conhecimento desde cedo, preparando-os para desafios acadêmicos e profissionais futuros.

    Quanto mais cedo essas habilidades são desenvolvidas, mais natural se torna o processo de aprendizagem ao longo da vida.

    Todo aluno consegue escrever um artigo científico?

    Sim. Desde que tenha orientação adequada, qualquer estudante pode desenvolver um projeto de pesquisa compatível com sua etapa de formação.

    O objetivo da iniciação científica no Ensino Médio não é formar pesquisadores profissionais, mas ensinar os alunos a investigar, organizar ideias, argumentar e compreender como o conhecimento científico é produzido.

    Com acompanhamento dos professores, o processo torna-se acessível e enriquecedor para diferentes perfis de estudantes.

    A iniciação científica serve apenas para quem quer seguir carreira acadêmica?

    Não.

    Embora seja uma excelente preparação para a universidade, a iniciação científica beneficia estudantes que desejam atuar em qualquer área profissional.

    As competências desenvolvidas durante a pesquisa, como análise crítica, comunicação, resolução de problemas, organização e autonomia, são valorizadas em profissões ligadas à saúde, engenharia, direito, administração, tecnologia, comunicação, empreendedorismo e muitas outras.

    Por isso, a iniciação científica contribui para formar profissionais mais preparados para aprender continuamente e enfrentar desafios complexos.

    Como a Premere trabalha a iniciação científica no Ensino Médio?

    Na Premere, a iniciação científica faz parte de uma proposta pedagógica que incentiva os estudantes a irem além da memorização de conteúdos.

    Ao longo desse processo, os alunos aprendem a formular perguntas de pesquisa, buscar referências confiáveis, produzir artigos científicos, apresentar seus resultados e desenvolver competências como pensamento crítico, comunicação, organização e autonomia.

    Mais do que preparar para vestibulares, a escola busca formar jovens capazes de investigar, construir conhecimento e enfrentar os desafios da universidade, da carreira e da vida com confiança e protagonismo.

  • Letramento Digital: O guia para pais e educadores

    Letramento Digital: O guia para pais e educadores

    No cenário educacional contemporâneo, a pergunta não é mais se a geração alpha deve usar a tecnologia, mas como elas o fazem. Entramos na era do letramento digital.

    Mas o que isso significa na prática? Seria apenas saber mexer em um tablet ou abrir o YouTube? Definitivamente, não. O letramento digital é uma competência essencial para a formação de cidadãos críticos, éticos e preparados para os desafios do século XXI no que diz respeito à tecnologia.

    Neste artigo, vamos explorar profundamente o conceito, a importância e como a escola e a família podem caminhar juntas nessa jornada.

    O que é Letramento Digital?

    Embora os termos sejam frequentemente confundidos, existe uma diferença crucial entre alfabetização digital e letramento digital.

    1. Alfabetização Digital: É o domínio técnico. É saber ligar o computador, usar o mouse, digitar um texto ou instalar um aplicativo. É a habilidade funcional de operar a ferramenta.
    2. Letramento Digital: É a capacidade de encontrar, avaliar, organizar e comunicar informações em diversos formatos digitais. Envolve pensamento crítico. É saber distinguir uma notícia falsa de uma verdadeira, entender a ética por trás de um comentário em rede social e usar a tecnologia para resolver problemas complexos.

    Por que o Letramento Digital é uma Competência do Século XXI?

    O mundo mudou e o mercado de trabalho também. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, boa parte das crianças que hoje estão no ensino fundamental trabalhará em profissões que ainda nem foram inventadas. 

    O denominador comum entre essas futuras carreiras? A tecnologia.

    1. Pensamento Crítico e Combate às Fake News

    Vivemos em uma era de excesso de informação. Sem o letramento digital, o aluno torna-se vulnerável a manipulações. Aprender a verificar fontes e cruzar dados é uma questão de proteção intelectual.

    2. Cidadania Digital e Ética

    A internet não é uma “terra sem lei”. O letramento digital ensina sobre a pegada digital, a ideia de que tudo o que postamos deixa um rastro permanente. Ensinar etiqueta digital e respeito às diversidades no ambiente virtual é prevenir o cyberbullying e outros crimes virtuais.

    3. Autonomia e Protagonismo

    Quando um aluno domina as ferramentas digitais, ele deixa de ser um mero consumidor passivo de conteúdo para se tornar um produtor. Ele cria vídeos, programa jogos, escreve blogs e desenvolve soluções e isso é ótimo para o mercado de trabalho. 

    O Novo Ensino Médio e a Obrigatoriedade do Letramento Digital

    Com as recentes atualizações na legislação educacional brasileira, o letramento digital ganhou um status de urgência. O Novo Ensino Médio, consolidado pela Lei nº 14.945/2024, trouxe mudanças significativas que colocam a cultura digital no centro do currículo.

    O que diz a Lei?

    A conectividade e o letramento digital agora são direitos garantidos. A legislação estabelece que a educação digital deve ser transversal, mas com objetivos claros:

    • Domínio de ferramentas: O aluno deve sair do ensino médio capaz de operar tecnologias com fluência.
    • Pensamento Crítico: A disciplina de “Tecnologias e Computação” (ou nomes correlatos nos itinerários formativos) visa ensinar a lógica da programação e a análise de dados.
    • Ética e Cidadania: A lei reforça a necessidade de debater direitos autorais, proteção de dados (LGPD) e o combate à desinformação.

    Quais os tipos de letramento digital?

    O letramento digital não é uma habilidade única, mas um conjunto de competências que se dividem em diferentes dimensões. 

    Para que um estudante esteja plenamente preparado, ele precisa navegar por diversos “tipos” ou camadas de letramento.

    1. Letramento Instrumental (ou Tecnológico)

    É a base técnica. Refere-se à capacidade operacional de utilizar ferramentas, dispositivos e softwares.

    • O que envolve: Saber configurar um sistema operacional, utilizar editores de texto, planilhas eletrônicas, criar sites, navegar em diferentes navegadores e entender o funcionamento básico de hardware.

    2. Letramento Informacional

    É a capacidade de encontrar, avaliar e organizar informações de forma eficaz no mar de dados da internet.

    • O que envolve: Saber realizar pesquisas avançadas, filtrar resultados por relevância e, principalmente, validar a credibilidade das fontes.

    3. Letramento Midiático (ou Letramento Visual)

    Foca na interpretação e produção de conteúdos em diferentes mídias como vídeo, áudio e imagem.

    • O que envolve: Compreender como as mensagens são construídas para gerar impacto emocional ou persuasão. Inclui a leitura crítica de publicidade e a capacidade de criar narrativas em formatos multimodais.

    4. Letramento de Dados (Data Literacy)

    É a habilidade de ler, analisar e argumentar utilizando dados estatísticos e numéricos.

    • O que envolve: Interpretar gráficos, entender correlações, identificar manipulações estatísticas e utilizar dados para tomar decisões fundamentadas.

    5. Letramento Crítico e Algorítmico

    Talvez o tipo mais importante para a atualidade. Trata-se de entender a “lógica por trás da tela”.

    • O que envolve: Compreender como os algoritmos das redes sociais funcionam, como as bolhas de informação são criadas e de que forma a inteligência artificial processa os dados.

    6. Letramento Ético e Social (Cidadania Digital)

    Refere-se ao comportamento e à responsabilidade no ambiente virtual.

    • O que envolve: Entender sobre pegada digital, respeito à privacidade alheia, combate ao assédio virtual e a aplicação de leis como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

    Como o Colégio Premere se antecipa a essa norma?

    No Premere, não vemos a lei apenas como um cumprimento de tabela, mas como uma oportunidade de oficializar o que já praticamos.

    1. Itinerários Formativos Tecnológicos: Nossos alunos contam com trilhas de aprendizado que englobam temáticas do letramento digital.
    2. Transversalidade: O letramento digital não acontece apenas em uma aula. Ele está presente em projetos interdisciplinares que promovemos ao longo do ano.  

    O Papel da Família: como apoiar em casa?

    A família tem um papel vital como mediadora e também como educadora no uso saudável da tecnologia. Aqui estão algumas dicas práticas:

    Estabeleça um diálogo aberto

    Em vez de apenas proibir, pergunte o que seu filho está fazendo online. “O que você aprendeu nesse vídeo?” ou “Por que você gosta desse jogo?”. O interesse gera confiança para que ele recorra a você caso algo estranho aconteça.

    Crie Momentos “Analog-Only”

    O letramento digital também envolve saber quando se desconectar. Ter horários livres de telas, como durante as refeições, ensina o equilíbrio e a importância da presença física.

    Seja o Exemplo

    As crianças replicam o comportamento dos adultos. Se os pais utilizam a tecnologia de forma crítica e moderada, os filhos tendem a seguir o mesmo caminho.

    Explore as Ferramentas de Controle Parental

    Use a tecnologia a seu favor. Ferramentas que monitoram o tempo de tela e filtram conteúdos impróprios são aliadas, especialmente para crianças menores, mas nunca devem substituir a conversa.

    Desafios e Mitos sobre a Tecnologia na Educação

    É comum ouvirmos que os jovens de hoje são “nativos digitais” e, por isso, já nascem sabendo tudo. Isso é um mito perigoso.

    Eles podem ter facilidade com a interface, mas muitas vezes carecem de profundidade. Um jovem pode saber usar filtros no Instagram, mas não saber formatar um trabalho acadêmico ou identificar um golpe por e-mail. O papel da escola é transformar essa facilidade intuitiva em competência intelectual.

    MitoRealidade
    “Nativos digitais não precisam de aula de tecnologia.”Eles precisam de orientação ética e técnica para usar o que já conhecem de forma produtiva.
    “O digital vai substituir o livro de papel.”O digital e o analógico são complementares. O cérebro se beneficia de ambos os estímulos.
    “Tecnologia na escola é apenas lazer.”Ferramentas digitais são usadas para pesquisa, criação e resolução de problemas complexos.

    Como o Letramento Digital é aplicado em sala de aula

    Para que o letramento digital seja efetivo no Ensino Médio, ele deve ser aplicado com rigor científico e acadêmico. Abaixo, detalhamos como essa integração pode ocorrer em diferentes áreas do conhecimento:

    1. Pesquisa Acadêmica e Curadoria Científica

    O estudante precisa transitar do senso comum para o método científico. Isso envolve aprender a utilizar mecanismos de busca avançados, aplicando filtros de data, tipo de arquivo e relevância acadêmica.

    • Na prática: O aluno aprende a validar a autoridade de um autor, verificar o índice de citações de um artigo e utilizar bibliotecas digitais nacionais e internacionais para fundamentar seus trabalhos, fugindo de fontes puramente colaborativas e sem revisão por pares.

    2. Análise de Algoritmos e Filtros de Informação

    Nas disciplinas de Ciências Humanas, estuda-se a “arquitetura da escolha”. O letramento digital permite analisar como os sistemas de recomendação criam bolhas informacionais que podem limitar a visão de mundo do indivíduo.

    • Na prática: Debates sobre como a inteligência artificial molda a opinião pública e o impacto dos sistemas de personalização na democracia e no convívio social.

    3. Letramento de Dados e Estatística Aplicada

    A capacidade de ler e interpretar dados é uma das habilidades mais valorizadas no mercado atual. Isso une a Matemática à Geografia e à Biologia.

    • Na prática: Os alunos trabalham com grandes conjuntos de dados brutos como censos demográficos ou índices epidemiológicos, aprendendo a organizá-los em planilhas e a gerar visualizações que não apenas ilustram, mas provam uma tese, identificando distorções estatísticas comuns em gráficos tendenciosos.

    4. Produção de Linguagens Multimodais

    O texto dissertativo-argumentativo, base do ENEM, ganha novas camadas. O letramento digital exige que o aluno saiba produzir em múltiplos formatos (vídeo, áudio, infográfico, código).

    • Na prática: A criação de ensaios em vídeo que exigem roteirização complexa, edição, cuidado com direitos de uso de imagem e som, e a capacidade de adaptar o registro linguístico para diferentes plataformas digitais.

    5. Ética na Inteligência Artificial Generativa

    A tecnologia de geração automática de conteúdo deve ser abordada como uma ferramenta de apoio ao pensamento, e não como sua substituta.

    • Na prática: Exercícios de verificação de fatos em textos gerados por máquinas, identificação de preconceitos algorítmicos e o uso de comandos estruturados para auxiliar no planejamento de projetos, sempre mantendo a autoria e a responsabilidade intelectual do estudante.

    O letramento digital é uma necessidade real da nova geração e das escolas contemporâneas. A educação, ao abraçar essa competência de forma prática e ética, cumpre seu papel de formar cidadãos preparados para um mundo digitalizado.

    No Colégio Premere, aplicamos as diretrizes do Novo Ensino Médio para oferecer uma formação que une rigor científico, ética digital e inovação constante.

    Aqui, seu filho não aprende apenas a usar a tecnologia, ele aprende a dominar a lógica por trás dela para transformar o mundo.Venha descobrir por que o Colégio Premere é a escolha certa para quem busca uma educação de excelência conectada com os desafios do futuro clicando aqui!

  • Estudo Ativo vs. Estudo Passivo: qual a melhor estratégia

    Estudo Ativo vs. Estudo Passivo: qual a melhor estratégia

    Você já passou horas lendo um capítulo de biologia, sublinhando cada frase com um marca-texto, para, no dia seguinte, sentir que não lembra de absolutamente nada?

    Se a resposta for sim, não se desespere. Você não tem um problema de memória ou desatenção, você provavelmente caiu na armadilha do estudo passivo.

    No Colégio Premere, acreditamos que o Ensino Médio é o momento de transição onde o aluno deixa de ser um espectador e passa a ser o protagonista do seu aprendizado. Em uma cidade competitiva como Maringá, onde o nível de exigência para entrar em universidades como a UEM é altíssimo, saber como estudar é tão importante quanto o que estudar.

    Neste artigo, vamos desvendar as diferenças entre o estudo ativo e passivo e mostrar como você pode transformar sua rotina para aprender mais em menos tempo.

    O que é estudo passivo?

    O estudo passivo é aquele em que a informação “flui” sobre você sem que o seu cérebro precise se esforçar para processá-la. É a forma mais comum de estudo porque é a que exige menos energia inicial. No entanto, ela gera o que os psicólogos chamam de ilusão de competência.

    Exemplos comuns de estudo passivo:

    • Ler e reler o livro didático: Apenas passar os olhos pelas palavras.
    • Assistir a videoaulas sem fazer anotações: Tratar o conteúdo como se fosse uma série da Netflix.
    • Sublinhar o texto inteiro: Se tudo é importante, nada é importante.
    • Ouvir o professor de braços cruzados: Apenas recebendo a informação sem questionar.

    O veredito: O estudo passivo é útil para um primeiro contato com a matéria, mas é insuficiente para a retenção de longo prazo. Ele armazena informações na memória de curto prazo, que são descartadas pelo cérebro assim que você dorme.

    O que é estudo ativo?

    O estudo ativo ocorre quando você estimula o seu cérebro a trabalhar com a informação. Em vez de apenas receber, você está criando, conectando e recuperando dados. É um processo que gera desconforto mental, e é exatamente esse esforço que sinaliza ao cérebro que aquela informação é vital e deve ser guardada.

    Como mostra a famosa Pirâmide de Aprendizagem de William Glasser, retemos cerca de 10% do que lemos (passivo), mas 95% do que ensinamos aos outros (ativo).

    Por que o estudo ativo funciona?

    Ao praticar o estudo ativo, você estimula a neuroplasticidade. Você não está apenas criando um caminho para a informação entrar; você está construindo estradas sólidas para que ela seja acessada rapidamente na hora da prova.

    Técnicas práticas de estudo ativo para o seu dia a dia

    Agora que você entendeu o conceito, vamos à prática.

    1. Prática de recuperação

    Em vez de reler o capítulo, feche o livro e tente escrever em uma folha em branco tudo o que você lembra. No início, vai parecer difícil, mas é esse “esforço de busca” que fortalece a memória.

    • Dica: Após uma aula, tire 5 minutos para escrever os 3 pontos principais que o professor abordou sem olhar no caderno.

    2. Método Feynman

    Batizado em homenagem ao físico Richard Feynman, consiste em explicar um conceito complexo como se você estivesse ensinando para uma criança de 10 anos.

    • Como fazer: Escolha um tópico (ex: Leis de Newton). Tente explicá-lo em voz alta usando palavras simples. Se você travar em alguma parte, é ali que está o seu “buraco” de conhecimento.

    3. Flashcards e Spaced Repetition (Repetição Espaçada)

    Use aplicativos ou cartões de papel. De um lado, uma pergunta, do outro, a resposta.

    • Vantagem: Isso força o cérebro a recuperar a informação e, ao espaçar as revisões (1 dia depois, 7 dias depois, 30 dias depois), você vence a Curva do Esquecimento.

    4. Resolução exaustiva de exercícios

    Não espere “saber tudo” para começar a fazer exercícios. No estudo ativo, o exercício faz parte do aprendizado. Errar uma questão de matemática agora é a melhor forma de garantir que você não errará no vestibular.

    Estudo Passivo vs. Estudo Ativo: Qual seguir?

    Para entender qual caminho seguir, precisamos analisar como cada método impacta seu cérebro de formas opostas:

    • O esforço mental: Enquanto o estudo passivo é confortável e exige pouco foco, o estudo ativo é cansativo e desafiador. Se você não sente que está “fazendo força” para aprender, provavelmente não está retendo o conteúdo.
    • A durabilidade do conhecimento: No modo passivo, a curva do esquecimento atua de forma implacável, apagando quase tudo em 24 horas. No modo ativo, você cria “ganchos” mentais que consolidam o aprendizado na memória de longo prazo.
    • A aplicação prática: O estudo passivo te prepara para reconhecer a informação se ela aparecer na sua frente. Já o estudo ativo te prepara para produzir a informação e resolver problemas complexos, que é exatamente o que o ENEM e a UEM exigem.
    • O papel do aluno: No passivo, você é um receptor de dados; no ativo, você é um construtor de conhecimento.

    Metodologias ativas e projetos interdisciplinares: o estudo ativo na prática escolar

    Muitas vezes, o aluno tenta ser ativo em casa, mas a escola o obriga a ser passivo em sala. No Colégio Premere, quebramos esse ciclo através de metodologias que transformam a teoria em experiência viva. Veja como essas práticas potencializam seu cérebro:

    1. Metodologias ativas (Mão na Massa)

    Utilizamos estratégias como aulas práticas externas, onde o aluno estuda o conceito teórico em sala e depois vamos até o laboratório, horta ou outra área externa. Isso garante que o aluno aplique de forma prática o que aprendeu em sala de aula.

    2. Projetos interdisciplinares

    O cérebro aprende por associação. Quando criamos projetos que unem, por exemplo, Física e Biologia (analisando a biomecânica do corpo humano) ou História e Literatura, o aluno para de ver a matéria como uma “caixinha isolada”.

    • O benefício: Isso cria uma teia de conhecimentos. Ao entender como a Revolução Industrial (História) influenciou o Realismo (Literatura) e a Termodinâmica (Física), você não precisa mais “decorar”, você passa a compreender o mundo.

    3. Aprendizagem baseada em problemas

    Em vez de receber uma fórmula pronta, os alunos são desafiados a resolver um problema real. Para chegar à solução, eles precisam pesquisar, testar hipóteses e colaborar. Esse é o ápice do estudo ativo, pois envolve análise, síntese e avaliação.

    O papel do colégio no seu sucesso

    O Colégio Premere não é apenas um espaço de aulas, é um centro de alta performance. Nosso corpo docente é treinado para estimular o pensamento crítico e oferecer uma mentoria que ensina o aluno a gerir seu próprio tempo.

    Por que escolher o Ensino Médio do Premere?

    • Foco em resultados: Metodologia voltada para os principais vestibulares e ENEM.
    • Apoio socioemocional: O equilíbrio mental é a base para o aprendizado ativo.
    • Inovação pedagógica: Projetos que preparam você para os desafios reais da vida acadêmica e profissional.

    Quer transformar seu jeito de estudar e garantir sua vaga na universidade? Venha conhecer a infraestrutura e a proposta pedagógica da Premere, clique aqui e fale conosco!

  • O que é o Novo Ensino Médio e Como Funciona

    O que é o Novo Ensino Médio e Como Funciona

    Novo Ensino Médio 2026: entenda obrigatoriedades

    Em agosto de 2024, foi sancionada a lei que atualiza o Novo Ensino Médio, após aprovação pelo Congresso Nacional no mês anterior. A legislação redefine pontos importantes da organização curricular e estabelece que os sistemas de ensino realizem a implementação das mudanças de forma gradual e planejada.

    No cronograma definido, as novas diretrizes passaram a valer a partir de 2025 para os alunos da 1ª série, sendo ampliadas para a 2ª série em 2026 e, por fim, para a 3ª série em 2027.

    Esse processo progressivo permite que escolas, professores e estudantes se adaptem ao novo modelo de ensino médio.

    Mas, afinal, o que muda na prática? Ao longo deste artigo, o Colégio Premere explica como essas mudanças impactam o Ensino Médio no Paraná e o que isso representa para a formação dos estudantes.

    Como é o Novo Ensino Médio?

    Antes do Novo Ensino Médio, os estudantes tinham 1.800 horas dedicadas às disciplinas obrigatórias e 1.200 horas para as optativas. Com o novo modelo, as disciplinas obrigatórias passam a ocupar 2.400 horas, enquanto as optativas são reduzidas para 600 horas.

    Além disso, a formação técnica ou profissional pode ter até 1.200 horas. Na formação geral básica, os alunos continuarão estudando disciplinas tradicionais, como Português, Matemática, Física, História e Geografia. O Espanhol permanece como matéria optativa.

    Já nos itinerários formativos, os estudantes podem escolher duas áreas de aprofundamento entre Matemática, Linguagens, Ciências Humanas e Ciências da Natureza. Essa reorganização visa preparar melhor os alunos para o Enem e para suas futuras escolhas acadêmicas e profissionais.

    Leia também: Como funciona a lista de espera do SISU?

    O que mudou no Novo Ensino Médio no Paraná?

    O Novo Ensino Médio passou por novas atualizações a partir da Lei nº 14.803/2024, que redefiniu pontos importantes da organização curricular desta etapa da educação básica.

    No Paraná, essas mudanças foram orientadas e regulamentadas pela Secretaria de Estado da Educação (SEED/PR), por meio de normativas educacionais que direcionam a aplicação do modelo nas escolas públicas e privadas do Estado. Continue a leitura, conheça as mudanças e veja porquê o Colégio Premere é a melhor escola de Maringá.

    1- Carga horária anual

    Uma das principais atualizações diz respeito à organização da carga horária anual, que permanece em 1.000 horas por ano, totalizando 3.000 horas ao longo dos três anos do Ensino Médio.

    O que mudou foi a forma de distribuição desse tempo. Agora, a matriz curricular passa a ser composta por 800 horas destinadas à Formação Geral Básica (FGB), que concentra os componentes obrigatórios alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), e 200 horas voltadas aos Itinerários Formativos (IF).

    Essa divisão mantém os Itinerários Formativos como parte obrigatória do currículo e exige das escolas uma reorganização da rotina escolar. Na prática, para garantir o cumprimento da carga horária, é necessário ao menos um dia de aulas no período da tarde, de forma obrigatória, contemplando as 200 horas anuais dos itinerários. Essa regra vale para todas as séries do Ensino Médio, do 1º ao 3º ano.

    2- Itinerários Formativos

    Outro ponto relevante é que os Itinerários Formativos continuam sendo obrigatórios, mas agora as escolas devem ofertar no mínimo dois itinerários diferentes, garantindo que eles contemplem as quatro áreas do conhecimento: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas.

    Além disso, os estudantes passam a escolher seu itinerário já na 1ª série do Ensino Médio, o que reforça a importância de uma orientação pedagógica consistente desde o início dessa etapa.

    3- Projeto de Vida

    O Projeto de Vida permanece como componente obrigatório no Ensino Médio. A diferença é que, com as novas diretrizes, a escola pode optar por mantê-lo como um componente curricular específico na matriz ou desenvolvê-lo de forma transversal, integrado aos demais componentes e áreas do conhecimento, fortalecendo a conexão entre aprendizagem, escolhas acadêmicas e planejamento de futuro.

    4- Educação Digital e Computação

    Outra mudança importante diz respeito à Educação Digital e Computação, que passa a ser obrigatória em pelo menos uma das três séries do Ensino Médio, devendo estar inserida dentro da Formação Geral Básica.

    A organização pedagógica desse componente está estruturada em três eixos fundamentais: pensamento computacional, mundo digital e cultura digital, reforçando o compromisso com o desenvolvimento de competências essenciais para a vida acadêmica, profissional e social no século XXI.

    O Colégio Premere acompanha e aplica essas diretrizes desde o início, estruturando sua proposta pedagógica de forma alinhada às normativas da SEED/PR e às exigências legais do Novo Ensino Médio. É por esse motivo que hoje é a melhor escola de Maringá – Paraná!

    Afinal, com tudo isso, garante uma formação consistente, atualizada e coerente com as transformações educacionais, preparando os alunos para os desafios do presente e do futuro. Quer saber mais? Fale conosco!

    Como essas mudanças impactam o Enem e os vestibulares?

    As mudanças no Novo Ensino Médio não alteram o conteúdo cobrado no Enem e nos principais vestibulares do país, que continuam baseados na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

    Como a Formação Geral Básica (FGB) passou a ocupar uma carga horária maior ao longo dos três anos, os estudantes têm mais tempo de contato com os conteúdos essenciais de Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas, o que contribui para uma preparação mais sólida e contínua para as avaliações externas.

    Além disso, os Itinerários Formativos podem funcionar como aliados na preparação para o Enem e os vestibulares, ao permitir aprofundamentos em áreas específicas do conhecimento. Quando bem orientados pela escola, esses itinerários ajudam o aluno a reforçar competências, sanar lacunas de aprendizagem e desenvolver habilidades exigidas nas provas.

    O que muda para os pais?

    Para os pais, o Novo Ensino Médio traz uma participação ainda mais importante no acompanhamento da vida escolar dos filhos. A ampliação da carga horária e a reorganização do currículo, com aulas em período estendido e escolha de itinerários já na 1ª série, exigem atenção à rotina de estudos, ao equilíbrio entre escola, descanso e outras atividades, além de diálogo constante sobre interesses e objetivos dos estudantes.

    Outro ponto relevante é o papel da família no processo de orientação e tomada de decisão. Embora a escola seja responsável por ofertar e conduzir pedagogicamente os itinerários formativos, o apoio dos pais é fundamental para que o aluno faça escolhas conscientes, alinhadas ao seu projeto de vida e às possibilidades futuras.

    Os alunos podem escolher as áreas que mais gostam?

    Não exatamente. O objetivo dos itinerários formativos é permitir que os alunos foquem nas áreas em que têm mais dificuldade, ajudando a melhorar seu desempenho geral. Por exemplo, se um aluno percebe que não entende bem determinado conteúdo de Matemática, ele pode usar o aprofundamento para revisitar esse tema.

    Essa é uma excelente mudança, pois assim, o estudante tem a oportunidade de preencher lacunas no aprendizado e fortalecer suas habilidades. Dessa forma, ele estará mais preparado para o Enem, o vestibular e o curso que deseja ingressar.

    Quais são os itinerários formativos no Novo Ensino Médio?

    Os itinerários formativos no Novo Ensino Médio, segundo o governo federal, são: Ciências da Natureza e suas tecnologias; Linguagens e suas Tecnologias; Ciências Humanas e Sociais aplicadas; Matemática e suas tecnologias; Formação Técnica e Profissional; Linha de fomento do Itinerário da Formação Técnica e Profissional e IFTP – Itinerário da Formação Técnica e Profissional.

    Quais são as disciplinas obrigatórias do Novo Ensino Médio?

    A quantidade de disciplinas obrigatórias foi ampliada. Além de Português, Matemática, Educação Física, Artes, Sociologia e Filosofia, agora também incluem Inglês, Ciências da Natureza e Ciências Humanas. Já o Espanhol permanece como matéria optativa, apesar de os senadores terem votado para torná-lo obrigatório.

    Quais são as novas matérias do Novo Ensino Médio?

    No caso das disciplinas optativas, cada escola será obrigada a oferecer matérias em pelo menos duas áreas dos chamados Trilhos de Conhecimento, como Linguagens, Matemática e Ciências. No modelo anterior, não havia essa exigência.

    O que a lei prevê sobre o Novo Ensino Médio?

    Segundo o Ministério da Educação, a nova lei prevê que, de um total mínimo de 3 mil horas nos três anos do Ensino Médio, 2.400 horas devem ser destinadas à Formação Geral Básica (FGB), que inclui Português, Inglês, Artes, Educação Física, Matemática, Ciências da Natureza (Biologia, Física, Química) e Ciências Humanas (Filosofia, Geografia, História, Sociologia).

    O conteúdo da FGB é definido na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Com a implementação da nova lei, haverá um aumento da carga horária mínima destinada à Formação Geral Básica ao longo dos três anos do Ensino Médio, que anteriormente era de 1.800 horas.

    Resumo sobre o Novo Ensino Médio

    Entre as mudanças relacionadas ao Novo Ensino Médio, está o fato de que os estudantes podem escolher duas áreas de aprofundamento entre Matemática, Linguagens, Ciências Humanas e Ciências da Natureza. Veja o resumo abaixo e confira os tópicos principais desta atualização.

    Colégio Premere alinhado às novas normativas educacionais

    O Colégio Premere apresenta uma proposta metodológica alinhada às novas normativas educacionais estabelecidas pelo Novo Ensino Médio. Nossa abordagem combina experiências significativas e dinâmicas, que ampliam e fortalecem o conhecimento, preparando os alunos para os desafios do mundo contemporâneo.

    Com a Formação Geral Básica (FGB), oferecemos um currículo estruturado e pautado na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), garantindo a consolidação de uma base sólida de aprendizado. Já os Itinerários Formativos (IF) trazem flexibilidade e personalização, permitindo que cada estudante escolha trilhas de aprendizado alinhadas aos seus interesses e objetivos pessoais.

    Aqui no Colégio Premere, educar é promover uma nova maneira de ser, pensar, agir e aprender, formando cidadãos preparados para transformar o mundo.

    Conheça mais sobre a Premere, entre em contato conosco!

  • Como vai funcionar o SISU 2026: tudo o que precisa saber

    Como vai funcionar o SISU 2026: tudo o que precisa saber

    O SISU vem aí com novidades importantes que prometem mudar para quem sonha com uma vaga em universidades públicas. A principal delas é a possibilidade de usar as notas de três edições do Enem (2023, 2024 e 2025) para concorrer no processo seletivo.

    Mas afinal, o que muda na prática e como se preparar? Neste guia, você vai entender tudo o que precisa saber para participar do Sisu com segurança e estratégia.

    O que é o SISU?

    O SISU (Sistema de Seleção Unificada) é a plataforma do Ministério da Educação (MEC) que reúne vagas de instituições públicas de ensino superior de todo o país. Por meio dele, os estudantes podem se inscrever para cursos de graduação usando apenas a nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

    A ideia é simplificar o acesso às universidades e democratizar o ingresso no ensino superior. Ou seja, o Sisu é o principal caminho para quem quer estudar em uma universidade pública sem precisar fazer vestibular tradicional.

    Leia também: Como funciona a lista de espera do SISU?

    Para que serve o SISU?

    O Sisu serve para distribuir as vagas oferecidas por universidades e institutos federais com base no desempenho dos alunos no Enem. A plataforma substitui, em muitos casos, os vestibulares individuais das instituições, tornando o processo mais acessível e centralizado.

    Além disso, o sistema permite que o candidato acompanhe em tempo real as notas de corte, ou seja, a pontuação mínima necessária para ficar entre os possíveis selecionados, e altere suas opções de curso até o fim do período de inscrição.

    Como vai funcionar o SISU 2026?

    Em 2026, o Sisu terá uma mudança significativa: pela primeira vez, os candidatos poderão utilizar as notas das três últimas edições do Enem (2023, 2024 e 2025) para participar do processo seletivo.

    Isso significa que o estudante poderá escolher a melhor nota entre as três provas para aumentar suas chances de aprovação. A mudança deve ampliar o número de participantes e tornar a disputa ainda mais competitiva, especialmente nos cursos mais procurados, como Medicina, Direito e Engenharia.

    Quem pode se inscrever no SISU?

    Podem se inscrever no Sisu todos os candidatos que participaram de pelo menos uma das edições válidas do Enem (2023, 2024 ou 2025) e não zeraram a redação. Não há limite de idade, e tanto estudantes que acabaram de concluir o ensino médio quanto aqueles que já tentaram em anos anteriores podem participar.

    Além disso, o candidato deve atender aos critérios de cada instituição, algumas universidades reservam vagas específicas para cotas, ações afirmativas ou políticas regionais de ingresso.

    Vantagens dessa mudança:

    • Aumenta a chance de ingresso em cursos concorridos;
    • Beneficia quem teve boas notas em anos anteriores e quer tentar de novo;
    • Reduz o impacto de uma eventual queda de desempenho no ENEM mais recente.

    Notas de corte devem subir nos cursos mais disputados

    Segundo informações do G1, é muito provável que as notas de corte dos cursos mais concorridos, como Medicina, subam ainda mais no Sisu 2026. Isso porque, com a possibilidade de utilizar as notas de três edições do Enem, muitos candidatos irão concorrer com sua melhor pontuação, o que naturalmente eleva as médias finais.

    Já nos cursos com menor procura, as notas de corte devem permanecer estáveis ou até cair um pouco. Isso ocorre pela menor demanda e pelo fato de que os candidatos tendem a priorizar as áreas mais prestigiadas. Ou seja, o cenário de 2026 promete ser mais competitivo, mas também mais inclusivo, já que mais pessoas terão a chance de tentar.

    Que dia abre o SISU 2026?

    • Inscrições: abrem dia 19 de janeiro e encerram dia 23;
    • Resultado da chamada regular: dia 29 de janeiro;
    • Matrícula da primeira chamada: A partir do dia 2 de fevereiro;
    • Prazo para manifestar interesse na lista de espera: 29 de janeiro a 2 de fevereiro;

    Convocações da lista de espera: ao longo de fevereiro e março (feito diretamente pelas universidades).

    É importante acompanhar o site oficial do Sisu (sisu.mec.gov.br) e os canais de notícias do MEC para não perder os prazos.

    Passo a passo do SISU: entenda o que fazer antes, durante e depois

    Antes das inscrições:

    • Verifique suas notas do Enem e calcule sua média.
    • Pesquise as universidades e cursos de interesse.
    • Fique atento às notas de corte das edições anteriores para definir uma estratégia.

    Durante o período de inscrição:

    • Acesse o site do Sisu e escolha até duas opções de curso.
    • Acompanhe diariamente as notas de corte e ajuste suas escolhas se necessário.
    • Confirme os dados antes do fim do prazo.

    Depois da inscrição:

    • Aguarde o resultado da chamada regular.
    • Caso não seja selecionado, participe da lista de espera. Se aprovado, siga o cronograma da universidade para matrícula e entrega de documentos.

    Quais são as vantagens do SISU?

    O Sisu é uma das formas mais democráticas de ingresso no ensino superior, já que permite concorrer a universidades de todo o Brasil sem precisar viajar para fazer vestibulares diferentes.

    Outra vantagem é que o candidato pode usar a melhor nota do Enem e acompanhar o desempenho em tempo real, ajustando suas estratégias durante o processo. Com as novas regras para 2026, o sistema se torna ainda mais inclusivo, oferecendo mais chances para quem busca realizar o sonho da graduação.

    Conheça o Colégio Premere

    Quer conquistar uma nota alta no Enem e garantir sua vaga no Sisu 2026? No Colégio Premere, você conta com professores experientes, acompanhamento personalizado e uma preparação completa para alcançar o seu melhor desempenho.

    Invista no seu futuro com quem entende de aprovação. Conheça o Colégio Premere e comece hoje sua jornada rumo à universidade dos seus sonhos!

  • Protagonismo juvenil e formas de aplicar na escola

    Protagonismo juvenil e formas de aplicar na escola

    O protagonismo juvenil é uma abordagem que coloca os estudantes como agentes ativos de suas próprias aprendizagens e decisões. Ele incentiva a autonomia, a responsabilidade e a participação consciente dentro e fora da escola.

    Estimular esse protagonismo ajuda os jovens a desenvolver habilidades essenciais para a vida, como liderança, trabalho em equipe, empatia e capacidade de resolver problemas de forma criativa.

    O que é protagonismo juvenil?

    O protagonismo juvenil é a prática de permitir que os jovens assumam responsabilidades e participem ativamente de decisões que impactam sua aprendizagem e a comunidade escolar. Não se trata apenas de voz, mas de ação.

    Ele envolve tomada de decisão, iniciativa e engajamento em projetos, incentivando os alunos a planejar, executar e refletir sobre suas próprias experiências. Dessa forma, o jovem deixa de ser apenas receptor de conhecimento e passa a ser protagonista de sua trajetória.

    Leia também: O que é inteligência espacial e como desenvolvê-la.

    Para que serve o protagonismo juvenil?

    O protagonismo juvenil serve para desenvolver autonomia e fortalecer competências socioemocionais. Ele prepara os alunos para enfrentar desafios, tomar decisões conscientes e atuar de forma responsável em diferentes contextos.

    Além disso, promove maior engajamento com o aprendizado, tornando as aulas mais significativas. Jovens protagonistas aprendem melhor porque se sentem parte do processo, contribuindo com ideias e soluções para problemas reais.

    Como aplicar na escola?

    Para colocar o protagonismo juvenil em prática, a escola precisa criar oportunidades reais para que os alunos participem ativamente de sua aprendizagem e do ambiente escolar.

    No Colégio Premere, isso acontece por meio de atividades interdisciplinares, que conectam diferentes áreas do conhecimento. Por exemplo, um projeto sobre sustentabilidade pode envolver Biologia, Matemática e Língua Portuguesa, permitindo que os alunos planejem ações, pesquisem soluções e apresentem resultados de forma criativa.

    Além disso, o Premere incentiva o protagonismo por meio de aulas de empreendedorismo, nas quais os estudantes aprendem a planejar, gerenciar recursos e apresentar soluções inovadoras. Eles exercitam tomada de decisão e liderança em situações práticas, simulando desafios do mundo real.

    O protagonismo também é estimulado pelo incentivo à pesquisa científica, em que os alunos investigam temas de interesse, elaboram hipóteses e apresentam conclusões. Esse processo fortalece a autonomia, o pensamento crítico e a capacidade de resolver problemas de forma independente.

    Metodologia alinhada ao Novo Ensino Médio

    Outro ponto importante é que a escola adota uma metodologia alinhada ao Novo Ensino Médio, que valoriza projetos, oficinas e itinerários formativos. Essa abordagem permite que os estudantes escolham áreas de aprofundamento de acordo com seus interesses, tornando-os protagonistas de seu próprio percurso educacional.

    No Colégio Premere, o protagonismo juvenil não é apenas uma teoria: ele está presente no dia a dia da sala de aula, nos laboratórios, nos projetos extracurriculares e em todas as atividades que envolvem planejamento, ação e reflexão dos alunos.

    Como desenvolver jovens líderes?

    Desenvolver jovens líderes envolve treinar habilidades de comunicação, empatia, planejamento e resolução de problemas. O ideal é criar atividades que estimulem o pensamento crítico e a responsabilidade.

    Uma estratégia eficiente é criar projetos em grupo, nos quais cada estudante assume uma função de liderança por vez, seja como coordenador de um projeto de pesquisa, responsável por organizar um evento ou mediador em debates.

    Isso permite que os alunos aprendam a tomar decisões, delegar tarefas e ouvir diferentes opiniões, desenvolvendo habilidades de negociação e gestão de pessoas.

    Outra abordagem importante é o mentoring e acompanhamento individual. Professores e coordenadores atuam como mentores, oferecendo orientação, feedback e incentivo, mas sem substituir as decisões dos alunos. Essa prática ajuda os jovens a refletirem sobre seus erros e acertos, fortalecendo a autoconfiança e a capacidade de liderança.

    Qual é o papel do professor no protagonismo juvenil?

    O professor é fundamental para o desenvolvimento do protagonismo juvenil, mas seu papel vai muito além de transmitir conhecimento. Ele atua como facilitador e mentor, criando um ambiente seguro onde os alunos se sintam encorajados a experimentar, errar e propor soluções.

    Ao invés de ditar todas as decisões, o docente orienta o processo, ajudando os jovens a refletirem sobre suas escolhas e ações.

    Outro papel importante do professor é incentivar a expressão de ideias e a colaboração entre os alunos. Isso significa ouvir opiniões diversas, valorizar sugestões criativas e mediar conflitos de forma construtiva. Dessa forma, o docente ajuda os jovens a perceberem a importância do trabalho em equipe e da responsabilidade coletiva.

    Além disso, o professor deve modelar comportamentos de liderança e ética, servindo de exemplo para os alunos. Ao demonstrar empatia, capacidade de resolver problemas e espírito colaborativo, ele ensina, na prática, como liderar com consciência e inspirar os outros.

    Em resumo, o papel do professor no protagonismo juvenil é guiar, inspirar e apoiar, garantindo que os estudantes se tornem agentes ativos de sua aprendizagem, líderes conscientes e cidadãos preparados para enfrentar desafios dentro e fora da escola.

    Colégio Premere incentiva o protagonismo juvenil

    No Colégio Premere, o protagonismo juvenil é incentivado diariamente por meio de projetos, atividades práticas e metodologias que colocam os alunos no centro do aprendizado.

    Aqui, cada jovem é protagonista de sua própria aprendizagem, desenvolvendo habilidades de liderança, autonomia e responsabilidade.

    Com acompanhamento próximo dos professores e uma abordagem prática, a Premere prepara estudantes não apenas para o sucesso acadêmico, mas também para enfrentar os desafios do mundo real com confiança e criatividade. Conheça o colégio!

  • Interdisciplinaridade na educação e como aplicar

    Interdisciplinaridade na educação e como aplicar

    A interdisciplinaridade está se tornando cada vez mais essencial em um mundo que exige conexões entre diferentes áreas do conhecimento. Ela transforma o modo de ensinar e aprender, indo além da memorização para estimular a compreensão profunda e prática dos conteúdos.

    No Colégio Premere, a interdisciplinaridade é vista como uma ferramenta para formar alunos mais preparados, tanto para os vestibulares quanto para a vida, em um processo de aprendizagem que dialoga diretamente com a realidade. Saiba mais!

    O que é interdisciplinaridade na educação?

    A interdisciplinaridade na educação é a prática de integrar diferentes disciplinas em torno de um mesmo tema, projeto ou desafio.

    Em vez de estudar cada conteúdo de forma isolada, os alunos vivenciam experiências em que os conhecimentos se complementam e fazem sentido em conjunto. Isso permite enxergar o aprendizado como algo vivo e conectado ao mundo real.

    Dessa forma, os estudantes deixam de perceber as matérias como blocos desconectados e passam a compreender como a Matemática dialoga com a Física, como a Geografia se relaciona com a História e como a Biologia pode se unir à Redação, por exemplo.

    Leia também: Atualidades Enem: 15 temas que podem cair em 2025.

    Para que serve a interdisciplinaridade na educação?

    A interdisciplinaridade tem como principal função tornar a aprendizagem mais significativa. Quando os alunos conseguem relacionar o que aprendem a situações reais, aumenta o engajamento e a motivação para estudar, diminuindo a procrastinação.

    Além disso, esse modelo prepara os estudantes para desafios complexos, que raramente podem ser solucionados a partir de apenas uma área de conhecimento. Provas como o Enem, por exemplo, exigem exatamente essa capacidade de conexão, reforçando a importância de trabalhar a interdisciplinaridade desde cedo.

    Veja depois: Tipos de vestibulares que fogem do tradicional.

    5 passos para aplicar a interdisciplinaridade na educação

    Aplicar a interdisciplinaridade na escola exige mais do que boa vontade: é preciso organização e clareza de etapas. Quando professores e gestores seguem um processo estruturado, o aprendizado ganha profundidade e relevância para os alunos.

    A seguir, confira 5 passos práticos que ajudam a tornar a interdisciplinaridade uma realidade no dia a dia escolar.

    1. Definição de um tema central

    O primeiro passo é escolher um tema que desperte interesse e que possa ser explorado por várias disciplinas. Questões como sustentabilidade, saúde pública ou avanços tecnológicos são exemplos que permitem múltiplas abordagens. Essa escolha garante que o aprendizado esteja conectado a situações atuais e significativas.

    2. Planejamento conjunto dos professores

    Para que a interdisciplinaridade seja efetiva, é fundamental que os professores trabalhem em equipe. O planejamento deve considerar de que forma cada disciplina contribuirá para o tema, evitando repetições e garantindo complementaridade. Esse alinhamento fortalece a integração dos conteúdos.

    Esse processo também valoriza a troca entre os educadores, que compartilham ideias e constroem propostas mais criativas e completas. No Colégio Premere, por exemplo, essa etapa é essencial para que os alunos tenham uma experiência de aprendizado rica e bem estruturada.

    3. Conexão com a realidade dos alunos

    Relacionar os conteúdos ao cotidiano dos alunos aumenta significativamente a motivação. Quando percebem que o aprendizado está ligado a situações reais, eles compreendem melhor sua utilidade e se engajam mais nas atividades. Essa conexão dá sentido ao que se aprende em sala de aula.

    Ao trazer temas próximos da vivência dos estudantes, o professor fortalece a identificação com o projeto. Isso pode envolver problemas locais, questões sociais ou mesmo desafios que fazem parte da rotina dos jovens.

    4. Desenvolvimento de atividades práticas

    Atividades práticas são o coração da interdisciplinaridade. Projetos, debates, experimentos e simulações ajudam os alunos a vivenciar o conhecimento, estimulando a colaboração e a criatividade. Essa abordagem torna a aprendizagem mais dinâmica e participativa.

    O envolvimento ativo também favorece a autonomia, pois os estudantes se tornam protagonistas do processo. Além disso, a prática permite que conceitos complexos sejam compreendidos de maneira mais clara e aplicada.

    5. Avaliação integrada

    A avaliação deve ir além do produto final e considerar todo o processo de aprendizado. Isso significa valorizar a pesquisa, a participação, a cooperação e a capacidade de integrar diferentes áreas do conhecimento. Assim, a avaliação se torna mais justa e completa.

    Ao olhar para o percurso dos alunos, os professores conseguem identificar avanços individuais e coletivos, reforçando pontos fortes e corrigindo dificuldades. Esse tipo de avaliação fortalece a aprendizagem contínua e colaborativa.

    Benefícios da interdisciplinaridade na educação

    Entre os principais benefícios estão o desenvolvimento do pensamento crítico, a criatividade e a capacidade de resolver problemas complexos. Além disso, ela estimula a cooperação entre alunos e professores, criando um ambiente escolar mais dinâmico e envolvente.

    Outro ponto importante é a preparação para exames como o Enem, que exigem justamente a conexão entre áreas do conhecimento. Assim, os estudantes não apenas aprendem os conteúdos, mas também desenvolvem habilidades práticas que serão úteis para toda a vida.

    Exemplos de interdisciplinaridade na educação

    Um projeto sobre mudanças climáticas pode integrar Biologia (impacto ambiental), Matemática (análise de dados), Geografia (mapas e distribuição de recursos) e Redação (produção de textos argumentativos). Nesse caso, os alunos aprendem de forma contextualizada e prática.

    Outro exemplo é a criação de uma feira científica que envolva Física, Química e Tecnologia. Cada disciplina contribui de forma específica, mas todas convergem para um objetivo comum: explorar, criar e apresentar soluções para problemas reais.

    Ensino médio e pré-vestibular na Premere: colégio de Maringá

    No Colégio Premere, ensino médio e pré-vestibular vão além da sala de aula. Com uma proposta que valoriza a interdisciplinaridade, estimulamos conexões entre disciplinas, desenvolvemos pensamento crítico e preparamos os alunos para desafios acadêmicos e pessoais.

    Em Maringá, somos referência em educação que transforma. Conheça mais informações.

  • Entenda quais são os estilos de aprendizagem

    Entenda quais são os estilos de aprendizagem

    Aprender não é um processo único e igual para todo mundo. Na sala de aula, cada estudante tem suas próprias formas de absorver o conteúdo, interpretar informações e transformar conhecimento em prática.

    Ao identificar como cada pessoa aprende melhor, é possível potencializar os estudos e encontrar métodos mais produtivos, seja para alcançar um bom resultado no vestibular ou para aprender no decorrer da vida.

    Afinal, quando o estudante entende sua forma de aprender, ele ganha autonomia e segurança para avançar nos estudos. Confira quais são os estilos e como a escola deve lidar com isso neste artigo do Colégio Premere. Continue a leitura!

    O que é um estilo de aprendizagem?

    Seja para aprender os verbos transitivos e intransitivos ou números racionais e irracionais, o estilo de aprendizagem é o modo como cada pessoa prefere receber, processar e reter as informações. Não se trata apenas de “gostar mais de ler ou ouvir”, mas sim de um conjunto de preferências cognitivas.

    Em outras palavras, é a maneira como o cérebro de cada estudante funciona melhor na hora de aprender.

    Assim como os tipos de inteligência, essa ideia ganhou destaque a partir de pesquisas na área da psicologia e da educação, mostrando que não existe uma única forma correta de aprender. Enquanto alguns assimilam rapidamente por meio da prática, outros preferem explicações detalhadas ou recursos visuais.

    Quais são os estilos de aprendizagem?

    Antes de conhecer os principais estilos, é importante entender que ninguém se encaixa de forma rígida em apenas um deles. O que acontece é que cada pessoa tem maior afinidade com um estilo, mas pode utilizar os outros em diferentes situações.

    A seguir, veja os estilos de aprendizagem mais conhecidos e utilizados na educação:

    1. Visual

    O estudante visual aprende melhor quando tem acesso a imagens, gráficos, mapas, diagramas e esquemas. Esse estilo é marcado pela preferência em transformar informações em representações visuais, o que ajuda a organizar ideias de maneira mais clara e estruturada.

    Pessoas com esse perfil costumam destacar palavras-chave, fazer resumos coloridos e criar mapas mentais para compreender o conteúdo. Essa estratégia é muito útil em disciplinas como Geografia, Matemática e Biologia, que frequentemente utilizam ilustrações para explicar conceitos complexos.

    2. Auditivo

    Quem tem um estilo de aprendizagem auditivo absorve mais quando escuta explicações, debates ou gravações. Para esses alunos, aulas extracurriculares, podcasts e até mesmo discussões em grupo são extremamente produtivos.

    Eles têm mais facilidade em lembrar de informações quando ouvem a repetição ou explicação dos conteúdos.

    Além disso, esses estudantes costumam ter boa oratória e gostam de explicar para os colegas o que aprenderam, já que falar em voz alta reforça o aprendizado. Essa é uma ótima estratégia para revisar conteúdos e se preparar para apresentações.

    3. Cinestésico

    O estudante cinestésico aprende por meio da prática e da experiência. Ele prefere atividades que envolvem movimento, experimentos e situações reais, já que aprende melhor “fazendo”. Esse estilo é comum em pessoas que se destacam em esportes, artes e trabalhos manuais.

    No ambiente escolar, atividades como laboratórios de Ciências, simulações, jogos educativos e dinâmicas em grupo ajudam muito quem tem esse perfil. Para eles, ficar apenas sentado e ouvindo longas explicações pode ser um grande desafio, porque precisam estar em ação para fixar o conhecimento.

    4. Leitura/Escrita

    Esse estilo está relacionado ao aprendizado por meio da leitura de textos e da escrita de resumos e anotações. Estudantes com esse perfil gostam de registrar o que aprendem e revisitar o conteúdo escrito várias vezes para consolidar a informação.

    Eles costumam se adaptar bem a livros, apostilas e materiais de apoio, além de valorizarem bastante a prática de escrever redações e resumos. Essa estratégia é especialmente útil para revisar antes das provas e para organizar o raciocínio lógico em diferentes disciplinas.

    5. Individual

    A aprendizagem individual acontece quando o estudante prefere estudar sozinho, organizando o próprio tempo e ritmo. Essa abordagem fortalece a autonomia e ajuda a desenvolver disciplina, já que o aluno precisa ser responsável pelo próprio progresso.

    Esse estilo é bastante útil na preparação para vestibulares, porque permite que cada estudante monte seu cronograma de acordo com suas necessidades, focando mais nas matérias em que tem maior dificuldade.

    6. Colaborativa

    Diferente da individual, a aprendizagem colaborativa valoriza o estudo em grupo, em que os alunos discutem ideias, trocam informações e constroem conhecimento coletivamente. Essa troca é enriquecedora porque permite ver diferentes pontos de vista.

    Além disso, esse estilo ajuda a desenvolver habilidades sociais, como comunicação e cooperação, que são essenciais não apenas para a escola, mas também para a vida profissional.

    7. Formal

    A aprendizagem formal é aquela que acontece dentro da escola, com currículos definidos, professores responsáveis e avaliações que medem o desempenho. Ela segue métodos organizados e estruturados para garantir que o aluno atinja determinados objetivos acadêmicos.

    É o tipo de aprendizagem mais comum no ensino médio e no pré-vestibular, porque prepara o estudante para as exigências acadêmicas do vestibular e do ensino superior.

    8. Informal

    Já a aprendizagem informal acontece fora da sala de aula, no dia a dia, de forma espontânea. Pode ser por meio de leituras extras, atividades que envolvem inteligência espacial, vídeos educativos, pesquisas em sites confiáveis ou até conversas com familiares e amigos.

    Esse estilo é poderoso porque mostra que aprender não se limita ao ambiente escolar. Muitas vezes, esses conhecimentos complementares ajudam o estudante a fazer conexões e compreender melhor os conteúdos da escola.

    9. Experiencial

    A aprendizagem experiencial, proposta por teóricos como David Kolb, destaca o aprendizado por meio da experiência. O estudante vivencia uma situação, reflete sobre ela, entende os conceitos envolvidos e aplica esse conhecimento em novos contextos.

    Na prática, esse estilo aparece em atividades como projetos, trabalhos de campo e experimentos, onde o aluno aprende “fazendo” e depois reflete sobre a experiência para consolidar o aprendizado.

    10. Autodirigida

    A aprendizagem autodirigida acontece quando o próprio aluno assume o controle do que e como vai estudar. É muito comum atualmente, com o acesso a aplicativos e plataformas digitais que permitem ao estudante organizar seu caminho de aprendizagem.

    Esse estilo exige disciplina, mas fortalece a autonomia e prepara o aluno para os desafios da vida adulta e do mercado de trabalho, onde a capacidade de aprender sozinho é cada vez mais valorizada.

    Leia também: Habilidades necessárias para quem quer estudar fora.

    Como descobrir o estilo de aprendizagem?

    Para identificar o estilo de aprendizagem, o estudante pode observar como se sente mais confortável ao estudar. Ele aprende mais rápido lendo e escrevendo? Ou prefere assistir a vídeos explicativos e olhar gráficos?

    Existem também questionários e testes de estilos de aprendizagem desenvolvidos por especialistas em educação. Esses instrumentos ajudam a confirmar a tendência de cada estudante, mas a autopercepção continua sendo essencial. Afinal, conhecer a si mesmo é um passo importante para ter mais autonomia na organização dos estudos.

    Quais são os elementos essenciais da aprendizagem?

    Independentemente do estilo de cada aluno, a aprendizagem acontece de forma mais efetiva quando alguns elementos estão presentes.

    Motivação, disciplina e ambiente adequado são fundamentais. Um estudante motivado, que tem clareza de seus objetivos, encontra mais facilidade em se dedicar e aplicar as estratégias que melhor funcionam para ele. Essa é uma das características do Colégio Premere, que conta com um espaço amplo e conectado à natureza. Conheça aqui.

    Como a escola deve lidar com os diferentes estilos de aprendizagem?

    A escola deve considerar a diversidade de estilos de aprendizagem em seu planejamento pedagógico. Isso significa oferecer aulas que combinem recursos visuais, atividades práticas, momentos de discussão e exercícios escritos. Dessa forma, todos os estudantes podem se sentir contemplados e estimulados.

    Colégio Premere valoriza os estilos de aprendizagem

    No Colégio Premere, entendemos que cada estudante é único e possui formas diferentes de aprender. Por isso, nossas práticas pedagógicas valorizam a diversidade e oferecem experiências de aprendizagem variadas, para que cada aluno descubra o que funciona melhor para si.

    Com metodologias que estimulam o aprendizado contínuo, professores preparados e um ambiente acolhedor, incentivamos a autonomia e o protagonismo dos alunos no processo de aprendizagem.

    Assim, cada estudante pode se desenvolver de forma plena, respeitando suas particularidades e se preparando para alcançar seus maiores objetivos.

    Seja Premere!

  • Inteligência interpessoal: o que é e como desenvolver

    Inteligência interpessoal: o que é e como desenvolver

    Hoje vamos bater um papo super descontraído sobre um tema que faz toda a diferença na vida escolar e além: a inteligência interpessoal.

    Já ouviu falar desse nome? É aquela habilidade de entender os sentimentos dos outros, se comunicar com clareza e construir relações verdadeiras. É um pilar essencial no mundo de hoje, e melhor ainda quando a escola apoia esse desenvolvimento, não é?

    Vamos explorar cada pedacinho juntos!

    O que é inteligência interpessoal?

    A inteligência interpessoal é a capacidade de compreender emoções, motivações e intenções de outras pessoas e interagir com sensibilidade e clareza. Funciona como um radar emocional: você capta o que o outro sente, entende seus sinais verbais ou não verbais e responde com empatia e comunicação efetiva.

    Quem a desenvolve consegue equilibrar melhor suas relações, seja para liderar, resolver conflitos ou formar laços de confiança com facilidade. Isso torna a convivência mais leve e produtiva, dentro e fora da sala de aula.

    Leia também: Educação 5.0: o que é e como colocá-la em prática.

    Para que serve?

    Essa inteligência não fica só no papel do caderno: ela serve para tudo na vida! Pesquisas mostram que “pessoas com inteligência interpessoal elevada têm mais facilidade para trabalhar em equipe, resolver conflitos e inspirar outras pessoas”.

    É uma habilidade que abre portas, não apenas no futuro profissional, mas também nas amizades e no convívio familiar.

    Em resumo, ela é aquela ferramenta que faz a gente se conectar de verdade, o que aumenta a produtividade nos estudos, melhora o convívio social e prepara para os desafios do trabalho no futuro.

    Características da inteligência interpessoal

    Quem tem essa inteligência afinada costuma apresentar traços que chamam a atenção. Entre os principais estão:

    • Empatia: a capacidade de colocar-se no lugar do outro e compreender seus sentimentos e perspectivas.
    • Escuta ativa: ouvir com atenção, sem interromper, demonstrando interesse genuíno.
    • Bom humor e simpatia: estar aberto e amistoso facilita a conexão.
    • Capacidade de resolver conflitos: achar caminhos pacíficos e equilibrados.
    • Clareza na comunicação verbal e não verbal: saber expressar ideias com autenticidade.
    • Liderança colaborativa: inspirar, motivar e construir confiança.

    Esses traços permitem lidar bem com diferenças, construir relações fortes e conduzir pessoas com transparência, qualidades que fazem toda a diferença para a vida.

    Como desenvolver a inteligência interpessoal em 5 passos

    Desenvolver essa inteligência é totalmente possível,  e uma escola que incentiva isso tem um diferencial enorme! No Colégio Premere, por exemplo, cultivamos esses valores em cada aula de ensino médio ****para preparar você para a vida. Confira os passos:

    1. Pratique escuta ativa

    Quando você realmente presta atenção no que o outro diz, sem pensar na resposta, cria acolhimento e confiança. Estudos indicam que “a escuta ativa fortalece os vínculos sociais e aumenta a cooperação em grupos”. É algo que fazemos com os alunos no Colégio Premere, nas dinâmicas em sala que valorizam a troca sincera.

    Além disso, ouvir é uma habilidade que melhora com a prática. Na Premere, incentivamos atividades em dupla ou grupo, onde aprender a ouvir e responder com atenção é parte essencial das conversas.

    2. Desenvolva a empatia

    Tente entender o que a outra pessoa sente, colocando-se no lugar dela. Afinal, a empatia é uma das habilidades do século XXI, sendo uma das competências socioemocionais mais associadas à liderança eficaz e à resolução de conflitos.

    Na Premere, promovemos debates e rodas de conversa que convidam os jovens a se sensibilizarem pelas emoções dos colegas, ampliando a compreensão mútua.

    Essa prática empática fortalece os laços de confiança e cria um ambiente escolar mais acolhedor e colaborativo, algo valioso tanto nos estudos quanto na convivência diária.

    3. Participe de atividades em grupo

    Seja no teatro, em projetos ou esportes, a interação frequente com os colegas traz aprendizado social na prática. “Atividades colaborativas aumentam o senso de pertencimento e melhoram a comunicação interpessoal”, apontam educadores.

    No Colégio Premere, incentivamos a participação em projetos coletivos, onde cada estudante desenvolve habilidade de liderança, cooperação e resolução coletiva de problemas.

    Quando a escola apoia essas vivências, o desenvolvimento interpessoal se torna natural — você cresce convivendo, aprendendo com os outros e colaborando em diferentes contextos.

    4. Busque feedback sincero

    Perguntar a colegas e professores como você se comunica e se relaciona abre espaço para crescer. Isso porque o feedback construtivo é um dos principais mecanismos de aprimoramento das habilidades sociais.

    Além disso, aprender a receber críticas de forma positiva ajuda a moldar a maneira como você se expressa e interage, elevando seu autoconhecimento.

    5. Observe e aprenda com modelos reais

    Preste atenção em quem se comunica bem, lidera com empatia ou resolve conflitos com leveza: eles são fontes de inspiração. Ao observar e imitar bons modelos sociais, você acelera o desenvolvimento das competências interpessoais.

    No Colégio Premere, promovemos exemplos reais, onde alunos e professores compartilham boas práticas de relacionamento interpessoal. Ver na prática como essa inteligência funciona faz você absorver comportamentos positivos e treiná-los no dia a dia.

    Confira a seguir: Como desenvolver o pensamento crítico na escola.

    É possível desenvolver a inteligência interpessoal?

    Sim, é totalmente possível! Essa habilidade não é um dom fixo na certidão: ela pode ser construída com ações práticas, reflexão e apoio. As habilidades sociais, como empatia e comunicação, podem ser aprendidas e fortalecidas em qualquer fase da vida.

    Ou seja, com treino e vivência, sua inteligência interpessoal cresce, e uma escola que valoriza isso dá um passo largo para prepará-lo para a vida.

    Qual a diferença entre inteligência interpessoal e intrapessoal?

    Embora parecidas, elas olham para direções diferentes. A interpessoal foca no outro: entender emoções, comunicar-se bem, liderar e lidar com conflitos. Já a intrapessoal foca em si mesmo: reconhecer emoções, refletir sobre elas, exercer autocontrole e ampliar o autoconhecimento.

    As duas se complementam: para se relacionar bem com os outros, é essencial conhecer a si mesmo, e vice-versa. Ter esse equilíbrio é uma das chaves para relações saudáveis.

    Como identificar meu tipo de inteligência?

    Comece observando como você age nas suas relações. Se tem facilidade para se expressar, liderar ou acalmar os outros, provavelmente sua inteligência interpessoal é mais desenvolvida. Se prefere refletir sozinho, pensar antes de agir e guiar suas decisões internamente, a intrapessoal pode predominar.

    Você também pode fazer testes baseados na Teoria das Inteligências Múltiplas, que ajudam a identificar suas habilidades mais fortes. O importante é lembrar que todas as formas de inteligência podem ser desenvolvidas com estímulo e prática.

    Colégio Premere prepara você para a vida

    No Colégio Premere, mais que ensinar conteúdos, queremos formar pessoas capazes de se relacionar, liderar com empatia e enfrentar desafios com inteligência emocional. Aqui, você desenvolve não só o conhecimento acadêmico, mas também as habilidades interpessoais que fazem a diferença na vida e no futuro.

    Vem fazer parte dessa jornada de preparo completo, para a vida, para o mundo!

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  • Profissões do futuro: 15 novas profissões

    Profissões do futuro: 15 novas profissões

    O avanço da tecnologia, as mudanças sociais e a busca por soluções sustentáveis estão moldando uma nova realidade no mercado de trabalho. Com isso, surgem as chamadas profissões do futuro: carreiras que acompanham as novas demandas da sociedade.

    Mas, afinal, quais são essas profissões? Como elas impactam o mercado e o que podemos esperar das tendências para 2030 e além?

    Neste post do Colégio Premere, reunimos informações atualizadas de pesquisas nacionais e internacionais para ajudar você a entender as mudanças que vêm por aí e como a formação escolar faz toda a diferença nesse processo.

    Quais são as profissões do futuro? Veja 15!

    De acordo com o relatório “Carreiras do Futuro”, feito pela H2R Pesquisas Avançadas em parceria com a TOTVS, elas estão diretamente ligadas à tecnologia, à saúde e à sustentabilidade: três grandes eixos que devem crescer nos próximos anos.

    Na área de tecnologia, ganham destaque:

    • Cientista de Dados
    • Especialista em Inteligência Artificial
    • Engenheiro de Software
    • Analista de Cibersegurança
    • Desenvolvedor de Realidade Aumentada

    Na área da saúde e bem-estar digital, surgem novas demandas:

    • Psicólogo digital
    • Técnico de saúde assistida por IA
    • Gestor de longevidade
    • Especialista em saúde mental corporativa
    • Educador físico digital

    E quando falamos em sustentabilidade e inovação:

    • Gestor de ESG (ambiental, social e governança)
    • Analista de energias renováveis
    • Bioengenheiro
    • Designer de experiências sustentáveis
    • Curador de memórias digitais

    Essas profissões mostram como o mercado está se voltando para soluções mais tecnológicas, humanas e sustentáveis; algumas delas relacionadas com os cursos mais concorridos em 2025.

    Quais são os impactos das profissões do futuro no mercado de trabalho?

    O surgimento de novas profissões transforma não só o perfil dos trabalhadores, mas também as exigências do próprio mercado.

    Segundo o Fórum Econômico Mundial, até o final de 2025 cerca de 85 milhões de empregos devem ser substituídos por máquinas e algoritmos. Por outro lado, mais de 97 milhões de novos postos de trabalho serão criados com foco em funções humanas e digitais.

    Isso significa que o impacto não está apenas na criação ou extinção de empregos, mas na maneira como trabalhamos. Para os jovens de hoje, isso representa uma oportunidade única de ocupar espaços que ainda estão sendo desenhados.

    Tendências do mercado de trabalho para o futuro

    Entre as principais tendências, destaca-se o crescimento de áreas híbridas: aquelas que unem tecnologia com habilidades humanas, independentemente do seu tipo de inteligência. Outra tendência é o aprendizado ao longo da vida. Afinal, a velocidade das mudanças exige que profissionais estejam dispostos a aprender continuamente.

    Quais são as profissões do futuro que ainda não existem?

    Pode parecer estranho pensar em carreiras que ainda nem foram criadas. Mas isso é mais comum do que se imagina. Há 15 anos, ninguém falava em influenciador digital ou gestor de tráfego, e hoje essas são profissões consolidadas. Da mesma forma, estima-se que muitas das profissões de 2035 ainda não tenham nome definido.

    O Center for the Future of Work aponta possíveis novos cargos como “curador de memórias digitais”, “detetive de dados” e “conselheiro de saúde preditiva”. São funções que surgem da união entre tecnologia, personalização e necessidades humanas. Interessante, não é mesmo?

    Qual a melhor profissão para 2030?

    É praticamente impossível prever com exatidão qual será a “melhor profissão”, mas as pesquisas apontam áreas com alto potencial.

    Segundo o levantamento da H2R/TOTVS, as profissões mais promissoras para 2030 são: cientista de dados, especialista em IA, profissional de saúde mental digital e analista de segurança da informação.

    Essas carreiras têm algo em comum: são altamente técnicas, mas também exigem habilidades humanas, como ética, empatia e pensamento estratégico. Por isso, a melhor profissão do futuro será aquela que combinar o que o mundo precisa com o que faz sentido para você: seu perfil, seus valores e seus interesses.

    O que as profissões do futuro têm em comum?

    Apesar da diversidade de áreas, as profissões do futuro compartilham características importantes. A primeira delas é a interdisciplinaridade: cada vez mais, será preciso transitar entre diferentes campos do conhecimento para resolver problemas complexos.

    Além disso, são profissões que valorizam a criatividade, a empatia e o uso ético da tecnologia. Essas características apontam para um mercado mais humano e menos automatizado, onde as máquinas fazem o trabalho repetitivo, mas os humanos tomam as decisões mais sensíveis e estratégicas.

    Quais são as habilidades e competências para as profissões do futuro?

    De acordo com o Fórum Econômico Mundial, entre as principais habilidades para 2030 estão: pensamento crítico, resolução de problemas, aprendizado ativo, empatia e colaboração. Essas são chamadas de “soft skills”, e serão tão importantes quanto o domínio de tecnologias e idiomas.

    Como se preparar para as profissões do futuro?

    A preparação começa desde cedo. Participar de projetos interdisciplinares, como é o que acontece no Colégio Premere, desenvolver pensamento crítico e se envolver com temas atuais são práticas que fazem toda a diferença. Além disso, investir em idiomas, tecnologia e habilidades socioemocionais coloca os jovens em vantagem na hora de escolher sua trajetória profissional.

    Por isso, se você busca por uma escola de ensino médio e pré-vestibular que trabalhe tudo isso com os estudantes, conheça a metodologia do Colégio Premere e saiba mais detalhes!

    Quais profissões vão desaparecer no futuro?

    Um estudo da Universidade de Oxford aponta que ocupações como operador de telemarketing, caixa de supermercado, digitador e agente de viagem têm alta probabilidade de serem substituídas por máquinas. Em paralelo, novas funções surgirão, e as pessoas precisarão se adaptar.

    Fatores para considerar na hora de escolher a sua profissão do futuro

    Na hora de escolher uma carreira, é importante considerar tanto as tendências de mercado quanto o seu perfil pessoal. Entender suas habilidades, valores e interesses pode ajudar a encontrar um caminho mais alinhado com você.

    Também vale observar quais profissões estão em crescimento e quais habilidades são mais valorizadas. Escolher uma carreira não precisa ser uma decisão definitiva. O importante é estar aberto ao aprendizado e à evolução constante.

    O Colégio Premere prepara seus alunos para o futuro

    No Colégio Premere, acreditamos que a escola precisa ir além do conteúdo tradicional. Por isso, oferecemos um currículo enriquecido, que estimula a autonomia, o pensamento crítico, bilinguismo, incentivo à pesquisa científica, o protagonismo e o contato com o mundo real.

    Aqui, os alunos participam de projetos interdisciplinares, desenvolvem habilidades socioemocionais e têm acesso a ferramentas tecnológicas desde cedo, como o Chromebook.

    Nosso compromisso é formar cidadãos preparados para o mundo, inclusive para profissões que ainda nem existem, mas que eles estarão prontos para criar. Seja Premere!