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  • Iniciação científica: por que começar no Ensino Médio

    Iniciação científica: por que começar no Ensino Médio

    Muito mais do que escrever um artigo, a experiência de uma ex-aluna da Premere mostra como a iniciação científica desenvolve autonomia, pensamento crítico e prepara os estudantes para a universidade e para a vida.

    Quando pensamos em iniciação científica, normalmente imaginamos estudantes universitários, laboratórios de pesquisa ou pessoas dedicadas à carreira acadêmica.

    Mas e se essa experiência começasse ainda no Ensino Médio?

    À primeira vista, produzir um artigo científico pode parecer um desafio excessivo para um adolescente. Afinal, envolve pesquisa, leitura de referências, organização de ideias, normas acadêmicas e apresentação de resultados. Para muitos, isso parece algo distante da realidade escolar.

    No entanto, a experiência mostra exatamente o contrário.

    Quando um estudante aprende a pesquisar ainda durante o Ensino Médio, ele desenvolve competências que vão muito além da ciência. Aprende a questionar, analisar informações, comunicar ideias, resolver problemas e construir conhecimento de forma autônoma.

    Foi exatamente isso que aconteceu com a Lívia, ex-aluna do Colégio Premere.

    Hoje universitária da UEM, ela costuma dizer que o maior aprendizado daquela experiência não foi o artigo em si.

    Foi descobrir uma maneira completamente diferente de aprender.

    “Eu achei que pesquisa era encontrar respostas. Descobri que era aprender a fazer perguntas.”

    Quando perguntamos à Lívia o que mais a surpreendeu durante o desenvolvimento do seu artigo científico, ela não falou sobre normas da ABNT, referências bibliográficas ou metodologia.

    A resposta foi muito mais profunda.

    “O que mais me surpreendeu foi perceber que escrever um artigo vai muito além de encontrar respostas. É aprender a fazer boas perguntas.”

    Essa percepção marcou o início de uma mudança importante na forma como ela passou a enxergar o conhecimento.

    Até então, como acontece com muitos estudantes, aprender significava assistir às aulas, estudar os conteúdos e responder às atividades propostas.

    A pesquisa científica apresentou uma lógica diferente.

    Em vez de receber respostas prontas, ela precisou construir o próprio caminho.

    • Primeiro veio a definição da pergunta científica.
    • Depois, a busca por fontes confiáveis.
    • A leitura de diferentes materiais.
    • A organização das informações.
    • A escrita do artigo.
    • A revisão das referências.

    Cada etapa exigia muito mais do que simplesmente estudar um conteúdo para uma avaliação.

    Exigia curiosidade, organização e disposição para investigar.

    Segundo ela, foi justamente nesse momento que percebeu uma transformação importante.

    “O mais marcante foi deixar de ser apenas alguém que recebe o conteúdo e passar a investigar, analisar e construir conhecimento por conta própria.”

    Essa talvez seja uma das maiores contribuições da iniciação científica no Ensino Médio.

    O estudante deixa de ocupar um papel passivo e passa a participar ativamente da construção do conhecimento.

    Mais do que decorar informações, aprende a compreender de onde elas vêm, como são produzidas e por que podem, ou não ser consideradas confiáveis.

    Quando pesquisar deixa de ser “procurar no Google”

    Outra descoberta importante para a Lívia foi entender que pesquisar não significa apenas encontrar informações rapidamente.

    Na verdade, esse foi um dos aprendizados que mais levará para a vida.

    “Eu aprendi que pesquisar não é apenas procurar informações. É questionar, comparar fontes e buscar respostas de forma crítica.”

    Essa frase resume uma competência que se tornou indispensável em um mundo onde somos expostos, diariamente, a milhares de informações.

    Durante o desenvolvimento do artigo científico, ela percebeu que nem toda fonte possui a mesma credibilidade.

    Foi preciso aprender a selecionar materiais confiáveis, comparar diferentes perspectivas e fundamentar cada argumento com evidências.

    Mais do que escrever um trabalho escolar, ela aprendeu a construir uma linha de raciocínio baseada em fatos.

    Esse processo também despertou uma curiosidade que continuou presente mesmo após a conclusão do projeto. Quanto mais pesquisava, mais perguntas surgiam e quanto mais perguntas fazia, mais aprendia.

    É justamente essa lógica que caracteriza a pesquisa científica. A ciência não nasce das respostas, ela nasce da curiosidade.

    Muito além do conteúdo: as competências que a pesquisa desenvolveu

    Ao olhar para trás, a Lívia percebe que o maior resultado da iniciação científica não foi apenas o artigo publicado.

    Foi a pessoa que ela se tornou durante esse processo.

    Segundo ela, várias competências foram desenvolvidas naturalmente ao longo da pesquisa.

    • A curiosidade aumentou porque cada resposta levava a novas perguntas.
    • A criatividade apareceu na organização das ideias e na construção do texto científico.
    • A escrita evoluiu conforme aprendeu a comunicar informações de maneira clara, objetiva e fundamentada.
    • Além disso, ela passou a compreender artigos científicos com muito mais facilidade, textos que antes pareciam complexos e distantes da realidade de um estudante do Ensino Médio.

    No entanto, o maior aprendizado foi perceber que aprender depende, principalmente, da postura do próprio aluno.

    “Todo esse processo me trouxe mais autonomia e responsabilidade, porque percebi que eu era a principal responsável por construir o meu próprio conhecimento.”

    Essa mudança de mentalidade acompanha o estudante muito além da escola.

    Ela influencia a maneira de estudar, de resolver problemas, de tomar decisões e até de enfrentar os desafios da universidade e da vida profissional.

    Da escola para a universidade: quando a diferença aparece na prática

    Muitas vezes, os resultados da iniciação científica não são percebidos imediatamente.

    Enquanto o estudante está desenvolvendo seu artigo, pode parecer que o maior desafio é aprender a escrever um texto acadêmico ou seguir normas específicas. No entanto, os verdadeiros impactos costumam aparecer alguns anos depois, quando ele ingressa na universidade.

    Foi exatamente isso que aconteceu com a Lívia.

    Ao iniciar a graduação, ela percebeu que muitas atividades que eram novidade para seus colegas já faziam parte da sua rotina desde o Ensino Médio.

    Pesquisar em bases científicas, elaborar uma pergunta de pesquisa, estruturar um artigo acadêmico, organizar referências bibliográficas e apresentar trabalhos eram experiências que ela já havia vivenciado.

    “Cheguei à faculdade já sabendo escrever referências corretamente, entendendo a estrutura de um artigo científico, como elaborar uma pergunta científica e até com o meu currículo Lattes preenchido com experiências importantes que a escola me proporcionou.”

    Enquanto muitos estudantes ainda estavam descobrindo como funciona a produção científica, ela já compreendia a lógica da pesquisa e se sentia mais segura para enfrentar os desafios acadêmicos.

    Essa preparação antecipada fez diferença desde os primeiros meses da graduação.

    “Muitas atividades que eram novidade para meus colegas já faziam parte da minha realidade, como pesquisar em artigos científicos, escrever textos acadêmicos e apresentar trabalhos.”

    Segundo ela, isso reduziu a insegurança natural do início da vida universitária e permitiu que aproveitasse melhor as oportunidades que surgiram.

    Mais do que acompanhar as disciplinas, ela já possuía repertório para participar de projetos de pesquisa e compreender como o conhecimento científico é produzido.

    Mais confiança para enfrentar novos desafios

    Um dos aspectos mais interessantes da iniciação científica é que ela não prepara apenas para escrever artigos.

    Ela prepara para lidar com desafios desconhecidos.

    Durante a universidade, a Lívia percebeu que aquela experiência no Ensino Médio havia desenvolvido algo muito maior do que habilidades técnicas.

    Ela havia aprendido a confiar na própria capacidade de aprender.

    “Essa experiência me ensinou, principalmente, que eu sou capaz de construir o meu próprio conhecimento.”

    Essa percepção mudou completamente sua relação com os estudos.

    Em vez de esperar respostas prontas, passou a buscar informações confiáveis, investigar diferentes possibilidades e desenvolver suas próprias conclusões.

    Ela também descobriu que conhecimento não é algo que se recebe passivamente.

    É algo que se constrói.

    “Entendi que o conhecimento é algo que ninguém pode tirar de nós.”

    Essa mudança de mentalidade acompanha o estudante durante toda a vida acadêmica e profissional.

    Quem aprende a pesquisar também aprende a continuar aprendendo.

    E essa talvez seja uma das competências mais importantes em um mundo que muda constantemente.

    Aprender a comunicar ideias também faz parte da pesquisa

    Produzir um artigo científico não significa apenas escrever bem.

    Também significa saber apresentar ideias de forma clara.

    Ao concluir seu projeto, Lívia participou da apresentação do banner científico, um momento em que precisou explicar sua pesquisa para diferentes pessoas.

    Foi nesse momento que percebeu outra habilidade sendo desenvolvida.

    “Precisei pensar em como explicar o tema de forma clara, para que qualquer pessoa pudesse entender.”

    Essa experiência fortaleceu sua comunicação e mostrou que dominar um assunto não basta.

    É preciso saber torná-lo acessível para diferentes públicos. Essa competência é valorizada em praticamente todas as profissões.

    Seja em uma reunião de trabalho, em uma apresentação acadêmica ou na defesa de um projeto, comunicar boas ideias faz parte da formação de qualquer profissional.

    Quando o aluno percebe que também pode produzir conhecimento

    Talvez o trecho mais inspirador da conversa com a Lívia seja quando ela fala sobre como passou a enxergar o próprio papel na construção do conhecimento.

    Antes da iniciação científica, ela via a ciência como algo produzido por pesquisadores distantes da sua realidade.

    Depois da experiência, essa percepção mudou completamente.

    “Hoje sei que sou capaz de estudar de forma mais autônoma, resolver problemas por meio da pesquisa e contribuir para a produção de conhecimento.”

    Essa fala revela uma mudança profunda.

    Ela deixou de enxergar a ciência como algo reservado apenas aos especialistas e passou a compreender que também poderia investigar problemas, produzir conhecimento e gerar contribuições relevantes para a sociedade.

    Segundo ela, esse foi um dos maiores legados da experiência.

    “Mais do que aprender um conteúdo, aprendi que também posso fazer ciência e gerar conhecimento que possa contribuir para a sociedade. E isso é o que mais me motiva hoje em dia.”

    Quando um estudante percebe que é capaz de investigar, criar e propor soluções, ele deixa de estudar apenas para responder provas.

    Passa a estudar para compreender o mundo e transformá-lo.

    Essa é, talvez, a essência da iniciação científica.

    Por que desenvolver iniciação científica ainda no Ensino Médio?

    É comum que pais e estudantes pensem que a pesquisa científica só será útil para quem pretende seguir carreira acadêmica. No entanto, essa é uma visão limitada do papel da iniciação científica na formação dos jovens.

    Independentemente da profissão escolhida, vivemos em uma sociedade em que somos constantemente expostos a informações, opiniões e dados. Saber analisar criticamente essas informações, distinguir fontes confiáveis e construir argumentos sólidos tornou-se uma competência essencial para qualquer área do conhecimento.

    É justamente isso que a iniciação científica proporciona.

    Mais do que ensinar um método de pesquisa, ela desenvolve habilidades que acompanham o estudante em diferentes contextos da vida.

    Desenvolve pensamento crítico

    Em um mundo onde informações circulam em grande velocidade, aprender a questionar tornou-se tão importante quanto aprender a responder.

    Durante a elaboração de um artigo científico, o estudante percebe que nem toda informação encontrada na internet possui a mesma credibilidade. Ele aprende a comparar diferentes fontes, verificar evidências, identificar inconsistências e construir conclusões fundamentadas.

    Esse processo fortalece o pensamento crítico e reduz a tendência de aceitar informações apenas porque foram amplamente compartilhadas.

    Mais do que decorar conteúdos, o aluno aprende a compreender, analisar e argumentar.

    Ensina o aluno a fazer boas perguntas

    Uma das maiores descobertas de quem participa de um projeto de pesquisa é perceber que a ciência não começa com respostas.

    Ela começa com perguntas.

    Ao definir uma pergunta científica, o estudante precisa observar um problema, delimitar um tema e refletir sobre aquilo que realmente deseja investigar.

    Esse exercício desenvolve curiosidade intelectual e incentiva uma postura investigativa diante do conhecimento.

    Em vez de esperar respostas prontas, o aluno aprende a construí-las.

    Estimula autonomia e protagonismo

    A iniciação científica também muda a relação do estudante com a aprendizagem.

    Ao longo do processo, ele assume a responsabilidade por organizar cronogramas, selecionar materiais de pesquisa, revisar textos e desenvolver suas próprias conclusões.

    Esse protagonismo fortalece a autonomia e prepara o jovem para desafios futuros, especialmente na universidade, onde grande parte da aprendizagem depende da capacidade de estudar de forma independente.

    Além disso, o estudante passa a compreender que aprender não significa apenas receber informações transmitidas pelo professor, mas construir conhecimento de forma ativa.

    Desenvolve comunicação e escrita

    Escrever um artigo científico exige clareza, organização das ideias e capacidade de apresentar argumentos de forma lógica.

    Por isso, a pesquisa científica contribui diretamente para o desenvolvimento da escrita.

    O estudante aprende a organizar informações, produzir textos mais consistentes, utilizar referências bibliográficas corretamente e adaptar sua linguagem de acordo com o contexto.

    Essas competências também impactam outras atividades escolares, como redações, apresentações e projetos interdisciplinares.

    Além disso, saber comunicar ideias com clareza é uma habilidade valorizada em praticamente todas as profissões.

    Aproxima o estudante da realidade universitária

    Muitos alunos só têm contato com artigos científicos, normas acadêmicas e apresentações de pesquisa quando ingressam no ensino superior.

    Quem vivencia essa experiência ainda no Ensino Médio chega à universidade com uma vantagem importante.

    Já conhece a estrutura de um artigo científico, entende como realizar pesquisas em bases confiáveis, sabe organizar referências bibliográficas e possui mais segurança para apresentar trabalhos acadêmicos.

    Essa familiaridade reduz a curva de adaptação e permite que o estudante aproveite melhor as oportunidades oferecidas pela graduação, como grupos de pesquisa, iniciação científica universitária e projetos de extensão.

    Muito além da aprovação em vestibulares

    Embora a preparação para o vestibular continue sendo um objetivo importante do Ensino Médio, ela não deve ser o único.

    A formação de um estudante também envolve desenvolver competências que serão úteis ao longo da vida.

    Pensamento crítico, autonomia, comunicação, organização, criatividade e resolução de problemas são habilidades cada vez mais valorizadas pelas universidades e pelo mercado de trabalho.

    Nesse contexto, a iniciação científica deixa de ser apenas uma atividade complementar e passa a fazer parte de uma educação que prepara os jovens para enfrentar desafios complexos, tomar decisões fundamentadas e continuar aprendendo ao longo da vida.

    Veja também: Baixe o Guia para uma redação nota 1000 no ENEM e principais vestibulares do Paraná.

    Pesquisa científica no Ensino Médio é cedo demais?

    Essa é uma dúvida comum entre muitas famílias.

    À primeira vista, pode parecer que escrever um artigo científico ou desenvolver um projeto de pesquisa é uma atividade complexa demais para adolescentes. Afinal, muitos associam a pesquisa científica apenas à universidade.

    Mas a experiência da Lívia mostra justamente o contrário.

    Segundo ela, iniciar esse processo ainda no Ensino Médio fez toda a diferença para sua formação.

    “Eu acredito que nunca é cedo demais para fazer pesquisa. Pelo contrário, quanto antes desenvolvemos o pensamento crítico, a curiosidade e a capacidade de analisar informações, mais preparados estaremos para a universidade, para o mercado de trabalho e para a vida.”

    Essa fala resume um aspecto importante da educação contemporânea.

    Vivemos em uma época em que informações estão disponíveis em poucos segundos. O verdadeiro diferencial já não está apenas em encontrar respostas, mas em saber fazer boas perguntas, analisar evidências, identificar fontes confiáveis e construir argumentos sólidos.

    É exatamente isso que a iniciação científica desenvolve.

    Mais do que ensinar um método de pesquisa, ela forma estudantes capazes de aprender continuamente, resolver problemas e tomar decisões fundamentadas.

    Segundo a Lívia, esse talvez seja o maior aprendizado proporcionado pela pesquisa científica.

    “A pesquisa nos ensina a fazer perguntas, buscar respostas com responsabilidade e construir nosso próprio conhecimento, em vez de apenas receber informações prontas.”

    Essa mudança de postura acompanha o estudante muito além dos anos escolares.

    Ela influencia a forma como interpreta notícias, enfrenta desafios profissionais, participa da sociedade e continua aprendendo ao longo da vida.

    Uma formação que prepara para a universidade e para a vida

    Ao longo da entrevista, a Lívia repete diversas vezes uma ideia importante.

    O maior ganho da iniciação científica não foi apenas aprender a escrever um artigo.

    Foi aprender a pensar. Segundo ela, desenvolver um projeto de pesquisa ainda no Ensino Médio trouxe competências que continuam presentes até hoje.

    • Comunicar ideias.
    • Pesquisar em fontes confiáveis.
    • Resolver problemas.
    • Organizar informações.
    • Trabalhar com responsabilidade.
    • Aprender de forma autônoma.

    Mas talvez o aprendizado mais marcante tenha sido descobrir que também era capaz de produzir conhecimento.

    “Mais do que aprender a escrever um artigo, aprendi a pensar de forma crítica, a questionar, a buscar evidências e a construir conhecimento.”

    Ela acredita que esse é um aprendizado que ultrapassa qualquer disciplina.

    “Acho que é justamente disso que o mundo precisa: pessoas que pesquisem, analisem e fundamentam suas ideias, em vez de se prenderem a opiniões superficiais ou informações sem embasamento.”

    Essa reflexão faz ainda mais sentido em um cenário em que jovens terão de lidar, ao longo da vida, com transformações constantes, novas profissões e uma quantidade cada vez maior de informações.

    Saber aprender tornou-se tão importante quanto aquilo que se aprende.

    O papel da escola vai além de transmitir conteúdo

    Quando perguntada sobre a importância dessa experiência, a Lívia faz questão de destacar que dificilmente teria vivido esse processo sem o incentivo recebido durante o Ensino Médio.

    Segundo ela, a pesquisa científica deixou de ser algo distante e passou a fazer parte da sua rotina de aprendizagem.

    “O Colégio Premere teve um papel fundamental nesse processo. A escola incentivou os alunos a irem além do conteúdo da sala de aula, mostrando que somos capazes de produzir conhecimento e contribuir para a sociedade desde o Ensino Médio.”

    Essa talvez seja uma das maiores responsabilidades da escola atualmente.

    Mais do que transmitir conteúdos, ela precisa criar oportunidades para que os estudantes desenvolvam autonomia, curiosidade intelectual e capacidade de investigar problemas reais.

    É isso que transforma o aprendizado em uma experiência significativa.

    Quando um aluno pesquisa, argumenta, escreve, apresenta e defende suas ideias, ele não está apenas aprendendo um conteúdo específico.

    Está desenvolvendo competências que permanecerão durante toda a vida.

    Na Premere, aprender também significa investigar, criar e construir conhecimento

    Na Premere, acreditamos que preparar um estudante para o vestibular é importante.

    Mas preparar esse estudante para a universidade, para o mercado de trabalho e para os desafios da vida é ainda mais.

    Por isso, a iniciação científica faz parte de uma proposta pedagógica que valoriza o protagonismo, o pensamento crítico e a aprendizagem baseada em investigação.

    Ao longo dessa jornada, os alunos são incentivados a fazer perguntas, desenvolver pesquisas, produzir artigos científicos, apresentar seus resultados e compreender que também podem contribuir para a construção do conhecimento.

    Mais do que dominar conteúdos, aprendem a analisar, argumentar, comunicar e resolver problemas com autonomia.

    É uma formação que acompanha o estudante muito depois da formatura.

    Como a história da Lívia demonstra, os resultados aparecem na universidade, nas oportunidades acadêmicas, na segurança para enfrentar novos desafios e, principalmente, na maneira como cada aluno passa a enxergar sua própria capacidade de aprender.

    Porque, quando um jovem descobre que é capaz de construir conhecimento, ele leva consigo uma competência que nenhuma prova consegue medir, mas que fará diferença por toda a vida.

    Perguntas frequentes sobre iniciação científica no Ensino Médio

    O que é iniciação científica?

    A iniciação científica é um processo de aprendizagem em que o estudante desenvolve uma pesquisa utilizando métodos científicos para investigar um problema, responder a uma pergunta ou aprofundar um tema de interesse. Durante esse percurso, ele aprende a buscar informações confiáveis, analisar dados, construir argumentos e apresentar conclusões de forma estruturada.

    Mais do que produzir um artigo científico, a iniciação científica desenvolve competências como pensamento crítico, autonomia, organização, comunicação e resolução de problemas.

    Qual é a importância da iniciação científica no Ensino Médio?

    A iniciação científica no Ensino Médio permite que o estudante desenvolva habilidades que vão muito além do conteúdo das disciplinas.

    Ao realizar uma pesquisa, ele aprende a formular perguntas relevantes, interpretar informações, comparar diferentes fontes e construir conhecimento com base em evidências. Essas competências são fundamentais tanto para a universidade quanto para o mercado de trabalho, além de contribuírem para uma aprendizagem mais significativa e autônoma.

    Quais habilidades um aluno desenvolve ao escrever um artigo científico?

    Produzir um artigo científico ajuda o estudante a desenvolver competências valorizadas em diferentes áreas da vida, como:

    Essas habilidades acompanham o aluno durante a graduação, na carreira profissional e em qualquer situação que exija análise crítica e tomada de decisão.

    Fazer iniciação científica ajuda na universidade?

    Sim. Estudantes que vivenciam a iniciação científica ainda no Ensino Médio costumam chegar à graduação mais preparados para as atividades acadêmicas.

    Eles já possuem familiaridade com artigos científicos, referências bibliográficas, apresentações de trabalhos e metodologias de pesquisa, o que facilita a adaptação à rotina universitária.

    Além disso, essa experiência pode aumentar a segurança do estudante para participar de projetos de pesquisa, programas de iniciação científica e outras oportunidades oferecidas pela universidade.

    É muito cedo para fazer pesquisa científica no Ensino Médio?

    Não. Pelo contrário.

    O Ensino Médio é um momento importante para desenvolver competências como curiosidade, autonomia e pensamento crítico. A pesquisa científica permite que os estudantes aprendam a investigar problemas, analisar informações e construir conhecimento desde cedo, preparando-os para desafios acadêmicos e profissionais futuros.

    Quanto mais cedo essas habilidades são desenvolvidas, mais natural se torna o processo de aprendizagem ao longo da vida.

    Todo aluno consegue escrever um artigo científico?

    Sim. Desde que tenha orientação adequada, qualquer estudante pode desenvolver um projeto de pesquisa compatível com sua etapa de formação.

    O objetivo da iniciação científica no Ensino Médio não é formar pesquisadores profissionais, mas ensinar os alunos a investigar, organizar ideias, argumentar e compreender como o conhecimento científico é produzido.

    Com acompanhamento dos professores, o processo torna-se acessível e enriquecedor para diferentes perfis de estudantes.

    A iniciação científica serve apenas para quem quer seguir carreira acadêmica?

    Não.

    Embora seja uma excelente preparação para a universidade, a iniciação científica beneficia estudantes que desejam atuar em qualquer área profissional.

    As competências desenvolvidas durante a pesquisa, como análise crítica, comunicação, resolução de problemas, organização e autonomia, são valorizadas em profissões ligadas à saúde, engenharia, direito, administração, tecnologia, comunicação, empreendedorismo e muitas outras.

    Por isso, a iniciação científica contribui para formar profissionais mais preparados para aprender continuamente e enfrentar desafios complexos.

    Como a Premere trabalha a iniciação científica no Ensino Médio?

    Na Premere, a iniciação científica faz parte de uma proposta pedagógica que incentiva os estudantes a irem além da memorização de conteúdos.

    Ao longo desse processo, os alunos aprendem a formular perguntas de pesquisa, buscar referências confiáveis, produzir artigos científicos, apresentar seus resultados e desenvolver competências como pensamento crítico, comunicação, organização e autonomia.

    Mais do que preparar para vestibulares, a escola busca formar jovens capazes de investigar, construir conhecimento e enfrentar os desafios da universidade, da carreira e da vida com confiança e protagonismo.

  • Ensino Médio em Maringá: por que a Premere é a melhor escola?

    Ensino Médio em Maringá: por que a Premere é a melhor escola?

    Escolher a escola certa no Ensino Médio é uma decisão que molda o futuro. É nesse período que o jovem consolida sua identidade, descobre seus interesses, define seus primeiros projetos de vida e se prepara para escolhas acadêmicas e profissionais.

    Em Maringá, o Colégio Premere destaca-se como uma instituição que vai além do tradicional: nasce da inquietação de educadores experientes e da intenção de construir uma proposta verdadeiramente alinhada às demandas do jovem.

    Enquanto muitas escolas ainda operam com práticas e metodologias do passado, a Premere tem uma resposta atual, viva e intencional à Lei do Novo Ensino Médio.

    Aqui, o estudante encontra uma formação que une propósito, autonomia, protagonismo e experiências significativas, preparando-o para pensar, agir e construir conhecimento de forma crítica e consciente.

    A seguir, você entende por que o Colégio é referência em Ensino Médio em Maringá.

    Uma escola criada para dialogar com o jovem

    A Premere nasceu da iniciativa de oito profissionais da educação que, ao observar o cenário das escolas tradicionais, perceberam um desalinhamento evidente entre o que o jovem precisa e o que a escola entrega.

    Essa visão se materializa em uma estrutura pedagógica que respeita o ritmo individual, incentiva a autonomia e valoriza o projeto de vida de cada estudante. A escola entende que o jovem precisa aprender a se posicionar no mundo, desenvolver argumentação, sustentar suas ideias e agir com responsabilidade.

    Por isso, a Premere não apenas transmite conhecimento, mas ajuda o aluno a construir significado e identidade dentro do processo educativo.

    Conheça a jornada do estudante do ensino médio e pré-vestibular aqui na escola.

    Metodologia baseada em projetos e protagonismo estudantil

    A escola adota uma metodologia autoral, que aproxima o estudante da realidade e o coloca como sujeito ativo na construção do próprio conhecimento. Isso acontece por meio de:

    • projetos reais, que conectam teoria e prática e desafiam o aluno a aplicar o que aprende em situações concretas;
    • desenvolvimento de competências essenciais para o século 21, como colaboração, pensamento crítico, empatia e criatividade;
    • incentivo à autonomia, permitindo que o estudante tome decisões, organize processos e construa caminhos próprios;
    • resolução de problemas complexos, conectando questões acadêmicas a temas sociais, ambientais e culturais que fazem parte do cotidiano.

    Esse formato garante que o aluno entenda por que está aprendendo, como aquele conhecimento se conecta com o mundo e de que maneira pode usá-lo para tomar decisões relevantes.

    Os pilares do Colégio Premere

    Os pilares não são apenas conceitos, são diretrizes vivas que orientam cada experiência, cada aula e cada projeto dentro da escola.

    1. Proposta Inovadora

    A inovação na Premere não é estética ou pontual. Ela está na forma de ensinar e aprender. A metodologia própria, centrada na problematização, incentiva o aluno a analisar situações, levantar hipóteses, testar soluções e ter pensamento crítico. Em vez de receber respostas prontas, ele constrói sentido, desenvolvendo autonomia intelectual e domínio sobre o conhecimento.

    2. Ensino Humanizado

    A Premere entende que o estudante chega à escola com repertório, emoções, histórias e desafios únicos. Por isso, o ensino humanizado é parte essencial da proposta: aqui, o jovem é visto como um ser multifacetado, cujas particularidades ampliam suas potencialidades. O acolhimento, o diálogo e a construção de vínculos fortalecem a confiança e impactam diretamente o desempenho escolar.

    3. Educação Empreendedora

    Mais do que estimular o aluno a criar negócios, a educação empreendedora desenvolve a habilidade de enxergar oportunidades, propor soluções, gerenciar processos e transformar ideias em ação. Esse eixo estimula criatividade, liderança, autonomia e visão estratégica, competências indispensáveis tanto na vida pessoal quanto na profissional.

    4. Estrutura Multifuncional

    Ambientes amplos, acolhedores e flexíveis reforçam a ideia de pertencimento e tornam o colégio um espaço convidativo à convivência, à pesquisa e à criação. Áreas abertas, integração com a natureza e salas adaptáveis contribuem para experiências de aprendizagem mais ricas e diversificadas.

    5. Tecnologia Educacional

    A tecnologia é integrada ao cotidiano do aluno, permitindo que ele tenha experiências práticas com ferramentas que fortalecem pesquisas, apresentações, organização de estudos e criação de projetos. Recursos digitais e equipamentos modernos ampliam possibilidades, tornam o processo mais dinâmico e ajudam o estudante a desenvolver competências digitais fundamentais para o mundo atual.

    6. Programa Bilíngue

    O inglês deixa de ser apenas uma disciplina e passa a ser uma ferramenta de comunicação global. Com carga horária estendida e metodologia envolvente, o programa bilíngue expande o repertório cultural, melhora o desempenho acadêmico e prepara o jovem para estudar, trabalhar e se comunicar em diferentes contextos ao redor do mundo.

    Gostou de conhecer os pilares do Colégio? Agende uma visita e conheça presencialmente em Maringá!

    Novo Ensino Médio: formação completa

    A implementação do Novo Ensino Médio no Brasil trouxe desafios para muitas instituições, mas na Premere ele se tornou uma grande oportunidade de inovação. Como o colégio já nasceu alinhado a esse modelo, a estrutura curricular é coerente, atual e profundamente significativa.

    Formação Geral Básica (FGB)

    É a base do percurso formativo, com conteúdos alinhados à BNCC e organizados de forma interdisciplinar. A profundidade e a conexão entre áreas evitam a fragmentação do conhecimento e tornam o aprendizado mais sólido e intencional.

    Itinerários Formativos (IF)

    Nesta etapa, o estudante personaliza sua jornada ao escolher trilhas alinhadas aos seus interesses, habilidades e expectativas para o futuro. Os itinerários formativos estimulam o protagonismo e permitem que o jovem explore diferentes áreas, desenvolvendo visão crítica, maturidade e autoconhecimento para decisões futuras, seja na carreira, na universidade ou em projetos de vida.

    Material didático: GeekieOne + Chromebook

    O material didático também reflete o compromisso da Premere com inovação e personalização. O GeekieOne, plataforma reconhecida nacionalmente, oferece conteúdo atualizado, aprofundado e adaptável às necessidades do estudante.

    Ele possibilita:

    • trilhas flexíveis que respeitam o ritmo individual;
    • atualização constante dos conteúdos;
    • estratégias de ensino personalizadas;
    • integração com aulas, projetos e Itinerários Formativos;
    • acesso remoto para estudo em qualquer lugar.

    Para garantir acesso completo ao material e fortalecer a autonomia do estudante, cada aluno recebe um Chromebook cedido pela escola, facilitando pesquisas, produção de projetos e organização acadêmica ao longo de toda a sua jornada.

    Por que a Premere é a melhor escola de Ensino Médio em Maringá?

    A Premere não se limita a seguir tendências, ele antecipa o futuro da educação.

    • Criado por especialistas que entenderam o que faltava no ensino tradicional
    • Metodologia centrada no jovem, em seu ritmo e em suas necessidades reais
    • Projetos que desenvolvem habilidades práticas, emocionais e sociais
    • Trilhas flexíveis que respeitam interesses e talentos individuais
    • Forte alinhamento com a BNCC e com o Novo Ensino Médio
    • Experiências profundas que ampliam repertório, visão de mundo e autonomia
    • Estrutura moderna que acolhe, inspira e fortalece o aprendizado
    • Pilares sólidos que orientam cada etapa da formação
    • Tecnologia integrada de forma natural ao processo educativo
    • Programa bilíngue consistente, envolvente e com resultados reais

    É uma escola que combina inovação, propósito e resultados, e isso faz toda a diferença no desenvolvimento do estudante.

    Por fim, a escolha do Ensino Médio define como o jovem se vê, como pensa, como age e como constrói seu futuro. O Colégio Premere entende a importância desse momento e oferece um caminho mais humano, mais atual e mais inteligente para formar estudantes preparados para enfrentar os desafios da vida contemporânea.

    Agende uma visita e descubra, na prática, como funciona uma escola que transforma a maneira de aprender e de viver o Ensino Médio.

    A Premere está pronta para receber você e sua família, e apresentar um novo olhar sobre educação. Acompanhe também o nosso Instagram.

  • Projeto de vida: o que é e importância nas escolas

    Projeto de vida: o que é e importância nas escolas

    A escola é um espaço que vai muito além do ensino de conteúdos acadêmicos: é também um lugar de formação para a vida. É nesse ambiente que os estudantes descobrem seus talentos, aprendem a fazer escolhas e projetam o futuro.

    Nesse contexto, o projeto de vida tem ganhado cada vez mais destaque como ferramenta pedagógica para desenvolver o autoconhecimento, a autonomia e o senso de propósito nos jovens. Saiba mais neste post do Colégio Premere!

    O projeto de vida nas escolas é um trabalho estruturado para apoiar os alunos a refletirem sobre quem são, o que desejam para o futuro e como podem alcançar seus objetivos. É um processo contínuo, que envolve diálogo, autoconhecimento e construção de metas realistas.

    No Colégio Premere, o projeto de vida tem o foco no autoconhecimento como suporte para a tomada de decisão, promovendo autonomia e criticidade diante das mais diversas situações do cotidiano. Quer saber mais? Acesse o nosso site e confira os diferenciais do colégio, localizado em Maringá, Paraná!

    Trabalhar o projeto de vida na escola é essencial para ajudar os alunos a desenvolverem habilidades socioemocionais, como responsabilidade, empatia e resiliência.

    Essas competências são fundamentais para que cada estudante se torne protagonista de sua própria trajetória, aprendendo a planejar os próximos passos. Além disso, quando a escola valoriza o projeto de vida, cria um ambiente mais acolhedor, onde o jovem sente que seus sonhos são importantes.

    Concluindo, essa relação de confiança fortalece o vínculo entre aluno, família e instituição, impactando positivamente a permanência e o engajamento escolar. Mas afinal, qual é sua importância no contexto escolar? Veja no próximo tópico!

    A importância do projeto de vida é que ele ajuda o estudante a se conhecer melhor, identificar seus pontos fortes e entender o que precisa desenvolver para alcançar o que deseja.

    A sua relevância está justamente em dar um norte para o jovem, evitando decisões precipitadas e inseguranças excessivas. Com o projeto de vida, o estudante aprende a fazer escolhas mais conscientes, alinhadas ao seu propósito e ao contexto em que vive.

    Leia também: Como desenvolver o pensamento crítico na escola.

    Na prática, o projeto de vida pode ser trabalhado de forma integrada ao currículo e à rotina escolar, não como uma disciplina isolada, mas como uma cultura viva que atravessa diferentes momentos do ano letivo.

    É por meio de experiências reais que os alunos refletem sobre quem são, o que querem e como podem conquistar seus objetivos. Veja só algumas estratégias que podem fazer parte do projeto de vida:

    • Oficinas e workshops temáticos: encontros para trabalhar temas como autoconhecimento, escolhas profissionais e planejamento de metas.
    • Rodas de conversa: momentos para compartilhar experiências, ouvir histórias inspiradoras e trocar ideias sobre sonhos e desafios.
    • Atividades reflexivas: elaboração de mapas de vida, linha do tempo pessoal, cartas para o “eu do futuro”, entre outros exercícios de autoanálise.
    • Acompanhamento individualizado: orientação personalizada para apoiar cada estudante em suas escolhas acadêmicas, profissionais e pessoais.

    Um exemplo prático é quando a escola organiza uma semana de orientação vocacional, convidando profissionais de diferentes áreas para palestrar e tirar dúvidas dos alunos. Ou ainda, projetos que incentivem o empreendedorismo ou a participação em ações sociais, mostrando que também se conecta com o impacto que o jovem quer gerar na sociedade.

    Os professores e orientadores atuam como facilitadores nesse processo, estimulando os alunos a aprenderem com erros, a celebrarem conquistas e a revisarem suas metas sempre que necessário.

    Dessa forma, o projeto de vida se torna uma ferramenta flexível e dinâmica, que cresce junto com o estudante e o ajuda a fazer escolhas mais conscientes para o presente e o futuro.

    O objetivo principal é apoiar o estudante a se tornar protagonista de sua própria história. Isso significa ajudá-lo a entender quem é, o que quer e como pode alcançar seus objetivos de forma ética e responsável. Mais do que isso, o projeto de vida busca formar cidadãos críticos, empáticos e preparados para transformar a sociedade.

    No dia a dia, isso se traduz em jovens mais confiantes, com maior clareza sobre suas escolhas acadêmicas e profissionais, além de mais preparados para lidar com os desafios do mundo contemporâneo.

    No Colégio Premere, o projeto de vida é parte essencial da formação dos alunos. A proposta tem como base o autoconhecimento, apoiando os estudantes a desenvolverem autonomia e senso crítico para tomar decisões conscientes.

    As atividades são planejadas para incentivar reflexões profundas, estimulando cada um a construir um caminho alinhado aos seus sonhos e valores.

    Com um acompanhamento próximo e acolhedor, o Colégio Premere contribui para que cada aluno se sinta protagonista da sua própria história, pronto para enfrentar os desafios do presente e do futuro. Fale com a nossa equipe e saiba mais!

  • 10 cursos mais concorridos do Brasil e do Paraná

    10 cursos mais concorridos do Brasil e do Paraná

    Conquistar uma vaga em uma universidade pública é o sonho de muitos estudantes, especialmente naquelas áreas com alta procura e poucas vagas disponíveis. Medicina, Direito e Psicologia são exemplos clássicos, mas a lista muda conforme o estado, a universidade e até mesmo o tipo de seleção.

    Neste post do Colégio Premere, você vai descobrir quais são os cursos mais concorridos do Brasil, do Paraná e da UFPR, além de entender como se preparar melhor e o que fazer se não passar no Sisu. Continue a leitura e saiba todos os detalhes. Vamos lá?

    A cada edição do Sisu, alguns cursos se destacam pela altíssima concorrência, com dezenas ou até centenas de candidatos por vaga. Em geral, áreas da saúde, do direito e da psicologia figuram no topo da lista.

    Esses cursos atraem pela estabilidade profissional, prestígio e ampla atuação no mercado. Os dados são de levantamentos recentes feitos pelo G1 e pelo Ministério da Educação.

    O Paraná segue a tendência nacional, com cursos como Medicina, Direito e Psicologia entre os mais procurados em universidades públicas. A diferença está na distribuição entre as instituições estaduais e federais, que possuem vestibulares próprios ou participam do Sisu.

    A concorrência pode variar bastante entre cidades e campi. A lista foi feita com base nos dados dos vestibulares da UEL, UEM e reportagens regionais.

    Você certamente já ouviu falar do Novo Ensino Médio, mas sabe de fato o que é e como funciona? Acesse o post e confira as informações.

    A UFPR é uma das universidades mais prestigiadas do Brasil, e seus cursos mais disputados exigem excelente preparação. Medicina, Psicologia e Direito lideram o ranking, com destaque também para áreas como Biomedicina e Arquitetura.

    O vestibular da UFPR é conhecido por ser exigente e atrair milhares de candidatos de todo o país. Os dados foram coletados no portal Estratégia Vestibulares com base na edição 2025 do concurso.

    • Medicina – Curitiba: 64,1 candidatos/vaga
    • Medicina – Toledo: 57,31
    • Biomedicina: 26,28
    • Psicologia: 27,5
    • Direito – Matutino: 22,33
    • Fisioterapia: 20,6
    • Medicina Veterinária – Curitiba: 19,17
    • Ciência da Computação: 18,45
    • Arquitetura e Urbanismo: 17,54
    • Direito – Noturno: 16,45
    • Artes Visuais, Jornalismo, Design Gráfico, Publicidade e Enfermagem nas posições seguintes.

    Além dos dados de universidades específicas, é importante observar os cursos mais procurados em nível nacional. Essa lista considera tendências do Sisu, de vestibulares tradicionais e da preferência dos candidatos ao longo dos anos.

    Ela reflete não apenas o número de inscritos, mas também o interesse do mercado de trabalho. Os dados foram organizados a partir de informações públicas do Inep, MEC e sites especializados.

    Nem sempre a primeira tentativa dá certo, e tudo bem. Se você não conseguir vaga no Sisu, ainda há várias alternativas para seguir estudando e se preparar para novas oportunidades.

    A lista de espera do Sisu, vestibulares próprios, Prouni e Fies são caminhos possíveis. O importante é manter o foco, avaliar o desempenho e planejar os próximos passos com estratégia.

    • Inscrição na lista de espera do Sisu
    • Vestibulares próprios, por exemplo UFPR, UEM e UEL
    • Avaliar programas como Prouni (bolsas) e Fies (financiamento)
    • Apostar na revisão de estratégias, estudar pontos fracos e tentar novamente

    O Colégio Premere acredita que cada aluno tem potencial para chegar onde quiser, e oferece um ambiente de preparação completo. Acompanhamento pedagógico, simulados, orientação de estudos e apoio emocional fazem parte da jornada.

    Seja para passar em Medicina, Direito, Engenharia ou qualquer outro curso, você vai contar com quem entende de aprovação. Nosso objetivo é que você viva a emoção de ver seu nome na lista de aprovados.

    Além da preparação acadêmica,a Premere também valoriza o equilíbrio emocional do estudante, com apoio psicológico e orientação vocacional. Afinal, sabemos que prestar vestibular vai muito além de decorar fórmulas, é um processo que exige confiança, foco e estratégia.

    Por isso, incentivamos o autoconhecimento e a construção de uma rotina personalizada, respeitando o ritmo de cada aluno.

    Com um time de professores experientes e atualizados com as exigências dos principais exames do país, a Premere garante um ensino que vai direto ao ponto.

    Aqui, você aprende com propósito e se prepara com quem já ajudou centenas de alunos a conquistar seus sonhos. Seja qual for o seu objetivo, estamos prontos para caminhar com você até ele. Fale com a gente!

  • Como escolher a melhor escola de Ensino Médio

    Como escolher a melhor escola de Ensino Médio

    Escolher a escola certa para o Ensino Médio é uma das decisões mais importantes na vida acadêmica de um estudante.

    Afinal, é nesse período que os jovens aprofundam conhecimentos, desenvolvem habilidades para o futuro e se preparam para desafios como o Enem, vestibulares e o ingresso no mundo do trabalho.

    Mas, com tantas opções disponíveis, como saber qual escola oferece a melhor base? Neste artigo, reunimos dicas valiosas para ajudar você a tomar essa decisão com segurança, e mostramos por que o Colégio Premere é a melhor escolha em Maringá.

    Desde 2022, o Ensino Médio passou por mudanças estruturais em todo o Brasil, com a implementação do Novo Ensino Médio, uma proposta que visa tornar a educação mais conectada à realidade dos jovens e ao mercado atual.

    Agora, além das disciplinas tradicionais, os estudantes passam a ter uma carga horária ampliada e acesso aos Itinerários Formativos, que permitem aprofundar seus estudos em áreas com as quais mais se identificam.

    Com o Novo Ensino Médio, os estudantes passam a desenvolver projetos, trilhas e competências ligadas à autonomia e projeto de vida. Por isso, entender como uma escola aplica essa nova estrutura é fundamental para fazer a escolha certa.

    Antes de iniciar a busca pela escola ideal, é importante que a família reflita sobre o que espera da formação do estudante. A escola deve apenas preparar para o vestibular? Ou também precisa formar cidadãos críticos, éticos e preparados para o mundo?

    No Colégio Premere, essa reflexão faz parte do nosso dia a dia. Aqui, acreditamos que a excelência acadêmica deve caminhar junto com a formação humana. Dessa forma, preparamos nossos alunos para os vestibulares mais concorridos do país, sem abrir mão do desenvolvimento emocional, social e ético.

    Visitar sites, redes sociais, conversar com pais e alunos, participar de visitas guiadas… Tudo isso faz diferença. A ação de pesquisar permite comparar metodologias, resultados, atividades extracurriculares e diferenciais de cada escola.

    O Colégio Premere mantém uma comunicação ativa e transparente com as famílias, e quem conhece de perto nossa estrutura e proposta percebe o quanto valorizamos cada etapa da jornada educacional.

    Nossas redes sociais (como você pode conferir aqui) eventos abertos e encontros com pais mostram como envolvemos alunos e responsáveis em uma comunidade escolar viva, colaborativa e comprometida.

    Uma boa escola de Ensino Médio deve combinar rigor acadêmico com metodologias ativas, que estimulem o pensamento crítico, a autonomia e o interesse genuíno pelo conhecimento.

    Na Premere, trabalhamos com projetos interdisciplinares, pesquisa científica e metodologia atualizada que colocam o aluno no centro do aprendizado.

    Nós incentivamos a curiosidade, a autonomia e o protagonismo dos nossos estudantes, sempre com o suporte de uma equipe pedagógica próxima e acolhedora.

    Ambientes bem equipados fazem diferença na rotina escolar. Avalie se a escola oferece biblioteca, espaços de convivência e tecnologia aplicada ao ensino.

    No Colégio Premere, a infraestrutura é pensada para inspirar aprendizado. Contamos com ambientes acolhedores, espaços ao ar livre, salas bem equipadas e tecnologia integrada ao ensino. Tudo isso aliado a um corpo docente altamente capacitado e atento ao desenvolvimento individual de cada aluno.

    O mundo muda rapidamente e a educação precisa acompanhar esse ritmo. Por isso, é essencial escolher uma escola que vá além do currículo básico e ofereça vivências que desenvolvam:

    A Premere oferece tudo isso com excelência. Nossa proposta pedagógica é conectada com o futuro e promove experiências práticas, internacionais e formativas, preparando os alunos para a vida acadêmica, profissional e pessoal com confiança, empatia e visão global.

    No Colégio Premere, acreditamos em uma educação transformadora, que combina alta qualidade acadêmica, inovação e desenvolvimento integral.

    Nossa proposta pedagógica está alinhada às diretrizes do Novo Ensino Médio, com Itinerários Formativos que despertam o interesse dos alunos e os preparam para os desafios do século XXI. Contamos com:

    Viu só? Mais do que uma escola, somos um espaço onde o aluno é protagonista da sua trajetória.

    Se você busca uma escola que prepara o seu filho para o vestibular, para o mercado e para a vida, o Colégio Premere é o lugar certo. Para agendar uma visita, conversar com nossa equipe e conhecer a estrutura completa, entre em contato pelos nossos canais oficiais.

    O melhor Ensino Médio em Maringá é o do Colégio Premere, que une excelência acadêmica e formação integral. Com uma proposta pedagógica atualizada e acolhedora, a Premere prepara seus alunos para os desafios do vestibular e da vida, trabalhando o desenvolvimento intelectual, emocional e social de forma equilibrada.

    Além disso, a escola valoriza o protagonismo do estudante e estimula o pensamento crítico por meio de projetos interdisciplinares, ensino bilíngue, empreendedorismo, iniciação científica e educação socioemocional.

    Na Premere, cada etapa da vida escolar é vivida com significado, desafios e conquistas. Aqui, o Ensino Médio é mais do que preparação para o futuro: é um tempo de descoberta, crescimento e realização. Venha fazer parte dessa jornada. Seja Premere!

  • O que é inteligência espacial e como desenvolvê-la

    O que é inteligência espacial e como desenvolvê-la

    Vamos começar este artigo com a citação de um importante educador, Matthew Lipman, que desenvolveu um programa voltado para estimular o pensamento crítico desde a infância: “o pensamento crítico é a capacidade de examinar suposições, avaliar evidências e desenvolver argumentos bem fundamentados”.

    Sabemos que em um mundo cada vez mais dinâmico, desenvolver o pensamento crítico se tornou essencial para que os alunos possam analisar informações, argumentar com embasamento e tomar decisões conscientes, não só no âmbito estudantil, como também na vida adulta.

    Assim, cabe às escolas promover ambientes que estimulem essa habilidade nos estudantes. Saiba o que significa esse conceito e como o Colégio Premere aplica na sala de aula.

    O que significa pensamento crítico?

    O pensamento crítico pode ser definido como a habilidade de analisar e avaliar informações de maneira lógica e reflexiva, a fim de formar um julgamento fundamentado. De acordo com o pesquisador Robert Ennis, “pensar criticamente envolve disposição para considerar diferentes perspectivas, raciocínio argumentativo e tomada de decisão com base em evidências”.

    Portanto, essa competência vai além da memorização de conteúdos, exigindo análise, questionamento e criatividade. Interessante, não é? Continue a leitura e entenda qual é a sua base.

    Qual é a base do senso crítico?

    O senso crítico se fundamenta em três pilares principais: curiosidade intelectual por meio da capacidade de questionar e explorar diferentes perspectivas. Raciocínio lógico com a habilidade de analisar argumentos e identificar informações erradas. Por fim, a autonomia cognitiva, com a capacidade de formar opiniões próprias com base em evidências.

    Para o pedagogo Paulo Freire, “a educação precisa formar indivíduos capazes de intervir no mundo com pensamento reflexivo e transformador”. Dessa forma, estimular o senso crítico é um passo fundamental na formação cidadã.

    Leia também: Inteligência Artificial na Educação: entenda a relação.

    Como posso desenvolver o pensamento crítico na escola?

    Para incentivar essa habilidade em sala de aula, algumas práticas pedagógicas são essenciais. A primeira delas é estimular o debate: promover discussões sobre temas atuais e controversos. Ainda, é importante incentivar a argumentação, ou seja, ensinar os alunos a construírem e defenderem seus pontos de vista. Utilizar metodologias ativas, como sala de aula invertida, estudo de casos e resolução de problemas, também colabora.

    E tem mais: ao fomentar a leitura crítica, os professores são capazes de trabalhar diferentes fontes de informação e ensinar os alunos a verificarem sua credibilidade.

    Veja como a Premere já aplicou o pensamento crítico

    Um exemplo de como aplicar o pensamento crítico na sala de aula é o que o Colégio Premere realizou com a turma do terceiro ano de 2025. Veja só:

    Em um único dia, os alunos participaram de um aprendizado interdisciplinar com o texto “Pense na Lagosta”, de David Foster Wallace, que já havia caído no vestibular da UFPR. Após lerem o texto, a turma se envolveu em atividades que estimularam a reflexão e a análise crítica de diferentes formas.

    Os alunos discutiram o significado do texto e as metáforas presentes nele, refletindo sobre como o inesperado pode impactar a vida de maneiras profundas. Além disso, a turma conectou o conceito de imprevisibilidade do texto com eventos históricos significativos, analisando como momentos inesperados moldaram o curso da humanidade.

    Ao final do dia, os alunos não só entenderam o texto de uma maneira mais rica, mas também aprenderam a aplicar o pensamento crítico em várias áreas do conhecimento.

    Qual a importância de desenvolver o pensamento crítico na escola?

    A formação do pensamento crítico permite que os estudantes se tornem cidadãos mais ativos e conscientes. Estudos indicam que alunos que desenvolvem essa habilidade têm maior desempenho acadêmico e são mais preparados para o mercado de trabalho. Além disso, favorece a resolução de problemas, a criatividade e a autonomia na aprendizagem.

    Como fomentar o pensamento crítico no projeto pedagógico?

    As escolas podem incluir o pensamento crítico no projeto pedagógico por meio da interdisciplinaridade, conectando diferentes áreas do conhecimento para uma visão mais ampla e integrada. Além disso, é possível aplicar projetos investigativos, estimulando a pesquisa e a construção do conhecimento pelos alunos.

    O uso da tecnologia, por sua vez, ajuda os estudantes a explorar ferramentas digitais que incentivam a análise crítica de informações.

    Quais são 5 exemplos de senso crítico?

    1. Questionamento de fontes: avaliar se uma notícia é confiável antes de compartilhá-la.
    2. Análise de discurso político: compreender as intenções por trás das mensagens.
    3. Tomada de decisão consciente: escolher produtos considerando sustentabilidade e impacto social.
    4. Discussão argumentativa: debater sobre temas controversos com base em fatos.
    5. Solução de problemas: encontrar respostas criativas para desafios do cotidiano.

    Como o Colégio Premere desenvolve o pensamento crítico?

    O Colégio Premere adota estratégias para estimular o pensamento crítico entre seus alunos, incluindo os projetos interdisciplinares que promovem conexões entre diferentes disciplinas e realidades. Além disso, investimos no estudo de empreendedorismo, incentivando a autonomia, a criatividade e a resolução de problemas.

    Ainda, proporcionamos a Iniciação científica, estimulando a investigação e a análise crítica de temas diversos. Com essas abordagens, os alunos do Colégio Premere são incentivados a desenvolver habilidades essenciais para o século XXI, preparando-se para desafios acadêmicos, profissionais e sociais de forma consciente e autônoma.

  • Educação 5.0: o que é e como colocá-la em prática

    Educação 5.0: o que é e como colocá-la em prática

    A Educação 5.0 é um conceito que vai além das tradicionais abordagens pedagógicas. Isso porque ela busca preparar os alunos para não só utilizarem a tecnologia, mas também para fazerem bom uso dela, sempre com foco no bem-estar e no desenvolvimento social.

    Essa nova abordagem não elimina as etapas anteriores (2.0, 3.0 e 4.0), mas as complementam, criando um ambiente educacional mais dinâmico, colaborativo e focado no aluno.

    No Colégio Premere, a Educação 5.0 é aplicada de forma prática. Ao longo deste texto, você vai conhecer o que é esse conceito e como aplicamos na sala de aula.

    Em entrevista ao Jornalismo Novabrasil, Gilberto Barroso, presidente da Empresa Criança para Criança, explicou o conceito de Educação 5.0: “a educação tem passado por mudanças desde a Revolução Industrial. Naquela época, o modelo era centrado no professor, que detinha todo o conhecimento, enquanto o aluno era um receptor passivo”.

    Ele continuou: “na Educação 2.0, a tecnologia entrou para melhorar as oportunidades de trabalho. Na 3.0, surgiram as modalidades de ensino a distância. Na 4.0, a tecnologia se fundiu aos espaços físicos das escolas, com investimentos em salas especializadas”.

    A Educação 5.0, segundo Barroso, vai além: “ela foca no desenvolvimento socioemocional dos alunos, ajudando-os a desenvolver um discernimento mais apurado sobre como usar essas novas tecnologias. A ideia é discutir temas importantes, sem medo de errar. É a combinação do que a tecnologia oferece à educação com a promoção do bem-estar dos alunos e sua conexão com a sociedade”.

    Quais são os 5 elementos da educação?

    Os 5 elementos da educação abordam diferentes aspectos que contribuem para o desenvolvimento integral do aluno. Continue a leitura e confira os cinco principais:

    1- Conteúdo

    Esse elemento se refere ao conhecimento que será transmitido aos alunos. Isso inclui os temas, disciplinas e informações que são ensinados de forma estruturada, tanto no âmbito acadêmico quanto prático.

    2- Método

    Já o método diz respeito à abordagem pedagógica utilizada para ensinar o conteúdo. Pode incluir métodos tradicionais (como aulas expositivas) ou mais inovadores (como aprendizagem ativa, projetos colaborativos e uso de tecnologias).

    3- Professor

    O educador é um dos pilares, pois é o facilitador do aprendizado. Sua função vai além de transmitir conteúdo**; ele é responsável por orientar, motivar e apoiar os alunos** no processo de aprendizagem.

    4- Aluno

    Hoje o estudante é o centro do processo educacional. Afinal, é ele quem recebe, processa e aplica o conhecimento. O engajamento, a motivação e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais são essenciais para o sucesso do aprendizado.

    5- Ambiente de aprendizagem

    O ambiente de aprendizagem, por sua vez, refere-se ao espaço físico e social. É onde o aprendizado ocorre. Isso inclui salas de aula, plataformas digitais, recursos tecnológicos e a cultura escolar, que devem ser favoráveis ao desenvolvimento do aluno.

    Leia também: Guia completo e atualizado sobre o SISU.

    Qual a diferença entre Educação 4.0 e Educação 5.0?

    Quando surge a atualização de algum conceito, é comum as pessoas pensarem que a novidade vai substituir o que já existe. Porém, não acontece nesse caso, pois a Educação 5.0 não substitui a Educação 4.0. Na verdade, elas se complementam.

    A Educação 4.0 coloca o aluno como protagonista dentro da sala de aula e conecta os espaços físicos da escola, focando nas habilidades digitais e na abordagem multidisciplinar. Além disso, ela valoriza a resolução de problemas por meio de atividades criativas e espaços modernos.

    A Educação 5.0, por sua vez, aproveita esses mesmos conceitos da 4.0, mas vai além: ela orienta o aluno a utilizar a tecnologia para o bem coletivo, a ter um discernimento mais apurado sobre como usar essas novas tecnologias e incentivando ações que melhorem a vida das pessoas.

    Como levar a Educação 5.0 à sala de aula?

    Em artigo para a Revista Educação, a professora Débora Garofalo falou sobre as formas em que a Educação 5.0 é colocada em prática, ou seja, como é implementada na sala de aula. Aqui, você descobre como cada um desses aspectos são trabalhados no Colégio Premere. Continue a leitura e saiba mais:

    1- Integração de tecnologias

    No artigo, a professora afirmou que “a utilização de recursos tecnológicos como tablets, computadores e aplicativos educacionais enriquecem as aulas e promovem a interação dos estudantes com o conteúdo”.

    No Colégio Premere, a tecnologia não é só ferramenta, é parte da aula! Com os chromebooks, a galera aprende de forma interativa, sempre com conteúdos atualizados e desenvolvendo habilidades digitais que são super necessárias hoje em dia.

    2- Aprendizagem ativa

    O fato de proporcionar experiências significativas que ampliam e fortalecem o conhecimento é levado a sério aqui na Premere. Por isso, nada de só ouvir o professor falar. A gente coloca a mão na massa com projetos e atividades que conectam o que o aluno aprende com a vida real. É aprender participando de verdade!

    3- Desenvolvimento de habilidades socioemocionais

    Na Premere, cada aluno aprende a lidar com as emoções e a trabalhar bem em equipe. Tudo isso porque a gente valoriza a empatia e resiliência. Afinal, o sucesso não é só saber fazer, é saber ser também. Dessa forma, desenvolver habilidades é fundamental também para o sucesso pessoal, além do profissional.

    4- Personalização do ensino

    Aqui, o modelo está de acordo com a implementação do Novo Ensino Médio, promovido pelo Ministério da Educação (MEC), que traz uma estrutura curricular flexível, sendo a Base Nacional Comum Curricular ocupando 60% da carga horária, composta por disciplinas obrigatórias como Matemática, Português, Ciências, História, Geografia, etc.

    Além disso, conta com itinerários formativos, que ocupam 40% da carga horária e permitem que os estudantes escolham áreas de conhecimento ou formação técnica/profissional de seu interesse.

    5- Educação além dos muros da escola

    No Colégio Premere, o aprendizado vai muito além das quatro paredes. O nosso espaço é amplo, possui área verde e salas onde o aluno é capaz de desenvolver ao máximo suas habilidades! Além disso, promovemos feiras de ciências, aderimos a projetos como o Dia do Abraço, entre muitos outros.

    6- Avaliação formativa

    As provas são importantes, mas na Premere a avaliação é muito mais completa. Isso porque os projetos, apresentações e portfólios mostram o que os estudantes realmente sabem e ajudam a acompanhar seu progresso de um jeito mais humano e real.

    7- Formação contínua dos professores

    Na Premere, os professores estão sempre aprendendo também! Eles fazem cursos, participam de workshops e estão ligados nas novas tecnologias e métodos de ensino, garantindo que a educação 5.0 seja top de linha.

    O que é um professor 5.0?

    Um professor 5.0 é aquele que vai além de ensinar conteúdos tradicionais. Em 2025, esse profissional é um guia, um facilitador e um inspirador, alinhado aos princípios da Educação 5.0, que coloca o estudante no centro do processo de aprendizado e valoriza tanto o desenvolvimento cognitivo quanto o socioemocional.

    Qual é a relação da tecnologia com a Educação 5.0?

    Como você viu neste artigo, a tecnologia é um dos pilares da Educação 5.0, pois ela não só transforma o jeito de ensinar e aprender, mas também amplia as possibilidades de personalização, interação e desenvolvimento de habilidades essenciais para o futuro.

    Portanto, na Educação 5.0, a tecnologia vai além de ser apenas uma ferramenta, ela se integra de forma estratégica ao processo educacional, criando um ambiente mais dinâmico, colaborativo e conectado com o mundo real.

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  • Premere marca presença no XVI Congresso Nacional de Educação – EUCERE

    Premere marca presença no XVI Congresso Nacional de Educação – EUCERE

    Em setembro, o Colégio Premere participou do XVI Congresso Nacional de Educação – EDUCERE, em Curitiba, com dois trabalhos: um artigo científico, direcionado para a análise e reflexão sobre a avaliação e os instrumentos avaliativos na escola pós Novo Ensino Médio e um minicurso, voltado para a formação docente e baseado na aplicação do Método Premere.

    O Método Premere foi desenvolvido a partir de um estudo aprofundado sobre as normativas educacionais vigentes, importantes referências da educação e propostas educacionais inovadoras, espalhadas pelo Brasil e pelo mundo.

    Para o minicurso, a metodologia foi sistematizada em ferramentas palpáveis, capazes de direcionar o fazer pedagógico e apontar caminhos. 

    A partir de disparadores e problematizações, base fundamental do Método Premere, a ferramenta estruturada guiou os docentes por experiências dinâmicas e interdisciplinares, repletas de levantamento de hipóteses, comprovações, sínteses e experimentações que passearam pelos quatro eixos estruturantes propostos para o Novo Ensino Médio.

    A ferramenta elaborada parte dos níveis de leitura para uma maior percepção do disparador inicial. Por meio da decodificação, compreensão e interpretação é possível assimilar melhor a problematização apresentada para que se possa, enfim, fazer o levantamento de hipóteses.

    Com o levantamento das hipóteses, inicia-se a investigação e a pesquisa, com levantamento de dados e análises para verificar se a hipótese é válida e concreta ou se há a necessidade de reordenação da rota escolhida.

    A partir da validação da hipótese é possível buscar alternativas de mediação e intervenção, utilizando os processos criativos e/ou o empreendedorismo para tirar as ideias do papel e refletir sobre uma solução prática para o problema.

    Com o minicurso, os professores puderam vivenciar o Método Premere na prática e, munidos das ferramentas compartilhadas, ampliar o arcabouço de possibilidades pedagógicas que dá suporte à sua prática diária.