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  • Vestibular da UFPR será fase única: veja tudo o que mudou

    Vestibular da UFPR será fase única: veja tudo o que mudou

    Se você pretende prestar o vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR), uma das mudanças mais importantes dos últimos anos acabou de acontecer e ela impacta diretamente a sua forma de estudar e se preparar.

    A tradicional divisão em duas fases foi substituída por um novo modelo de fase única, o que altera não apenas o formato da prova, mas também a estratégia que o aluno precisa adotar ao longo do ano.

    Neste conteúdo, você vai entender de forma clara e prática o que mudou no vestibular da UFPR, como isso afeta sua preparação e o que você precisa fazer agora para sair na frente.

    O que mudou no vestibular da UFPR?

    Durante muitos anos, o vestibular da UFPR foi conhecido por seu modelo em duas fases:

    • Primeira fase com questões objetivas;
    • Segunda fase com questões discursivas e redação;

    Esse formato exigia uma preparação em duas etapas, com estratégias diferentes para cada momento.

    Agora, a principal mudança é a unificação dessas etapas em um único dia de prova.

    Como fica o novo formato

    Com a mudança para fase única, o vestibular passa a ter:

    • Prova objetiva;
    • Prova discursiva;
    • Redação.

    Tudo aplicado no mesmo dia.

    Isso significa que o candidato será avaliado de forma mais completa em uma única oportunidade, sem a “segunda chance” que existia anteriormente.

    Por que a UFPR fez essa mudança?

    A decisão de unificar o vestibular segue uma tendência observada em outras universidades brasileiras e busca tornar o processo mais eficiente.

    Entre os principais motivos estão:

    • Redução de custos operacionais;
    • Simplificação do processo seletivo;
    • Maior agilidade na divulgação dos resultados;
    • Ampliação do acesso, reduzindo deslocamentos dos candidatos.

    Para o aluno, isso representa menos etapas logísticas, mas também exige mais preparo desde o início.

    O que muda na prática para o estudante

    A mudança parece simples, mas o impacto na sua preparação é significativo.

    Antes, muitos candidatos focavam inicialmente na prova objetiva e só depois direcionavam esforços para a segunda fase. Agora, essa estratégia deixa de fazer sentido.

    Com a fase única, você precisa estar preparado para tudo ao mesmo tempo.

    Principais impactos:

    • Não há margem para erro na primeira etapa;
    • A redação ganha ainda mais peso;
    • As questões discursivas exigem preparo antecipado;
    • A resistência física e mental passa a ser decisiva.

    Em outras palavras, o vestibular se torna mais estratégico e exige constância ao longo do ano.

    Como montar uma estratégia de estudos eficiente

    Diante desse novo cenário, adaptar sua rotina de estudos é essencial. E aqui na Premere a gente estimula o estudo estratégico!

    1. Integre teoria e prática desde o início

    Um erro comum é separar o estudo em blocos: primeiro teoria, depois exercícios. Com o novo formato, isso não funciona bem.

    O ideal é:

    • Estudar o conteúdo completo;
    • Resolver questões objetivas;
    • Treinar questões discursivas sobre o mesmo tema;

    Isso ajuda a consolidar o aprendizado e desenvolver diferentes habilidades ao mesmo tempo.

    2. Treine redação com frequência

    A redação passa a ser ainda mais decisiva, já que está no mesmo momento da prova.

    Inclua na sua rotina:

    • Produção semanal de textos;
    • Treino de diferentes temas;
    • Correção com foco em argumentação e estrutura;

    Não deixe a redação para depois, ela pode definir sua aprovação.

    3. Desenvolva resistência para o dia da prova

    Como tudo acontece em um único dia, o desgaste será maior.

    Por isso, é fundamental treinar simulados completos.

    Inclua na sua preparação:

    • Simulados com tempo real de prova;
    • Treino de concentração prolongada;
    • Estratégias de gestão de tempo;

    Isso ajuda a evitar queda de desempenho no final da prova.

    4. Dê atenção às questões discursivas

    Muitos alunos negligenciam esse tipo de questão, mas elas são fundamentais no novo modelo.

    Para se preparar melhor:

    • Pratique respostas completas;
    • Treine organização de ideias;
    • Revise conteúdos com foco em explicação, não só memorização;

    A capacidade de argumentar será um diferencial importante.

    5. Revise de forma estratégica

    Com mais conteúdos sendo cobrados de uma vez, a revisão se torna ainda mais importante.

    Uma boa estratégia inclui:

    • Revisões semanais;
    • Uso de resumos, mapas mentais e explicações em voz alta;
    • Revisão de erros em exercícios;

    Evite estudar apenas conteúdos novos sem consolidar o que já foi visto.

    Quais conteúdos devem ter mais atenção?

    Embora o edital detalhe os conteúdos específicos, algumas áreas costumam ter maior peso ou relevância.

    Fique atento principalmente a:

    • Interpretação de texto (em todas as disciplinas);
    • Matemática básica e raciocínio lógico;
    • Atualidades;
    • Ciências da natureza (com foco em aplicação prática);

    Além disso, a interdisciplinaridade tende a ser valorizada, então é importante conectar diferentes áreas do conhecimento.

    O papel da gestão do tempo na prova

    Com todas as etapas concentradas em um único dia, saber administrar o tempo será tão importante quanto dominar o conteúdo.

    Algumas dicas práticas:

    • Comece pelas questões que você tem mais facilidade;
    • Não fique preso em uma única questão;
    • Reserve tempo suficiente para a redação;
    • Revise suas respostas, se possível;

    Treinar isso em simulados faz toda a diferença.

    Vantagens e desafios do novo modelo

    Como toda mudança, o novo formato traz pontos positivos e desafios.

    Vantagens:

    • Processo mais rápido;
    • Menos deslocamentos;
    • Menor ansiedade entre fases;

    Desafios:

    • Maior pressão em um único dia;
    • Exige preparação completa desde o início;
    • Menor margem para recuperação;

    Entender esses pontos ajuda você a se preparar de forma mais consciente.

    Como o Colégio Premere prepara você para esse cenário

    Diante dessas mudanças, contar com uma preparação estruturada faz toda a diferença.

    No Colégio Premere, em Maringá, o foco está em preparar o aluno para esse novo formato de vestibular com:

    • Simulados completos no modelo de fase única;
    • Treinamento constante de redação;
    • Desenvolvimento de questões discursivas;
    • Acompanhamento individualizado;
    • Suporte psicológico e personalização do ensino;
    • Estratégias de gestão de tempo;

    O objetivo não é apenas ensinar conteúdo, mas preparar o aluno para performar bem no dia da prova.

    Se você quer estudar com estratégia, acompanhamento e foco no resultado, o Colégio Premere pode te ajudar nessa jornada.

    Fale com nossa equipe e descubra como potencializar sua preparação para o vestibular da UFPR e outros grandes desafios.

    Sua aprovação começa com a decisão de se preparar da forma certa.

  • Como desenvolver o pensamento crítico na escola

    Como desenvolver o pensamento crítico na escola

    Vamos começar este artigo com a citação de um importante educador, Matthew Lipman, que desenvolveu um programa voltado para estimular o pensamento crítico desde a infância: “o pensamento crítico é a capacidade de examinar suposições, avaliar evidências e desenvolver argumentos bem fundamentados”.

    Sabemos que em um mundo cada vez mais dinâmico, desenvolver o pensamento crítico se tornou essencial para que os alunos possam analisar informações, argumentar com embasamento e tomar decisões conscientes, não só no âmbito estudantil, como também na vida adulta.

    Assim, cabe às escolas promover ambientes que estimulem essa habilidade nos estudantes. Saiba o que significa esse conceito e como o Colégio Premere aplica na sala de aula.

    O que significa pensamento crítico?

    O pensamento crítico pode ser definido como a habilidade de analisar e avaliar informações de maneira lógica e reflexiva, a fim de formar um julgamento fundamentado. De acordo com o pesquisador Robert Ennis, “pensar criticamente envolve disposição para considerar diferentes perspectivas, raciocínio argumentativo e tomada de decisão com base em evidências”.

    Portanto, essa competência vai além da memorização de conteúdos, exigindo análise, questionamento e criatividade. Interessante, não é? Continue a leitura e entenda qual é a sua base.

    Qual é a base do senso crítico?

    O senso crítico se fundamenta em três pilares principais: curiosidade intelectual por meio da capacidade de questionar e explorar diferentes perspectivas. Raciocínio lógico com a habilidade de analisar argumentos e identificar informações erradas. Por fim, a autonomia cognitiva, com a capacidade de formar opiniões próprias com base em evidências.

    Para o pedagogo Paulo Freire, “a educação precisa formar indivíduos capazes de intervir no mundo com pensamento reflexivo e transformador”. Dessa forma, estimular o senso crítico é um passo fundamental na formação cidadã.

    Leia também: Inteligência Artificial na Educação: entenda a relação.

    Como posso desenvolver o pensamento crítico na escola?

    Para incentivar essa habilidade em sala de aula, algumas práticas pedagógicas são essenciais. A primeira delas é estimular o debate: promover discussões sobre temas atuais e controversos. Ainda, é importante incentivar a argumentação, ou seja, ensinar os alunos a construírem e defenderem seus pontos de vista. Utilizar metodologias ativas, como sala de aula invertida, estudo de casos e resolução de problemas, também colabora.

    E tem mais: ao fomentar a leitura crítica, os professores são capazes de trabalhar diferentes fontes de informação e ensinar os alunos a verificarem sua credibilidade.

    Veja como a Premere já aplicou o pensamento crítico

    Um exemplo de como aplicar o pensamento crítico na sala de aula é o que o Colégio Premere realizou com a turma do terceiro ano de 2025. Veja só:

    Em um único dia, os alunos participaram de um aprendizado interdisciplinar com o texto “Pense na Lagosta”, de David Foster Wallace, que já havia caído no vestibular da UFPR. Após lerem o texto, a turma se envolveu em atividades que estimularam a reflexão e a análise crítica de diferentes formas.

    Os alunos discutiram o significado do texto e as metáforas presentes nele, refletindo sobre como o inesperado pode impactar a vida de maneiras profundas. Além disso, a turma conectou o conceito de imprevisibilidade do texto com eventos históricos significativos, analisando como momentos inesperados moldaram o curso da humanidade.

    Ao final do dia, os alunos não só entenderam o texto de uma maneira mais rica, mas também aprenderam a aplicar o pensamento crítico em várias áreas do conhecimento.

    Qual a importância de desenvolver o pensamento crítico na escola?

    A formação do pensamento crítico permite que os estudantes se tornem cidadãos mais ativos e conscientes. Estudos indicam que alunos que desenvolvem essa habilidade têm maior desempenho acadêmico e são mais preparados para o mercado de trabalho. Além disso, favorece a resolução de problemas, a criatividade e a autonomia na aprendizagem.

    Como fomentar o pensamento crítico no projeto pedagógico?

    As escolas podem incluir o pensamento crítico no projeto pedagógico por meio da interdisciplinaridade, conectando diferentes áreas do conhecimento para uma visão mais ampla e integrada. Além disso, é possível aplicar projetos investigativos, estimulando a pesquisa e a construção do conhecimento pelos alunos.

    O uso da tecnologia, por sua vez, ajuda os estudantes a explorar ferramentas digitais que incentivam a análise crítica de informações.

    Quais são 5 exemplos de senso crítico?

    1. Questionamento de fontes: avaliar se uma notícia é confiável antes de compartilhá-la.
    2. Análise de discurso político: compreender as intenções por trás das mensagens.
    3. Tomada de decisão consciente: escolher produtos considerando sustentabilidade e impacto social.
    4. Discussão argumentativa: debater sobre temas controversos com base em fatos.
    5. Solução de problemas: encontrar respostas criativas para desafios do cotidiano.

    Como o Colégio Premere desenvolve o pensamento crítico?

    O Colégio Premere adota estratégias para estimular o pensamento crítico entre seus alunos, incluindo os projetos interdisciplinares que promovem conexões entre diferentes disciplinas e realidades. Além disso, investimos no estudo de empreendedorismo, incentivando a autonomia, a criatividade e a resolução de problemas.

    Ainda, proporcionamos a Iniciação científica, estimulando a investigação e a análise crítica de temas diversos. Com essas abordagens, os alunos do Colégio Premere são incentivados a desenvolver habilidades essenciais para o século XXI, preparando-se para desafios acadêmicos, profissionais e sociais de forma consciente e autônoma.

  • Educação empreendedora: o que é, qual a importância?

    Educação empreendedora: o que é, qual a importância?

    A educação empreendedora é reconhecida como uma abordagem para o desenvolvimento de habilidades do século XXI. Isso porque essa modalidade educativa visa não apenas formar empreendedores, mas também cidadãos críticos e capazes de inovar em diversos contextos.

    Neste artigo você compreende o que é educação empreendedora, o que o aluno aprende com ela e quais são seus princípios. Continue a leitura!

    A educação empreendedora é um modelo de ensino usado para os alunos aprenderem a identificar oportunidades, inovar, criar e gerir novos projetos. Entre seus princípios, estão o desenvolvimento do pensamento crítico, a resolução de problemas e o trabalho em equipe.

    Essa abordagem não se limita à ideia de criação de empresas e não se aplica apenas aos estudantes que querem seguir uma carreira focada no empreendedorismo.

    A formação de uma mentalidade empreendedora pode ser aplicada em diversas áreas, tanto na esfera pessoal quanto na profissional.

    O que o aluno aprende na educação empreendedora?

    Os alunos desenvolvem uma série de habilidades e conhecimentos que vão além do conteúdo tradicional. Entre os principais aprendizados, destacam-se:

    Identificação de oportunidades: capacidade de perceber necessidades e lacunas no mercado ou na sociedade que podem ser transformadas em oportunidades de negócio ou projetos sociais.

    Inovação e criatividade: desenvolvimento de soluções originais e eficazes para problemas existentes, estimulando a criatividade e o pensamento “fora da caixa”.

    Planejamento e gestão: aprendizado de técnicas de planejamento estratégico, gestão de recursos e tomada de decisões informadas.

    Liderança e trabalho em equipe: capacitação para liderar equipes, delegar tarefas e colaborar de forma eficaz com outros indivíduos.

    Resiliência e adaptabilidade: preparação para lidar com fracassos e desafios, adaptando-se a novas circunstâncias e persistindo diante de obstáculos.

    Quais são os princípios da educação empreendedora?

    A educação empreendedora baseia-se em alguns princípios que orientam sua prática, como o estímulo da curiosidade e a busca contínua por conhecimento, incentivando os alunos a serem autodidatas e a explorarem diferentes áreas do saber.

    Ainda, existe o princípio “aprender a fazer”, que enfatiza a aplicação prática do conhecimento, incentivando a experimentação. O aluno também “aprender a ser”, pois a educação fomenta o autoconhecimento, a autonomia e a responsabilidade, preparando os alunos para serem cidadãos éticos e conscientes de seu papel na sociedade.

    Por fim, o estudante “aprender a conviver”, pois desenvolve habilidades de comunicação, empatia e trabalho em equipe, essenciais para a convivência harmoniosa em sociedade.

    Esses princípios estão alinhados com os quatro pilares da educação para o século XXI propostos pela UNESCO, que visam uma formação integral do indivíduo.

    Qual é a proposta da educação empreendedora?

    A proposta central da educação empreendedora é formar indivíduos capazes de transformar ideias em ações, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social. Ela busca integrar o espírito empreendedor ao processo educativo, tornando-o mais dinâmico e conectado com a realidade.

    Além disso, visa preparar os alunos para serem agentes de mudança, capazes de identificar problemas e propor soluções inovadoras que beneficiem a comunidade e o mercado.

    Qual é a importância da educação empreendedora?

    A importância da educação empreendedora reside em sua capacidade de preparar os alunos para os desafios do mundo moderno. Ela promove o desenvolvimento de competências, como criatividade, liderança e resiliência, que são valorizadas no mercado de trabalho e na vida pessoal.

    Além disso, ao estimular a capacidade de empreender, contribui para a geração de emprego e renda, fomentando o desenvolvimento econômico e social. A educação empreendedora nas escolas ajuda os alunos a entenderem que ser empreendedor é uma opção viável, oferecendo-lhes conhecimentos, habilidades e recursos necessários para iniciar seus próprios negócios e criar oportunidades de carreira de forma independente.

    Qual o papel do aluno na pedagogia empreendedora?

    Na pedagogia empreendedora, o aluno assume um papel ativo e central no processo de aprendizagem. Ele é incentivado a ser protagonista de sua própria formação, participando ativamente na construção do conhecimento.

    Isso envolve a identificação de problemas, a proposição de soluções, a tomada de decisões e a avaliação dos resultados. Além disso, o aluno é estimulado a desenvolver autonomia, responsabilidade e espírito crítico, tornando-se capaz de gerir seu próprio aprendizado e aplicar o conhecimento de forma prática e inovadora.

    O Colégio Premere conta com empreendedorismo na grade curricular

    O Colégio Premere incorporou o empreendedorismo em sua grade curricular como um dos eixos estruturantes dos Itinerários Formativos. Essa iniciativa visa desenvolver nos alunos a capacidade de encontrar soluções para os mais variados problemas, colaborando para a materialização de ideias e projetos inovadores.

    Além disso, o colégio estabelece parcerias com plataformas de educação online, como a Geekie, para oferecer estratégias de ensino individualizadas e inovadoras, alinhadas às demandas contemporâneas.

    Ao integrar o empreendedorismo em sua proposta pedagógica, o Colégio Premere reafirma seu compromisso com a formação integral dos alunos, preparando-os para serem cidadãos ativos, criativos e capazes de transformar a sociedade.

    Anterior — Proibição do uso de celulares nas escolas: Lei nº 15.100/25

  • Proibição do uso de celulares nas escolas: Lei nº 15.100/25

    Proibição do uso de celulares nas escolas: Lei nº 15.100/25

    Para tornar a sala de aula um espaço mais focado e produtivo, o governo federal aprovou a Lei nº 15.100/2025, que restringe o uso de celulares nas escolas.

    A ideia é simples: reduzir distrações e enfrentar os impactos do uso excessivo de telas entre os jovens. Descubra mais sobre esse assunto e seus possíveis efeitos na rotina escolar.

    A Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro de 2025, “estabelece diretrizes claras sobre o uso de smartphones em escolas de ensino fundamental e médio em todo o território nacional”.

    Dessa forma, a legislação proíbe o uso de celulares em salas de aula e corredores, permitindo seu uso apenas para fins educacionais, com a autorização do professor, ou em casos de acessibilidade e saúde. Vale destacar que as escolas têm autonomia para definir as diretrizes específicas sobre onde os alunos devem guardar seus dispositivos durante o horário escolar.

    O que é a Lei nº 15.100/2025?

    De acordo com o site do Planalto, a Lei nº 15.100/2025 foi criada “em resposta a preocupações crescentes sobre o impacto negativo do uso excessivo de smartphones entre estudantes, incluindo questões relacionadas à saúde mental, habilidades sociais e concentração”.

    Antes da implementação desta lei federal, diversos estados brasileiros já haviam estabelecido restrições semelhantes.

    No estado do Paraná já havia diretrizes sobre o assunto. Em outubro de 2024, a Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR) publicou uma Instrução Normativa que estabelecia critérios para o uso de aparelhos celulares e outros dispositivos eletrônicos em sala de aula.

    Portanto, a nova legislação busca padronizar essas restrições em todo o país, refletindo uma preocupação com os efeitos adversos dos dispositivos móveis no ambiente escolar.

    Quais são as orientações segundo o MEC?

    • Comunicação e conscientização: as escolas devem informar professores, alunos e famílias sobre a vigência da lei e as novas regras para uso de celulares.
    • Material de apoio: o Ministério da Educação (MEC) já disponibiliza cursos para professores sobre como orientar os alunos no uso responsável da tecnologia; novos cursos serão lançados em breve.
    • Autonomia escolar: cada rede e escola pode definir formas de aplicação da restrição, respeitando a legislação, mas adequando as regras à sua realidade.
    • Acompanhamento e fiscalização: o cumprimento da lei deve ser monitorado pelas próprias escolas e redes de ensino, sem penalizações universais impostas pelo governo federal.
    • Suporte para as famílias: o MEC oferecerá webinários e orientações específicas para os pais, auxiliando-os a compreender a importância da restrição e como apoiar seus filhos nessa transição.

    Até aqui, você entendeu o propósito de equilibrar o uso da tecnologia no ambiente escolar. Mas como essa mudança afeta a rotina dos estudantes na prática? E de que forma o Colégio Premere já vinha se antecipando nesse cuidado dentro da sala de aula? Continue a leitura para encontrar respostas para essas e outras perguntas frequentes sobre o tema!

    Pode proibir o uso do celular na escola?

    Sim, a Lei nº 15.100/2025 autoriza as instituições de ensino a proibirem o uso de celulares em ambientes escolares, exceto para fins pedagógicos ou em situações que envolvam acessibilidade e saúde dos alunos.

    É permitido o uso de celular para fins pedagógicos?

    Sim, a legislação permite o uso de celulares para fins educacionais, desde que haja autorização prévia do professor responsável. Essa exceção reconhece o potencial dos dispositivos móveis como ferramentas auxiliares no processo de ensino-aprendizagem, quando utilizados de maneira controlada e direcionada.

    O que a escola não pode proibir?

    Embora a lei restrinja o uso de celulares, as escolas devem garantir que as exceções previstas sejam respeitadas. Isso inclui permitir o uso de dispositivos para alunos que necessitam de recursos de acessibilidade ou por motivos de saúde.

    Além disso, as instituições devem assegurar que as medidas adotadas não violem direitos fundamentais dos estudantes e que haja comunicação clara sobre as regras estabelecidas.

    É crime usar celular na escola?

    Não, o uso de celular na escola não é considerado crime. No entanto, o descumprimento das regras estabelecidas pela Lei nº 15.100/2025 pode resultar em medidas disciplinares definidas pela instituição de ensino, conforme seu regimento interno.

    O objetivo da lei é promover um ambiente educacional mais saudável, não criminalizar o uso de dispositivos móveis.

    Colégio Premere e a responsabilidade sobre o uso de celulares

    Muito antes da aprovação da Lei nº 15.100/2025, o Colégio Premere já adotava uma abordagem cuidadosa em relação ao uso de celulares no ambiente escolar.

    A escola sempre compreendeu a importância de equilibrar a tecnologia com o aprendizado, garantindo que os dispositivos não se tornassem uma distração, mas sim um recurso complementar à educação.

    Por isso, os alunos utilizam chromebooks em sala de aula, ferramentas que possibilitam um aprendizado mais dinâmico e interativo. Com eles, é possível desenvolver projetos e aprimorar habilidades digitais, sempre com o acompanhamento dos professores para garantir um uso produtivo e direcionado ao desenvolvimento acadêmico.