Categoria: Tecnologia

  • Inteligência Artificial na Educação: entenda a relação

    Inteligência Artificial na Educação: entenda a relação

    Quando algumas pessoas pensam na relação entre a inteligência artificial (IA) e a educação, podem imaginar ligeiramente o uso de atalhos ou prompts (comandos) para gerar respostas rápidas.

    Porém, a relação entre esses dois termos vai muito além disso. Em 2025, o uso da IA na educação serve para aprimorar processos, desenvolver habilidades e, principalmente, preparar o estudante para a vida, tendo em vista que a tecnologia está presente em quase todos os aspectos da sociedade.

    Neste artigo você entende como exatamente a IA se relaciona com o ambiente educacional, quais são seus impactos e de que maneira instituições de ensino, como o Colégio Premere, estão incorporando essas tecnologias. Boa leitura!

    A relação da IA com a educação se dá pelo uso de tecnologias para aprimorar processos de ensino e aprendizagem. Isso inclui desde sistemas de tutoria inteligentes até plataformas que personalizam o conteúdo conforme as necessidades de cada aluno. Mas, aí entra a dúvida: será que isso vai mudar a forma que os alunos aprendem?

    De acordo com o Banco Mundial, “a IA deve amplificar as capacidades educativas, não substituí-las”, enfatizando seu papel como ferramenta de apoio aos educadores.

    Como a inteligência artificial pode contribuir para a educação?

    A IA oferece diversas contribuições para a educação, a primeira delas é a personalização do ensino, pois sistemas de IA podem adaptar materiais educativos ao ritmo e estilo de aprendizagem de cada estudante, promovendo um aprendizado mais produtivo, principalmente para o professor.

    Além disso, pode contribuir por meio da automatização de tarefas administrativas. Isso porque há tarefas cotidianas que apenas consomem tempo do profissional da educação e não necessariamente exigem trabalho manual. Dessa forma, a IA pode automatizar tarefas repetitivas, permitindo que os professores se concentrem mais no ensino e na interação com os alunos.

    Quais mudanças a Inteligência Artificial está gerando na educação?

    A IA está impactando a educação de diversas maneiras, desde a personalização do ensino até a automação de tarefas administrativas. Pesquisas recentes apontam para as seguintes mudanças:

    Personalização do aprendizado:

    • A IA permite criar experiências de aprendizado individualizadas, adaptando o conteúdo e o ritmo às necessidades de cada aluno;
    • Plataformas de aprendizado adaptativo utilizam algoritmos para identificar lacunas no conhecimento e fornecer exercícios e materiais específicos para cada aluno;
    • “A personalização do aprendizado é uma das maiores vantagens que a IA traz para a educação.” Fonte: (Opet).

    Tutores virtuais e assistentes de aprendizado:

    • Chatbots e assistentes virtuais podem responder a perguntas dos alunos, fornecer feedback e oferecer suporte 24 horas por dia;
    • Tutores virtuais podem simular situações de aprendizado e fornecer orientação personalizada;
    • “Uma das inovações mais significativas é a introdução de tutores virtuais, que utilizam algoritmos para fornecer suporte individualizado aos alunos.” Fonte: (Revista FT).

    Automação de tarefas administrativas:

    • A IA pode automatizar tarefas como correção de provas, elaboração de relatórios e agendamento de reuniões, liberando tempo para os educadores se concentrarem no ensino;
    • Sistemas de gerenciamento de aprendizado (LMS) com IA podem acompanhar o progresso dos alunos e gerar relatórios automáticos;

    Análise de dados educacionais:

    • A IA pode analisar grandes volumes de dados para identificar padrões e tendências no aprendizado dos alunos;
    • Esses insights podem ajudar os educadores a tomar decisões mais informadas sobre o ensino e a intervenção;
    • “A IA pode processar dados de maneira inteligente, identificar padrões e aprender com eles, possibilitando abordagens de ensino mais personalizadas.” Fonte: (Revista FT).

    Melhoria da aprendizagem individual:

    • “A aplicação da inteligência artificial na educação ajuda a melhorar a aprendizagem individual ao dar feedbacks em tempo real. Ela avalia o progresso do aluno, dando orientações específicas para o seu desenvolvimento.” Fonte: (FIA)

    Auxílio no ensino a distância:

    • “Soluções desenvolvidas com IA podem ser usadas para que os alunos acessem conteúdo educacional, aulas e recursos remotamente. Além disso, a IA facilita a criação de experiências de aprendizado individualizadas, tornando o ensino a distância mais envolvente e adaptável às necessidades de cada aluno.” Fonte: (FIA)

    Auxílio aos professores:

    • “Ainda, a IA pode ajudar os professores a criar ambientes de aprendizagem colaborativa e a atender as necessidades de seus alunos por meio de técnicas de mineração de dados educacionais para “rastrear” o comportamento dos alunos, processamento de linguagem natural, rastreamento ocular e outros sensores.” Fonte: (Instituto Unibanco)

    É importante ressaltar que a IA não deve substituir o papel do educador, mas sim complementá-lo. A interação humana, a criatividade e o pensamento crítico continuam sendo habilidades essenciais para o aprendizado.

    Quais são os benefícios da IA na educação?

    A inteligência artificial (IA) tem o potencial de revolucionar a educação, trazendo uma série de benefícios para alunos, professores e instituições de ensino. Entre os principais benefícios, destacam-se:

    Personalização do aprendizado:

    A IA permite adaptar o conteúdo e o ritmo do aprendizado às necessidades individuais de cada aluno, tornando o processo mais eficiente e engajador.

    Plataformas de aprendizado adaptativo utilizam algoritmos para identificar lacunas no conhecimento e fornecer exercícios e materiais específicos para cada aluno.

    Acessibilidade e inclusão:

    A IA pode tornar a educação mais acessível para alunos com necessidades especiais, oferecendo ferramentas de tradução, legendagem e reconhecimento de voz.

    Ela tem o potencial de democratizar a educação, tornando as oportunidades de aprendizado acessíveis a alunos que, de outra forma, encontrariam obstáculos.

    Automação de tarefas administrativas:

    A IA pode automatizar tarefas como correção de provas, elaboração de relatórios e agendamento de reuniões, liberando tempo para os educadores se concentrarem no ensino.

    Análise de dados e insights:

    A IA pode analisar grandes volumes de dados para identificar padrões e tendências no aprendizado dos alunos, fornecendo insights valiosos para professores e gestores.

    Esses insights podem ajudar a identificar áreas de melhoria no ensino e a tomar decisões mais informadas sobre o currículo e as práticas pedagógicas.

    Tutoria e suporte individualizado:

    Chatbots e assistentes virtuais podem responder a perguntas dos alunos, fornecer feedback e oferecer suporte 24 horas por dia.

    Tutores virtuais podem simular situações de aprendizado e fornecer orientação personalizada.

    Estímulo à criatividade e ao pensamento crítico:

    A IA pode auxiliar os alunos em tarefas criativas, ajudando-os a superar bloqueios e

    explorar novas ideias.

    Ferramentas de IA podem ser projetadas para sugerir colaborações com base nos interesses e habilidades individuais de cada aluno, promovendo a formação de grupos de estudo mais eficientes e heterogêneos.

    Melhoria do ensino a distância:

    A IA facilita a criação de experiências de aprendizado individualizadas, tornando o ensino a distância mais envolvente e adaptável às necessidades de cada aluno.

    Soluções desenvolvidas com IA podem ser usadas para que os alunos acessem conteúdo educacional, aulas e recursos remotamente.

    Auxílio para os professores:

    A IA pode ajudar os professores a criar ambientes de aprendizagem colaborativa e a atender as necessidades de seus alunos por meio de técnicas de mineração de dados educacionais para “rastrear” o comportamento dos alunos, processamento de linguagem natural, rastreamento ocular e outros sensores.

    Quais os impactos da IA na educação?

    A implementação da IA na educação traz tantos benefícios quanto desafios. Vamos começar pelos benefícios: segundo o jornal El País, acontece o aumento da eficiência no ensino, aprendizagem personalizada e acesso a recursos educativos inovadores.

    Já em relação aos desafios, existe a necessidade de infraestrutura tecnológica adequada, formação de professores para o uso dessas ferramentas e atenção às questões éticas relacionadas ao uso de dados.

    Quais os exemplos práticos de uso da IA na sala de aula?

    • Personalização do aprendizado: Ferramentas e sistemas de ensino como a Geekie One utilizam tecnologia com intencionalidade. Criando um material 100% atualizado e personalizado;
    • Criação de trilhas de aprendizado individualizadas: A IA pode analisar os dados de aprendizado de cada aluno e criar trilhas de aprendizado personalizadas, com foco em suas áreas de maior dificuldade;
    • Chatbots e assistentes virtuais: Chatbots podem responder a perguntas frequentes dos alunos, fornecer feedback sobre trabalhos e exercícios, e oferecer suporte 24 horas por dia;
    • Geração de relatórios de desempenho: A IA pode analisar os dados de desempenho dos alunos e gerar relatórios detalhados para professores e pais.Esses relatórios podem ajudar a identificar áreas de dificuldade dos alunos e a tomar decisões sobre o ensino;
    • Recursos adicionais e acessibilidade: Ferramentas de legendagem automática podem tornar as aulas mais acessíveis para alunos com deficiência auditiva;
    • Gestão da sala de aula: A IA pode auxiliar na gestão da sala de aula, automatizando tarefas como registro de presença e organização de materiais.

    Como iniciou a evolução da inteligência artificial na educação?

    A integração da IA na educação começou com sistemas simples de tutoria e aprendizagem assistida por computador, antes mesmo do boom da IA como conhecemos hoje. Com o avanço tecnológico, surgiram plataformas mais sofisticadas que utilizam algoritmos de aprendizado de máquina para personalizar o ensino.

    Vale ressaltar que pesquisadores como Seiji Isotani têm contribuído significativamente para essa evolução, desenvolvendo tecnologias educacionais interativas e inteligentes.

    Além de suas contribuições acadêmicas, Isotani tem atuado na aplicação prática de suas pesquisas. Ele co-fundou o Laboratório de Computação Aplicada à Educação e Tecnologia Social Avançada na USP, que já formou centenas de profissionais.

    Como o Colégio Premere utiliza a inteligência artificial na educação?

    O Colégio de Maringá Premere incorpora a IA em suas práticas educacionais de diversas formas: uso de Chromebooks, sendo que cada aluno utiliza um equipamento, permitindo acesso a plataformas de aprendizado adaptativas que personalizam o conteúdo conforme o desempenho individual.

    E tem mais: o colégio investe na capacitação contínua de seus educadores para o uso das novas tecnologias, garantindo que a IA seja integrada de maneira ética e eficiente no currículo.

    Gostou deste conteúdo? Como você viu por aqui, a inteligência artificial está remodelando o cenário educacional, oferecendo oportunidades para um ensino personalizado, sem abandonar métodos tradicionais.

    Instituições que adotam essas tecnologias, como o Colégio Premere, destacam-se ao preparar seus alunos para um futuro cada vez mais digital e interconectado. Vem ser Premere!

  • Proibição do uso de celulares nas escolas: Lei nº 15.100/25

    Proibição do uso de celulares nas escolas: Lei nº 15.100/25

    Para tornar a sala de aula um espaço mais focado e produtivo, o governo federal aprovou a Lei nº 15.100/2025, que restringe o uso de celulares nas escolas.

    A ideia é simples: reduzir distrações e enfrentar os impactos do uso excessivo de telas entre os jovens. Descubra mais sobre esse assunto e seus possíveis efeitos na rotina escolar.

    A Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro de 2025, “estabelece diretrizes claras sobre o uso de smartphones em escolas de ensino fundamental e médio em todo o território nacional”.

    Dessa forma, a legislação proíbe o uso de celulares em salas de aula e corredores, permitindo seu uso apenas para fins educacionais, com a autorização do professor, ou em casos de acessibilidade e saúde. Vale destacar que as escolas têm autonomia para definir as diretrizes específicas sobre onde os alunos devem guardar seus dispositivos durante o horário escolar.

    O que é a Lei nº 15.100/2025?

    De acordo com o site do Planalto, a Lei nº 15.100/2025 foi criada “em resposta a preocupações crescentes sobre o impacto negativo do uso excessivo de smartphones entre estudantes, incluindo questões relacionadas à saúde mental, habilidades sociais e concentração”.

    Antes da implementação desta lei federal, diversos estados brasileiros já haviam estabelecido restrições semelhantes.

    No estado do Paraná já havia diretrizes sobre o assunto. Em outubro de 2024, a Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR) publicou uma Instrução Normativa que estabelecia critérios para o uso de aparelhos celulares e outros dispositivos eletrônicos em sala de aula.

    Portanto, a nova legislação busca padronizar essas restrições em todo o país, refletindo uma preocupação com os efeitos adversos dos dispositivos móveis no ambiente escolar.

    Quais são as orientações segundo o MEC?

    • Comunicação e conscientização: as escolas devem informar professores, alunos e famílias sobre a vigência da lei e as novas regras para uso de celulares.
    • Material de apoio: o Ministério da Educação (MEC) já disponibiliza cursos para professores sobre como orientar os alunos no uso responsável da tecnologia; novos cursos serão lançados em breve.
    • Autonomia escolar: cada rede e escola pode definir formas de aplicação da restrição, respeitando a legislação, mas adequando as regras à sua realidade.
    • Acompanhamento e fiscalização: o cumprimento da lei deve ser monitorado pelas próprias escolas e redes de ensino, sem penalizações universais impostas pelo governo federal.
    • Suporte para as famílias: o MEC oferecerá webinários e orientações específicas para os pais, auxiliando-os a compreender a importância da restrição e como apoiar seus filhos nessa transição.

    Até aqui, você entendeu o propósito de equilibrar o uso da tecnologia no ambiente escolar. Mas como essa mudança afeta a rotina dos estudantes na prática? E de que forma o Colégio Premere já vinha se antecipando nesse cuidado dentro da sala de aula? Continue a leitura para encontrar respostas para essas e outras perguntas frequentes sobre o tema!

    Pode proibir o uso do celular na escola?

    Sim, a Lei nº 15.100/2025 autoriza as instituições de ensino a proibirem o uso de celulares em ambientes escolares, exceto para fins pedagógicos ou em situações que envolvam acessibilidade e saúde dos alunos.

    É permitido o uso de celular para fins pedagógicos?

    Sim, a legislação permite o uso de celulares para fins educacionais, desde que haja autorização prévia do professor responsável. Essa exceção reconhece o potencial dos dispositivos móveis como ferramentas auxiliares no processo de ensino-aprendizagem, quando utilizados de maneira controlada e direcionada.

    O que a escola não pode proibir?

    Embora a lei restrinja o uso de celulares, as escolas devem garantir que as exceções previstas sejam respeitadas. Isso inclui permitir o uso de dispositivos para alunos que necessitam de recursos de acessibilidade ou por motivos de saúde.

    Além disso, as instituições devem assegurar que as medidas adotadas não violem direitos fundamentais dos estudantes e que haja comunicação clara sobre as regras estabelecidas.

    É crime usar celular na escola?

    Não, o uso de celular na escola não é considerado crime. No entanto, o descumprimento das regras estabelecidas pela Lei nº 15.100/2025 pode resultar em medidas disciplinares definidas pela instituição de ensino, conforme seu regimento interno.

    O objetivo da lei é promover um ambiente educacional mais saudável, não criminalizar o uso de dispositivos móveis.

    Colégio Premere e a responsabilidade sobre o uso de celulares

    Muito antes da aprovação da Lei nº 15.100/2025, o Colégio Premere já adotava uma abordagem cuidadosa em relação ao uso de celulares no ambiente escolar.

    A escola sempre compreendeu a importância de equilibrar a tecnologia com o aprendizado, garantindo que os dispositivos não se tornassem uma distração, mas sim um recurso complementar à educação.

    Por isso, os alunos utilizam chromebooks em sala de aula, ferramentas que possibilitam um aprendizado mais dinâmico e interativo. Com eles, é possível desenvolver projetos e aprimorar habilidades digitais, sempre com o acompanhamento dos professores para garantir um uso produtivo e direcionado ao desenvolvimento acadêmico.

  • Tecnologia educacional: como aplicar na escola

    Tecnologia educacional: como aplicar na escola

    Vamos começar este artigo com um fato: a tecnologia está cada vez mais presente na educação, desde o ensino infantil, ensino médio e superior. Mas você já parou para pensar no que realmente é tecnologia educacional?

    Algumas pessoas associam esse termo apenas a computadores e softwares avançados, mas, na verdade, ele engloba todas as ferramentas que auxiliam no processo de ensino e aprendizagem – desde um simples quadro negro até plataformas digitais interativas.

    Neste artigo, vamos esclarecer o que é e o que não é tecnologia educacional, além de apresentar seus benefícios e como ela pode ser aplicada na rotina escolar. Você também verá exemplos práticos de ferramentas que tornam o aprendizado mais dinâmico e acessível. Continue a leitura e confira tudo!

    O que é tecnologia educacional?

    A tecnologia educacional é tudo o que auxilia o processo de ensino na escola. Ela pode ser uma ferramenta, recurso ou equipamento físico ou digital. Por exemplo: materiais didáticos tradicionais, como o livro físico e quadro negro, até os chromebooks, videoaulas e testes online.

    O que NÃO é tecnologia educacional?

    Não é considerada uma tecnologia educacional qualquer material físico ou digital que não seja utilizado para o ensino e aprendizagem. Alguns exemplos do que não é tecnologia educacional: computador para uso diverso, jogos online sem cunho educativo, filmes sem propósito de educar, entre outros.

    Leia também: Educação 5.0: o que é e como colocá-la em prática.

    Por que usar a tecnologia educacional: conheça os benefícios

    Os benefícios de usar a tecnologia educacional são diversos, desde o aprimoramento do aprendizado com as ferramentas digitais, até a personalização do ensino, por meio de plataformas adaptativas, os alunos podem aprender em um ritmo saudável e produtivo, garantindo uma melhor preparação para o futuro.

    5 exemplos de uso da tecnologia educacional

    A tecnologia transforma a educação há muitos anos, tornando o aprendizado mais dinâmico, interativo e acessível. Hoje, diversas ferramentas ajudam a personalizar o ensino nas escolas. A seguir, conheça cinco exemplos práticos de como a tecnologia pode ser utilizada nesse ambiente.

    1- Plataforma de estudos

    O primeiro exemplo de uso da tecnologia educacional são os ambientes virtuais de aprendizagem, como Geekie One, Google Classroom e Moodle. Essas plataformas facilitam a organização de conteúdos e a interação entre alunos e professores. A Geekie One, por exemplo, possui metodologias ativas e uma série de funcionalidades que melhoram a aprendizagem dos estudantes.

    2- Jogos educativos

    Os jogos educativos e desafios interativos ajudam a aumentar o engajamento dos alunos, tornando o aprendizado mais divertido e motivador. Alguns exemplos de jogos educativos são: quiz de conhecimentos gerais, dinâmicas, desafio científico, matemática em ação, olimpíadas do conhecimento, entre outros.

    3- Inteligência artificial

    Sistemas de IA podem oferecer tutoria personalizada, identificar dificuldades dos alunos e sugerir atividades adaptadas às necessidades individuais. A IA pode ser usada na escola da seguinte forma: por meio de atividades interativas, vídeos educativos, softwares com a finalidade pedagógica e muito mais!

    4- Ferramentas colaborativas

    Aplicativos como Padlet, Trello e Google Docs promovem o trabalho em equipe e a troca de ideias em tempo real, favorecendo a colaboração e o aprendizado coletivo. Essas ferramentas são capazes de conectar os estudantes à tecnologia de forma produtiva, o que promove o desenvolvimento de habilidades relacionadas à internet.

    5- Realidade aumentada e virtual

    Essas tecnologias permitem experiências imersivas, como visitas virtuais a museus, simulações de experiências científicas e exploração de ambientes históricos. Algumas formas de usar a realidade aumentada e virtual: analisar modelos 3D, simular as constelações e visualizar as galáxias no céu, entre outras atividades enriquecedoras.

    Como inserir a tecnologia educacional na vida do estudante?

    Inserir a tecnologia educacional na vida do estudante, como você viu neste artigo, permite que os alunos tenham acesso a uma educação dinâmica e personalizada, desenvolvendo habilidades essenciais, como: autonomia, pensamento crítico e colaboração. Agora, de que forma fazer isso na escola?

    No Colégio Premere, os professores e alunos utilizam o Chromebook, um tipo de computador projetado para ajudar a realizar tarefas de modo mais rápido e fácil. Com esse dispositivo, os estudantes podem acessar conteúdos educativos de maneira intuitiva e interativa, tornando o aprendizado mais envolvente e produtivo.

    Uma das principais plataformas utilizadas no Chromebook é a Geekie One, que oferece um ambiente de aprendizado digital completo. Com ela, é possível acessar materiais didáticos personalizados, acompanhar o progresso acadêmico e realizar atividades de forma interativa.

    Essa plataforma permite que os professores adaptem o ensino às necessidades individuais dos alunos, garantindo um aprendizado mais eficiente e alinhado ao ritmo de cada estudante.

    Quer saber mais sobre o método de ensino do Colégio Premere? Aproveite e entre em contato conosco!