Autor: Premere

  • Lista obrigatória de livros para o vestibular da UEM

    Lista obrigatória de livros para o vestibular da UEM

    A lista de leituras obrigatórias do vestibular da UEM não deve ser encarada como uma simples exigência burocrática, mas como um recorte preciso do tipo de leitor que a universidade espera receber.

    Cada obra presente nesta lista cumpre uma função pedagógica e avaliativa muito clara: desenvolver leitura crítica, sensibilidade literária e capacidade analítica.

    Para professores, entender essa lógica facilita o planejamento das aulas e o direcionamento das discussões em sala. Para estudantes, conhecer por que esses livros são cobrados e como eles costumam aparecer na prova é uma forma inteligente de otimizar o tempo de estudo e transformar a leitura obrigatória em vantagem competitiva no vestibular da UEM.

    1. Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis

    Sobre a obra

    Publicado em 1881, o romance marca a transição do Romantismo para o Realismo no Brasil. Narrado por um defunto, Brás Cubas conta sua própria história sem compromisso moral, linearidade ou heroísmo.

    Por que a UEM cobra esse livro

    A obra permite avaliar competências centrais do vestibular: leitura crítica, interpretação de ironia, análise de narrador e questionamento de valores sociais. Machado desconstrói a elite brasileira e ironiza ideias como progresso, amor romântico e sucesso.

    Como costuma aparecer na prova

    A UEM costuma cobrar trechos do livro, exigindo que o candidato identifique ironia, sarcasmo e a postura cínica do narrador. Questões também exploram o pessimismo filosófico, a quebra da linearidade narrativa e a crítica à sociedade do século XIX.

    Por que vale o tempo de estudo

    É uma das obras mais recorrentes e uma base para entender o Realismo brasileiro — além de desenvolver uma leitura sofisticada, algo essencial para toda a prova de Linguagens.

    2. Dom Casmurro – Machado de Assis

    Sobre a obra

    Romance psicológico centrado na memória de Bentinho, que reconstrói sua história com Capitu a partir de um ponto de vista subjetivo e marcado pelo ciúme.

    Por que a UEM cobra esse livro

    A obra é perfeita para avaliar a capacidade do aluno de desconfiar do narrador. A UEM não quer saber se Capitu traiu ou não, mas se o candidato entende como o discurso é construído para induzir o leitor.

    Como costuma aparecer na prova

    Questões exploram a ambiguidade do texto, a manipulação da memória, o uso da linguagem e a construção psicológica dos personagens. Trechos isolados são comuns.

    Por que vale o tempo de estudo

    Ensina o estudante a não aceitar o texto de forma passiva — habilidade central no vestibular da UEM.

    3. Vidas Secas – Graciliano Ramos

    Sobre a obra

    Romance modernista que acompanha uma família de retirantes no sertão nordestino, marcada pela seca, fome e desumanização.

    Por que a UEM cobra esse livro

    A banca valoriza o Modernismo de 30 por sua função social e crítica. A linguagem seca, direta e econômica dialoga com a própria miséria vivida pelos personagens.

    Como costuma aparecer na prova

    Análise de episódios específicos (como “Baleia”), interpretação da linguagem e relação entre ambiente hostil e comportamento humano.

    Por que vale o tempo de estudo

    É essencial para compreender o regionalismo crítico e a literatura como denúncia social.

    4. A Hora da Estrela – Clarice Lispector

    Sobre a obra

    Publicado em 1977, pouco antes da morte de Clarice Lispector, A Hora da Estrela é um romance que rompe com a narrativa tradicional ao misturar a história de Macabéa, uma jovem nordestina pobre e invisível socialmente, com reflexões constantes do narrador sobre o próprio ato de narrar.

    Por que a UEM cobra esse livro

    A UEM utiliza A Hora da Estrela para avaliar a capacidade do candidato de lidar com textos literários complexos, autorreflexivos e não lineares. A obra permite explorar metalinguagem, construção do narrador, tensão entre linguagem e realidade e a crítica à exclusão social.

    Como a obra costuma aparecer na prova

    A banca frequentemente apresenta trechos em que o narrador, Rodrigo S.M., interrompe a narrativa para comentar suas próprias escolhas, exigindo que o candidato identifique esse recurso metalinguístico.

    O que o estudante precisa dominar para acertar as questões

    Mais do que o enredo, a UEM espera que o candidato compreenda:

    • a função do narrador como personagem
    • o conflito entre contar uma história simples e refletir sobre a escrita
    • o contraste entre a linguagem elaborada do narrador e a vida limitada de Macabéa

    Por que vale o tempo de estudo

    Dominar A Hora da Estrela desenvolve uma leitura crítica sofisticada, essencial não apenas para Literatura, mas para toda a prova de Linguagens.

    5. Iracema – José de Alencar

    Sobre a obra

    Publicado em 1865, Iracema é um dos principais romances indianistas do Romantismo brasileiro. A narrativa conta a história de amor entre a indígena Iracema e o colonizador português Martim, funcionando como uma alegoria da formação do povo brasileiro.

    Por que a UEM cobra esse livro

    A UEM utiliza Iracema para avaliar a compreensão do Romantismo como projeto ideológico, não apenas como estilo literário. A obra permite discutir nacionalismo, idealização do indígena, apagamento da violência da colonização e construção de mitos fundadores da identidade brasileira.

    Como costuma aparecer na prova

    A banca costuma explorar trechos descritivos, exigindo interpretação da linguagem simbólica e da função da natureza no texto. Também são comuns questões que relacionam o enredo ao contexto histórico do século XIX e ao ideal romântico de nação.

    Por que vale o tempo de estudo

    Além de cair com frequência, Iracema ajuda o estudante a compreender como a literatura pode construir narrativas políticas e simbólicas, algo muito valorizado pela UEM.

    6. Os Lusíadas (cantos selecionados) – Luís de Camões

    Sobre a obra

    Publicado em 1572, Os Lusíadas é uma epopeia clássica que narra a viagem de Vasco da Gama às Índias, mesclando fatos históricos com mitologia greco-romana. A obra segue a estrutura da epopeia clássica, com proposição, invocação, dedicatória, narrativa e epílogo.

    Por que a UEM cobra esse livro

    A UEM exige que o candidato domine a tradição literária da língua portuguesa, e Camões ocupa um lugar central nesse repertório. A obra permite avaliar o conhecimento de gêneros literários, figuras de linguagem, mitologia e visão de mundo do Renascimento.

    Como costuma aparecer na prova

    A banca geralmente apresenta trechos dos cantos cobrados, pedindo interpretação de metáforas, identificação de personagens mitológicos e análise do discurso épico, como a exaltação dos feitos portugueses e a visão eurocêntrica da expansão marítima.

    Por que vale o tempo de estudo

    Mesmo sendo um texto mais difícil, o domínio básico da obra garante pontos importantes, já que muitas questões cobram compreensão estrutural e simbólica, não leitura integral decorada.

    7. Auto da Barca do Inferno – Gil Vicente

    Sobre a obra

    Escrita no início do século XVI, a peça integra o teatro vicentino e apresenta personagens que, após a morte, tentam embarcar para o céu ou para o inferno. Cada personagem representa um tipo social e seus pecados.

    Por que a UEM cobra esse livro

    A obra permite avaliar a compreensão de alegoria, sátira e crítica moral, além de introduzir o estudante ao teatro clássico em língua portuguesa. A UEM valoriza textos que dialogam diretamente com valores sociais e morais.

    Como costuma aparecer na prova

    Questões frequentemente exigem a identificação do significado simbólico dos personagens, a crítica social implícita e a função moralizante do texto. Também podem aparecer perguntas sobre linguagem e estrutura teatral.

    Por que vale o tempo de estudo

    É uma obra de leitura relativamente acessível e com alto potencial de acerto, desde que o estudante compreenda o simbolismo e o contexto histórico.

    8. Sentimento do Mundo – Carlos Drummond de Andrade

    Sobre a obra

    Publicado em 1940, o livro marca uma fase em que Drummond amplia sua poesia para além do eu individual, incorporando questões sociais, políticas e históricas, como a Segunda Guerra Mundial e a crise da modernidade.

    Por que a UEM cobra esse livro

    A UEM utiliza essa obra para avaliar a poesia moderna engajada, a construção do eu lírico coletivo e a relação entre literatura e contexto histórico.

    Como costuma aparecer na prova

    A banca costuma cobrar interpretação de poemas específicos, exigindo que o candidato identifique o tom crítico, a angústia existencial e o posicionamento do poeta diante do mundo.

    Por que vale o tempo de estudo

    Ajuda o estudante a desenvolver uma leitura poética mais profunda e a compreender como a literatura responde a momentos históricos de crise.

    9. Claro Enigma – Carlos Drummond de Andrade

    Sobre a obra

    Publicado em 1951, Claro Enigma representa uma fase mais reflexiva e formal da poesia drummondiana. O livro apresenta poemas filosóficos, marcados por questionamentos existenciais, silêncio e introspecção.

    Por que a UEM cobra esse livro

    A obra exige maturidade interpretativa e permite avaliar o domínio de linguagem simbólica, ambiguidade e densidade filosófica, aspectos frequentemente valorizados pela banca.

    Como costuma aparecer na prova

    Questões focam na interpretação do sentido dos poemas, no uso da linguagem contida e na comparação com fases anteriores do autor.

    Por que vale o tempo de estudo

    É um diferencial para candidatos que conseguem ir além da leitura literal e interpretar camadas de sentido.

    10. O Cortiço – Aluísio Azevedo

    Sobre a obra

    Publicado em 1890, o romance é um dos principais representantes do Naturalismo no Brasil. A narrativa foca no cortiço como personagem coletivo, mostrando como o ambiente influencia o comportamento humano.

    Por que a UEM cobra esse livro

    A obra permite avaliar conceitos centrais do Naturalismo, como determinismo social, influência do meio e crítica às desigualdades sociais.

    Como costuma aparecer na prova

    A banca costuma explorar trechos que evidenciam o comportamento coletivo, a animalização dos personagens e a crítica às relações sociais e econômicas.

    Por que vale o tempo de estudo

    É uma obra-chave para compreender o Naturalismo e costuma gerar questões objetivas, com bom índice de acerto para quem estudou de forma consciente.

    Por fim, ler as obras obrigatórias do vestibular da UEM com profundidade não é apenas uma estratégia para conquistar bons resultados na prova, mas também um exercício fundamental de formação intelectual.

    Esses livros desenvolvem senso crítico, ampliam a visão de mundo e treinam a capacidade de interpretar textos complexos, habilidades que acompanham o estudante ao longo da vida acadêmica e profissional, muito além do vestibular.

    No Colégio Premere, o estudante não enfrenta esse desafio sozinho. A preparação para o vestibular acontece com orientação, acompanhamento pedagógico e um trabalho contínuo que conecta literatura, pensamento crítico e projeto de vida.

    Assim, o aluno é preparado não apenas para ser aprovado na UEM, mas para construir uma trajetória sólida, consciente e preparada para os desafios da universidade e da vida.

  • O que é o Novo Ensino Médio e Como Funciona

    O que é o Novo Ensino Médio e Como Funciona

    Novo Ensino Médio 2026: entenda obrigatoriedades

    Em agosto de 2024, foi sancionada a lei que atualiza o Novo Ensino Médio, após aprovação pelo Congresso Nacional no mês anterior. A legislação redefine pontos importantes da organização curricular e estabelece que os sistemas de ensino realizem a implementação das mudanças de forma gradual e planejada.

    No cronograma definido, as novas diretrizes passaram a valer a partir de 2025 para os alunos da 1ª série, sendo ampliadas para a 2ª série em 2026 e, por fim, para a 3ª série em 2027.

    Esse processo progressivo permite que escolas, professores e estudantes se adaptem ao novo modelo de ensino médio.

    Mas, afinal, o que muda na prática? Ao longo deste artigo, o Colégio Premere explica como essas mudanças impactam o Ensino Médio no Paraná e o que isso representa para a formação dos estudantes.

    Como é o Novo Ensino Médio?

    Antes do Novo Ensino Médio, os estudantes tinham 1.800 horas dedicadas às disciplinas obrigatórias e 1.200 horas para as optativas. Com o novo modelo, as disciplinas obrigatórias passam a ocupar 2.400 horas, enquanto as optativas são reduzidas para 600 horas.

    Além disso, a formação técnica ou profissional pode ter até 1.200 horas. Na formação geral básica, os alunos continuarão estudando disciplinas tradicionais, como Português, Matemática, Física, História e Geografia. O Espanhol permanece como matéria optativa.

    Já nos itinerários formativos, os estudantes podem escolher duas áreas de aprofundamento entre Matemática, Linguagens, Ciências Humanas e Ciências da Natureza. Essa reorganização visa preparar melhor os alunos para o Enem e para suas futuras escolhas acadêmicas e profissionais.

    Leia também: Como funciona a lista de espera do SISU?

    O que mudou no Novo Ensino Médio no Paraná?

    O Novo Ensino Médio passou por novas atualizações a partir da Lei nº 14.803/2024, que redefiniu pontos importantes da organização curricular desta etapa da educação básica.

    No Paraná, essas mudanças foram orientadas e regulamentadas pela Secretaria de Estado da Educação (SEED/PR), por meio de normativas educacionais que direcionam a aplicação do modelo nas escolas públicas e privadas do Estado. Continue a leitura, conheça as mudanças e veja porquê o Colégio Premere é a melhor escola de Maringá.

    1- Carga horária anual

    Uma das principais atualizações diz respeito à organização da carga horária anual, que permanece em 1.000 horas por ano, totalizando 3.000 horas ao longo dos três anos do Ensino Médio.

    O que mudou foi a forma de distribuição desse tempo. Agora, a matriz curricular passa a ser composta por 800 horas destinadas à Formação Geral Básica (FGB), que concentra os componentes obrigatórios alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), e 200 horas voltadas aos Itinerários Formativos (IF).

    Essa divisão mantém os Itinerários Formativos como parte obrigatória do currículo e exige das escolas uma reorganização da rotina escolar. Na prática, para garantir o cumprimento da carga horária, é necessário ao menos um dia de aulas no período da tarde, de forma obrigatória, contemplando as 200 horas anuais dos itinerários. Essa regra vale para todas as séries do Ensino Médio, do 1º ao 3º ano.

    2- Itinerários Formativos

    Outro ponto relevante é que os Itinerários Formativos continuam sendo obrigatórios, mas agora as escolas devem ofertar no mínimo dois itinerários diferentes, garantindo que eles contemplem as quatro áreas do conhecimento: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas.

    Além disso, os estudantes passam a escolher seu itinerário já na 1ª série do Ensino Médio, o que reforça a importância de uma orientação pedagógica consistente desde o início dessa etapa.

    3- Projeto de Vida

    O Projeto de Vida permanece como componente obrigatório no Ensino Médio. A diferença é que, com as novas diretrizes, a escola pode optar por mantê-lo como um componente curricular específico na matriz ou desenvolvê-lo de forma transversal, integrado aos demais componentes e áreas do conhecimento, fortalecendo a conexão entre aprendizagem, escolhas acadêmicas e planejamento de futuro.

    4- Educação Digital e Computação

    Outra mudança importante diz respeito à Educação Digital e Computação, que passa a ser obrigatória em pelo menos uma das três séries do Ensino Médio, devendo estar inserida dentro da Formação Geral Básica.

    A organização pedagógica desse componente está estruturada em três eixos fundamentais: pensamento computacional, mundo digital e cultura digital, reforçando o compromisso com o desenvolvimento de competências essenciais para a vida acadêmica, profissional e social no século XXI.

    O Colégio Premere acompanha e aplica essas diretrizes desde o início, estruturando sua proposta pedagógica de forma alinhada às normativas da SEED/PR e às exigências legais do Novo Ensino Médio. É por esse motivo que hoje é a melhor escola de Maringá – Paraná!

    Afinal, com tudo isso, garante uma formação consistente, atualizada e coerente com as transformações educacionais, preparando os alunos para os desafios do presente e do futuro. Quer saber mais? Fale conosco!

    Como essas mudanças impactam o Enem e os vestibulares?

    As mudanças no Novo Ensino Médio não alteram o conteúdo cobrado no Enem e nos principais vestibulares do país, que continuam baseados na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

    Como a Formação Geral Básica (FGB) passou a ocupar uma carga horária maior ao longo dos três anos, os estudantes têm mais tempo de contato com os conteúdos essenciais de Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas, o que contribui para uma preparação mais sólida e contínua para as avaliações externas.

    Além disso, os Itinerários Formativos podem funcionar como aliados na preparação para o Enem e os vestibulares, ao permitir aprofundamentos em áreas específicas do conhecimento. Quando bem orientados pela escola, esses itinerários ajudam o aluno a reforçar competências, sanar lacunas de aprendizagem e desenvolver habilidades exigidas nas provas.

    O que muda para os pais?

    Para os pais, o Novo Ensino Médio traz uma participação ainda mais importante no acompanhamento da vida escolar dos filhos. A ampliação da carga horária e a reorganização do currículo, com aulas em período estendido e escolha de itinerários já na 1ª série, exigem atenção à rotina de estudos, ao equilíbrio entre escola, descanso e outras atividades, além de diálogo constante sobre interesses e objetivos dos estudantes.

    Outro ponto relevante é o papel da família no processo de orientação e tomada de decisão. Embora a escola seja responsável por ofertar e conduzir pedagogicamente os itinerários formativos, o apoio dos pais é fundamental para que o aluno faça escolhas conscientes, alinhadas ao seu projeto de vida e às possibilidades futuras.

    Os alunos podem escolher as áreas que mais gostam?

    Não exatamente. O objetivo dos itinerários formativos é permitir que os alunos foquem nas áreas em que têm mais dificuldade, ajudando a melhorar seu desempenho geral. Por exemplo, se um aluno percebe que não entende bem determinado conteúdo de Matemática, ele pode usar o aprofundamento para revisitar esse tema.

    Essa é uma excelente mudança, pois assim, o estudante tem a oportunidade de preencher lacunas no aprendizado e fortalecer suas habilidades. Dessa forma, ele estará mais preparado para o Enem, o vestibular e o curso que deseja ingressar.

    Quais são os itinerários formativos no Novo Ensino Médio?

    Os itinerários formativos no Novo Ensino Médio, segundo o governo federal, são: Ciências da Natureza e suas tecnologias; Linguagens e suas Tecnologias; Ciências Humanas e Sociais aplicadas; Matemática e suas tecnologias; Formação Técnica e Profissional; Linha de fomento do Itinerário da Formação Técnica e Profissional e IFTP – Itinerário da Formação Técnica e Profissional.

    Quais são as disciplinas obrigatórias do Novo Ensino Médio?

    A quantidade de disciplinas obrigatórias foi ampliada. Além de Português, Matemática, Educação Física, Artes, Sociologia e Filosofia, agora também incluem Inglês, Ciências da Natureza e Ciências Humanas. Já o Espanhol permanece como matéria optativa, apesar de os senadores terem votado para torná-lo obrigatório.

    Quais são as novas matérias do Novo Ensino Médio?

    No caso das disciplinas optativas, cada escola será obrigada a oferecer matérias em pelo menos duas áreas dos chamados Trilhos de Conhecimento, como Linguagens, Matemática e Ciências. No modelo anterior, não havia essa exigência.

    O que a lei prevê sobre o Novo Ensino Médio?

    Segundo o Ministério da Educação, a nova lei prevê que, de um total mínimo de 3 mil horas nos três anos do Ensino Médio, 2.400 horas devem ser destinadas à Formação Geral Básica (FGB), que inclui Português, Inglês, Artes, Educação Física, Matemática, Ciências da Natureza (Biologia, Física, Química) e Ciências Humanas (Filosofia, Geografia, História, Sociologia).

    O conteúdo da FGB é definido na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Com a implementação da nova lei, haverá um aumento da carga horária mínima destinada à Formação Geral Básica ao longo dos três anos do Ensino Médio, que anteriormente era de 1.800 horas.

    Resumo sobre o Novo Ensino Médio

    Entre as mudanças relacionadas ao Novo Ensino Médio, está o fato de que os estudantes podem escolher duas áreas de aprofundamento entre Matemática, Linguagens, Ciências Humanas e Ciências da Natureza. Veja o resumo abaixo e confira os tópicos principais desta atualização.

    Colégio Premere alinhado às novas normativas educacionais

    O Colégio Premere apresenta uma proposta metodológica alinhada às novas normativas educacionais estabelecidas pelo Novo Ensino Médio. Nossa abordagem combina experiências significativas e dinâmicas, que ampliam e fortalecem o conhecimento, preparando os alunos para os desafios do mundo contemporâneo.

    Com a Formação Geral Básica (FGB), oferecemos um currículo estruturado e pautado na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), garantindo a consolidação de uma base sólida de aprendizado. Já os Itinerários Formativos (IF) trazem flexibilidade e personalização, permitindo que cada estudante escolha trilhas de aprendizado alinhadas aos seus interesses e objetivos pessoais.

    Aqui no Colégio Premere, educar é promover uma nova maneira de ser, pensar, agir e aprender, formando cidadãos preparados para transformar o mundo.

    Conheça mais sobre a Premere, entre em contato conosco!

  • Como vai funcionar o SISU 2026: tudo o que precisa saber

    Como vai funcionar o SISU 2026: tudo o que precisa saber

    O SISU vem aí com novidades importantes que prometem mudar para quem sonha com uma vaga em universidades públicas. A principal delas é a possibilidade de usar as notas de três edições do Enem (2023, 2024 e 2025) para concorrer no processo seletivo.

    Mas afinal, o que muda na prática e como se preparar? Neste guia, você vai entender tudo o que precisa saber para participar do Sisu com segurança e estratégia.

    O que é o SISU?

    O SISU (Sistema de Seleção Unificada) é a plataforma do Ministério da Educação (MEC) que reúne vagas de instituições públicas de ensino superior de todo o país. Por meio dele, os estudantes podem se inscrever para cursos de graduação usando apenas a nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

    A ideia é simplificar o acesso às universidades e democratizar o ingresso no ensino superior. Ou seja, o Sisu é o principal caminho para quem quer estudar em uma universidade pública sem precisar fazer vestibular tradicional.

    Leia também: Como funciona a lista de espera do SISU?

    Para que serve o SISU?

    O Sisu serve para distribuir as vagas oferecidas por universidades e institutos federais com base no desempenho dos alunos no Enem. A plataforma substitui, em muitos casos, os vestibulares individuais das instituições, tornando o processo mais acessível e centralizado.

    Além disso, o sistema permite que o candidato acompanhe em tempo real as notas de corte, ou seja, a pontuação mínima necessária para ficar entre os possíveis selecionados, e altere suas opções de curso até o fim do período de inscrição.

    Como vai funcionar o SISU 2026?

    Em 2026, o Sisu terá uma mudança significativa: pela primeira vez, os candidatos poderão utilizar as notas das três últimas edições do Enem (2023, 2024 e 2025) para participar do processo seletivo.

    Isso significa que o estudante poderá escolher a melhor nota entre as três provas para aumentar suas chances de aprovação. A mudança deve ampliar o número de participantes e tornar a disputa ainda mais competitiva, especialmente nos cursos mais procurados, como Medicina, Direito e Engenharia.

    Quem pode se inscrever no SISU?

    Podem se inscrever no Sisu todos os candidatos que participaram de pelo menos uma das edições válidas do Enem (2023, 2024 ou 2025) e não zeraram a redação. Não há limite de idade, e tanto estudantes que acabaram de concluir o ensino médio quanto aqueles que já tentaram em anos anteriores podem participar.

    Além disso, o candidato deve atender aos critérios de cada instituição, algumas universidades reservam vagas específicas para cotas, ações afirmativas ou políticas regionais de ingresso.

    Vantagens dessa mudança:

    • Aumenta a chance de ingresso em cursos concorridos;
    • Beneficia quem teve boas notas em anos anteriores e quer tentar de novo;
    • Reduz o impacto de uma eventual queda de desempenho no ENEM mais recente.

    Notas de corte devem subir nos cursos mais disputados

    Segundo informações do G1, é muito provável que as notas de corte dos cursos mais concorridos, como Medicina, subam ainda mais no Sisu 2026. Isso porque, com a possibilidade de utilizar as notas de três edições do Enem, muitos candidatos irão concorrer com sua melhor pontuação, o que naturalmente eleva as médias finais.

    Já nos cursos com menor procura, as notas de corte devem permanecer estáveis ou até cair um pouco. Isso ocorre pela menor demanda e pelo fato de que os candidatos tendem a priorizar as áreas mais prestigiadas. Ou seja, o cenário de 2026 promete ser mais competitivo, mas também mais inclusivo, já que mais pessoas terão a chance de tentar.

    Que dia abre o SISU 2026?

    • Inscrições: abrem dia 19 de janeiro e encerram dia 23;
    • Resultado da chamada regular: dia 29 de janeiro;
    • Matrícula da primeira chamada: A partir do dia 2 de fevereiro;
    • Prazo para manifestar interesse na lista de espera: 29 de janeiro a 2 de fevereiro;

    Convocações da lista de espera: ao longo de fevereiro e março (feito diretamente pelas universidades).

    É importante acompanhar o site oficial do Sisu (sisu.mec.gov.br) e os canais de notícias do MEC para não perder os prazos.

    Passo a passo do SISU: entenda o que fazer antes, durante e depois

    Antes das inscrições:

    • Verifique suas notas do Enem e calcule sua média.
    • Pesquise as universidades e cursos de interesse.
    • Fique atento às notas de corte das edições anteriores para definir uma estratégia.

    Durante o período de inscrição:

    • Acesse o site do Sisu e escolha até duas opções de curso.
    • Acompanhe diariamente as notas de corte e ajuste suas escolhas se necessário.
    • Confirme os dados antes do fim do prazo.

    Depois da inscrição:

    • Aguarde o resultado da chamada regular.
    • Caso não seja selecionado, participe da lista de espera. Se aprovado, siga o cronograma da universidade para matrícula e entrega de documentos.

    Quais são as vantagens do SISU?

    O Sisu é uma das formas mais democráticas de ingresso no ensino superior, já que permite concorrer a universidades de todo o Brasil sem precisar viajar para fazer vestibulares diferentes.

    Outra vantagem é que o candidato pode usar a melhor nota do Enem e acompanhar o desempenho em tempo real, ajustando suas estratégias durante o processo. Com as novas regras para 2026, o sistema se torna ainda mais inclusivo, oferecendo mais chances para quem busca realizar o sonho da graduação.

    Conheça o Colégio Premere

    Quer conquistar uma nota alta no Enem e garantir sua vaga no Sisu 2026? No Colégio Premere, você conta com professores experientes, acompanhamento personalizado e uma preparação completa para alcançar o seu melhor desempenho.

    Invista no seu futuro com quem entende de aprovação. Conheça o Colégio Premere e comece hoje sua jornada rumo à universidade dos seus sonhos!

  • Ensino Médio em Maringá: por que a Premere é a melhor escola?

    Ensino Médio em Maringá: por que a Premere é a melhor escola?

    Escolher a escola certa no Ensino Médio é uma decisão que molda o futuro. É nesse período que o jovem consolida sua identidade, descobre seus interesses, define seus primeiros projetos de vida e se prepara para escolhas acadêmicas e profissionais.

    Em Maringá, o Colégio Premere destaca-se como uma instituição que vai além do tradicional: nasce da inquietação de educadores experientes e da intenção de construir uma proposta verdadeiramente alinhada às demandas do jovem.

    Enquanto muitas escolas ainda operam com práticas e metodologias do passado, a Premere tem uma resposta atual, viva e intencional à Lei do Novo Ensino Médio.

    Aqui, o estudante encontra uma formação que une propósito, autonomia, protagonismo e experiências significativas, preparando-o para pensar, agir e construir conhecimento de forma crítica e consciente.

    A seguir, você entende por que o Colégio é referência em Ensino Médio em Maringá.

    Uma escola criada para dialogar com o jovem

    A Premere nasceu da iniciativa de oito profissionais da educação que, ao observar o cenário das escolas tradicionais, perceberam um desalinhamento evidente entre o que o jovem precisa e o que a escola entrega.

    Essa visão se materializa em uma estrutura pedagógica que respeita o ritmo individual, incentiva a autonomia e valoriza o projeto de vida de cada estudante. A escola entende que o jovem precisa aprender a se posicionar no mundo, desenvolver argumentação, sustentar suas ideias e agir com responsabilidade.

    Por isso, a Premere não apenas transmite conhecimento, mas ajuda o aluno a construir significado e identidade dentro do processo educativo.

    Conheça a jornada do estudante do ensino médio e pré-vestibular aqui na escola.

    Metodologia baseada em projetos e protagonismo estudantil

    A escola adota uma metodologia autoral, que aproxima o estudante da realidade e o coloca como sujeito ativo na construção do próprio conhecimento. Isso acontece por meio de:

    • projetos reais, que conectam teoria e prática e desafiam o aluno a aplicar o que aprende em situações concretas;
    • desenvolvimento de competências essenciais para o século 21, como colaboração, pensamento crítico, empatia e criatividade;
    • incentivo à autonomia, permitindo que o estudante tome decisões, organize processos e construa caminhos próprios;
    • resolução de problemas complexos, conectando questões acadêmicas a temas sociais, ambientais e culturais que fazem parte do cotidiano.

    Esse formato garante que o aluno entenda por que está aprendendo, como aquele conhecimento se conecta com o mundo e de que maneira pode usá-lo para tomar decisões relevantes.

    Os pilares do Colégio Premere

    Os pilares não são apenas conceitos, são diretrizes vivas que orientam cada experiência, cada aula e cada projeto dentro da escola.

    1. Proposta Inovadora

    A inovação na Premere não é estética ou pontual. Ela está na forma de ensinar e aprender. A metodologia própria, centrada na problematização, incentiva o aluno a analisar situações, levantar hipóteses, testar soluções e ter pensamento crítico. Em vez de receber respostas prontas, ele constrói sentido, desenvolvendo autonomia intelectual e domínio sobre o conhecimento.

    2. Ensino Humanizado

    A Premere entende que o estudante chega à escola com repertório, emoções, histórias e desafios únicos. Por isso, o ensino humanizado é parte essencial da proposta: aqui, o jovem é visto como um ser multifacetado, cujas particularidades ampliam suas potencialidades. O acolhimento, o diálogo e a construção de vínculos fortalecem a confiança e impactam diretamente o desempenho escolar.

    3. Educação Empreendedora

    Mais do que estimular o aluno a criar negócios, a educação empreendedora desenvolve a habilidade de enxergar oportunidades, propor soluções, gerenciar processos e transformar ideias em ação. Esse eixo estimula criatividade, liderança, autonomia e visão estratégica, competências indispensáveis tanto na vida pessoal quanto na profissional.

    4. Estrutura Multifuncional

    Ambientes amplos, acolhedores e flexíveis reforçam a ideia de pertencimento e tornam o colégio um espaço convidativo à convivência, à pesquisa e à criação. Áreas abertas, integração com a natureza e salas adaptáveis contribuem para experiências de aprendizagem mais ricas e diversificadas.

    5. Tecnologia Educacional

    A tecnologia é integrada ao cotidiano do aluno, permitindo que ele tenha experiências práticas com ferramentas que fortalecem pesquisas, apresentações, organização de estudos e criação de projetos. Recursos digitais e equipamentos modernos ampliam possibilidades, tornam o processo mais dinâmico e ajudam o estudante a desenvolver competências digitais fundamentais para o mundo atual.

    6. Programa Bilíngue

    O inglês deixa de ser apenas uma disciplina e passa a ser uma ferramenta de comunicação global. Com carga horária estendida e metodologia envolvente, o programa bilíngue expande o repertório cultural, melhora o desempenho acadêmico e prepara o jovem para estudar, trabalhar e se comunicar em diferentes contextos ao redor do mundo.

    Gostou de conhecer os pilares do Colégio? Agende uma visita e conheça presencialmente em Maringá!

    Novo Ensino Médio: formação completa

    A implementação do Novo Ensino Médio no Brasil trouxe desafios para muitas instituições, mas na Premere ele se tornou uma grande oportunidade de inovação. Como o colégio já nasceu alinhado a esse modelo, a estrutura curricular é coerente, atual e profundamente significativa.

    Formação Geral Básica (FGB)

    É a base do percurso formativo, com conteúdos alinhados à BNCC e organizados de forma interdisciplinar. A profundidade e a conexão entre áreas evitam a fragmentação do conhecimento e tornam o aprendizado mais sólido e intencional.

    Itinerários Formativos (IF)

    Nesta etapa, o estudante personaliza sua jornada ao escolher trilhas alinhadas aos seus interesses, habilidades e expectativas para o futuro. Os itinerários formativos estimulam o protagonismo e permitem que o jovem explore diferentes áreas, desenvolvendo visão crítica, maturidade e autoconhecimento para decisões futuras, seja na carreira, na universidade ou em projetos de vida.

    Material didático: GeekieOne + Chromebook

    O material didático também reflete o compromisso da Premere com inovação e personalização. O GeekieOne, plataforma reconhecida nacionalmente, oferece conteúdo atualizado, aprofundado e adaptável às necessidades do estudante.

    Ele possibilita:

    • trilhas flexíveis que respeitam o ritmo individual;
    • atualização constante dos conteúdos;
    • estratégias de ensino personalizadas;
    • integração com aulas, projetos e Itinerários Formativos;
    • acesso remoto para estudo em qualquer lugar.

    Para garantir acesso completo ao material e fortalecer a autonomia do estudante, cada aluno recebe um Chromebook cedido pela escola, facilitando pesquisas, produção de projetos e organização acadêmica ao longo de toda a sua jornada.

    Por que a Premere é a melhor escola de Ensino Médio em Maringá?

    A Premere não se limita a seguir tendências, ele antecipa o futuro da educação.

    • Criado por especialistas que entenderam o que faltava no ensino tradicional
    • Metodologia centrada no jovem, em seu ritmo e em suas necessidades reais
    • Projetos que desenvolvem habilidades práticas, emocionais e sociais
    • Trilhas flexíveis que respeitam interesses e talentos individuais
    • Forte alinhamento com a BNCC e com o Novo Ensino Médio
    • Experiências profundas que ampliam repertório, visão de mundo e autonomia
    • Estrutura moderna que acolhe, inspira e fortalece o aprendizado
    • Pilares sólidos que orientam cada etapa da formação
    • Tecnologia integrada de forma natural ao processo educativo
    • Programa bilíngue consistente, envolvente e com resultados reais

    É uma escola que combina inovação, propósito e resultados, e isso faz toda a diferença no desenvolvimento do estudante.

    Por fim, a escolha do Ensino Médio define como o jovem se vê, como pensa, como age e como constrói seu futuro. O Colégio Premere entende a importância desse momento e oferece um caminho mais humano, mais atual e mais inteligente para formar estudantes preparados para enfrentar os desafios da vida contemporânea.

    Agende uma visita e descubra, na prática, como funciona uma escola que transforma a maneira de aprender e de viver o Ensino Médio.

    A Premere está pronta para receber você e sua família, e apresentar um novo olhar sobre educação. Acompanhe também o nosso Instagram.

  • 4 ferramentas para simular sua nota no Enem 2025 com TRI

    4 ferramentas para simular sua nota no Enem 2025 com TRI

    A nota do Enem não é calculada pelo número de acertos, mas pela Teoria de Resposta ao Item (TRI), um modelo que considera a dificuldade das questões e o padrão de respostas do candidato.

    Por isso, simular a nota é essencial para entender onde você está e quanto precisa evoluir até a prova de 2025. Hoje existem ferramentas que ajudam a estimar sua proficiência e prever sua nota final com bastante precisão.

    O que a TRI mede?

    A TRI mede a proficiência, não apenas acertos. Isso significa que ela avalia:

    • quão difícil era a questão;
    • o quanto a questão distingue quem domina o conteúdo de quem não domina;
    • se o seu padrão de respostas é consistente com o nível de proficiência estimado.

    Dessa forma, acertar uma questão difícil vale mais para sua proficiência do que acertar uma questão fácil, e errar questões muito fáceis pode reduzir sua nota de maneira significativa. É por isso que dois candidatos com o mesmo número de acertos podem ter notas diferentes.

    Leia também: Fies: entenda como funciona e se vale a pena.

    Conheça 4 ferramentas para simular sua nota no Enem 2025

    Antes de escolher sua estratégia de estudos, vale testar ferramentas que mostram como seus acertos se transformam em nota. Aqui estão quatro opções confiáveis, incluindo a calculadora do Colégio Premere, pensada especialmente para estudantes do Ensino Médio.

    1. Calculadora de Notas do Colégio Premere

    A ferramenta exclusiva para os estudantes do Colégio Premere permite que o aluno insira seus acertos por área e receba uma estimativa de nota com base em um modelo de TRI simplificado. Diferente de simuladores genéricos, ela foi criada para uso pedagógico e ajuda você a identificar quais áreas têm maior potencial de crescimento.

    Além disso, a calculadora oferece orientações sobre como interpretar sua pontuação e como ajustar sua estratégia de estudo para ganhar mais pontos com menos esforço.

    2. Simulador de Nota do Enem – Projeto Enem

    Plataformas independentes como o Projeto Enem oferecem simuladores de TRI baseados em análises estatísticas de provas anteriores. O aluno insere a quantidade de acertos e recebe uma aproximação da nota final por área.

    É um recurso útil para quem deseja acompanhar sua evolução ao longo do ano e comparar sua performance com edições passadas do exame.

    3. Simulador da Casa do Saber Educação

    Alguns sites especializados em educação disponibilizam simuladores que utilizam bancos de questões calibradas. Neles, o estudante resolve exercícios reais e recebe ao final uma estimativa de proficiência. Esse formato é ótimo para quem quer entender não apenas a nota em si, mas também quais tipos de questões mais contribuem para a pontuação.

    4. Planilhas de Simulação com Base nas Provas Anteriores

    Outra opção é usar planilhas que replicam padrões aproximados de conversão TRI de anos anteriores. Essas planilhas não substituem um simulador profissional, mas ajudam a visualizar como diferentes níveis de acerto podem influenciar a nota.

    Os estudantes que gostam de analisar dados encontram nessas planilhas uma forma de comparar rapidamente expectativas de nota em áreas específicas.

    Confira a seguir: Como vai funcionar o SISU 2026: tudo o que precisa saber.

    Como ver a nota no Enem?

    A nota oficial do Enem é divulgada no Portal do Participante, no site do Inep. Para consultar, basta acessar com seu login gov.br e verificar as notas por área, além da redação. Cada área terá uma nota diferente, pois cada caderno passa por uma calibração própria.

    Vale lembrar que a data de divulgação muda a cada edição, mas geralmente ocorre entre janeiro e fevereiro do ano seguinte.

    Como interpretar a nota do Enem?

    Se você estuda no ensino médio, sabe que interpretar corretamente a nota do Enem é tão importante quanto tirá-la. A nota não deve ser vista apenas como um número, mas como uma medida de proficiência que mostra o quanto você domina os conteúdos cobrados em cada área.

    Cada prova, Linguagens, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza, possui uma nota independente porque cada uma é calibrada de acordo com o nível de dificuldade das questões daquele ano. Por isso, é normal que sua pontuação varie de uma área para outra, mesmo que você tenha a sensação de ter ido igualmente bem em todas.

    Outro ponto importante é entender sua nota em relação à média nacional e às notas de corte dos cursos que você deseja. Uma nota de 600, por exemplo, pode ser excelente em Matemática, mas apenas mediana em Línguas, dependendo da edição.

    Além disso, você deve analisar se a sua proficiência atende ao perfil dos cursos que pretende disputar. Licenciaturas, cursos menos concorridos e áreas humanas podem exigir cortes menores, enquanto Medicina, Direito e Engenharias demandam notas altas e mais equilibradas. Essa leitura estratégica ajuda a montar um plano realista e aumenta suas chances de aprovação.

    Por fim, interpretar a nota também significa identificar pontos fortes e fracos. Se sua nota em Matemática está muito acima das outras áreas, isso mostra um domínio claro que pode ser explorado em cursos técnicos ou de exatas.

    Já notas muito baixas em alguma área indicam a necessidade de reforço imediato, o que é normal e faz parte do processo. Com essa visão, você consegue ajustar seu cronograma, escolher simulados mais adequados e direcionar os estudos para realmente aumentar sua proficiência nas áreas que mais pesam para sua carreira desejada.

    400 no Enem é bom?

    A resposta depende do seu objetivo. Em geral, 400 é considerado um desempenho básico, suficiente para alguns cursos menos concorridos em faculdades privadas, mas baixo para processos como SISU em instituições públicas.

    Ainda assim, para muitos programas de bolsas parciais ou cursos EAD, 400 pode ser um ponto de partida, especialmente se combinado com uma boa nota de redação.

    O que consigo com 500 pontos no Enem?

    Com 500 pontos, o candidato já alcança uma faixa intermediária e abre mais portas. Essa pontuação permite:

    • disputar bolsas parciais em programas privados;
    • entrar em cursos menos concorridos via PROUNI;
    • concorrer a vagas em faculdades privadas com maior flexibilidade na seleção.

    Para universidades públicas e cursos mais disputados, 500 ainda não é suficiente, mas representa um bom cenário para quem está começando a estudar seriamente para melhorar a performance.

    Qual a nota mínima no Enem para entrar na faculdade?

    A verdade é que não existe uma nota mínima universal. Cada instituição, programa e curso define sua nota de corte. Em geral: faculdades privadas podem aceitar notas entre 450 e 600; universidades públicas via SISU costumam exigir entre 650 e 900, dependendo do curso; programas como FIES pedem nota mínima de 450 e não podem ter nota zero na redação.

    Por isso, acompanhar as notas de corte passadas é essencial para planejar seus objetivos com clareza.

    Conheça o blog do Colégio Premere para mais assuntos como esse

    Se você quer continuar aprendendo sobre Enem, Ensino Médio, aprovação e estratégias de estudo, o Blog do Colégio Premere reúne conteúdos aprofundados, atualizados e escritos para orientar estudantes e famílias com clareza.

    Descubra como transformar informação em resultado e como a Premere pode acompanhar você até a aprovação.

  • Soft skills:10 habilidades para desenvolver no colégio

    Soft skills:10 habilidades para desenvolver no colégio

    O Ensino Médio é um dos momentos mais importantes da formação dos estudantes. É quando começam a surgir dúvidas sobre futuro profissional, escolhas acadêmicas e autoconhecimento.

    Mas, além das matérias tradicionais, existe um conjunto de competências que fazem toda a diferença para o crescimento pessoal e para as oportunidades que surgirão: as soft skills.

    No Colégio Premere, essa formação é vista como parte essencial do desenvolvimento integral dos alunos. Por isso, estimular habilidades comportamentais, socioemocionais e comunicativas faz parte da rotina pedagógica.

    Neste artigo, vamos explicar o que são soft skills, por que elas são tão importantes e como os estudantes podem fortalecê-las desde já para construir um futuro mais seguro e promissor.

    O que são soft skills?

    Soft skills são habilidades comportamentais e socioemocionais que influenciam a forma como o indivíduo lida com situações, se relaciona com outras pessoas e enfrenta desafios.

    Elas não estão ligadas a uma disciplina específica, mas sim ao comportamento cotidiano, como comunicação, empatia, capacidade de resolver problemas e organização. São competências que acompanham o estudante em toda sua trajetória, independente da área profissional escolhida.

    Ao contrário de um conteúdo técnico, que pode ser aprendido em cursos ou treinamentos, as soft skills se constroem no convívio diário, em experiências práticas e na interação com o mundo ao redor.

    Por isso, o ambiente escolar é ideal para desenvolvê-las: é um espaço onde os alunos aprendem a trabalhar em equipe, lidar com responsabilidades e enfrentar situações que exigem flexibilidade e maturidade emocional.

    Quais são as 10 soft skills para desenvolver no colégio?

    Desenvolver soft skills ainda no Ensino Médio é uma forma de preparar o estudante para desafios acadêmicos, sociais e profissionais. Cada uma dessas habilidades influencia diretamente o desempenho dentro e fora da escola, contribuindo para um futuro mais equilibrado e promissor.

    Abaixo estão as 10 principais soft skills que todo aluno pode começar a fortalecer desde já.

    1. Comunicação com clareza

    A comunicação é essencial em todas as áreas da vida escolar. Saber transmitir ideias com clareza, argumentar com respeito e se expressar de forma objetiva melhora o desempenho em apresentações, trabalhos e interações diárias. Além disso, desenvolve a confiança do estudante e facilita a participação ativa em sala de aula.

    2. Colaboração

    No ambiente escolar, a colaboração aparece o tempo todo: grupos de estudo, projetos interdisciplinares e atividades coletivas. Trabalhar bem com outras pessoas requer paciência, respeito e flexibilidade, habilidades fundamentais para resultados de qualidade. Quando os alunos aprendem a ouvir o outro e dividir responsabilidades, crescem emocionalmente.

    3. Pensamento crítico

    O pensamento crítico permite que o estudante analise informações, questione, compare ideias e tire suas próprias conclusões. É uma habilidade importante para interpretar textos, resolver problemas e participar de debates com embasamento. Para o aluno, isso significa aprender a pensar com profundidade e autonomia.

    4. Criatividade

    A criatividade não se limita às artes, ela está presente em todas as áreas que exigem resolução de problemas e inovação. No colégio**, ser criativo ajuda o aluno a encontrar diferentes formas de aprender**, estudar e apresentar seus trabalhos. Isso torna o processo educativo mais leve e motivador.

    5. Gestão do tempo

    No Ensino Médio, atividades, provas, trabalhos e compromissos pessoais podem se acumular rapidamente. Por isso, saber organizar o tempo é crucial. Essa habilidade ajuda o estudante a evitar atrasos, melhorar o desempenho e reduzir o estresse diário. Com uma boa gestão, o aluno aprende a priorizar o que realmente importa.

    6. Organização

    A organização acompanha o estudante em toda sua rotina: manter o material arrumado, planejar estudos, separar horários e administrar responsabilidades. Quando o aluno desenvolve essa habilidade, ele ganha mais autonomia e clareza sobre suas tarefas. Isso melhora tanto o aprendizado quanto sua confiança.

    7. Adaptabilidade

    O ambiente escolar muda constantemente: novas matérias, desafios inesperados e diferentes formas de avaliação. Por isso, saber se adaptar é essencial para lidar com imprevistos sem perder o foco. Alunos adaptáveis enfrentam mudanças com mais tranquilidade e maturidade.

    8. Resolução de problemas

    Durante o colégio, os estudantes enfrentam diversas situações que exigem raciocínio lógico e emocional. Resolver problemas envolve identificar causas, pensar em alternativas e escolher o melhor caminho. É uma habilidade poderosa que amplia a autonomia do aluno e melhora o desempenho acadêmico.

    9. Liderança

    A liderança pode surgir em projetos, grupos de estudo ou atividades extracurriculares. Ser líder não significa mandar, mas saber orientar, motivar e organizar pessoas. É uma habilidade que fortalece a responsabilidade e o senso de colaboração do estudante, preparando-o para situações complexas.

    10. Empatia

    Empatia é a habilidade de compreender e respeitar os sentimentos e pontos de vista das outras pessoas. No colégio, ela aparece na convivência com colegas, na resolução de conflitos e na construção de relações mais saudáveis. Estudantes empáticos criam um ambiente mais harmonioso e colaborativo.

    Exemplos de soft skills no ensino médio

    Um exemplo muito presente no cotidiano escolar é a comunicação. Ela aparece em apresentações orais, debates em sala, trabalhos escritos e até nas interações informais entre os colegas.

    Outra soft skill bastante comum é a colaboração. No Ensino Médio, os alunos participam de grupos de estudo, trabalhos em equipe e atividades que exigem cooperação. Trabalhar bem com outras pessoas, mesmo quando existem opiniões diferentes, é uma habilidade essencial para a vida adulta.

    Além disso, a colaboração fortalece o senso de responsabilidade compartilhada e desenvolve a empatia, fundamentais em qualquer ambiente profissional.

    Veja também: Fies: entenda como funciona e se vale a pena.

    Qual é a diferença entre hard skills e soft skills?

    Hard skills são habilidades técnicas e específicas, geralmente aprendidas por meio de estudo formal ou treinamento. São competências mensuráveis e comprováveis, como dominar matemática, programar, saber uma língua estrangeira ou utilizar softwares específicos. Elas costumam aparecer em currículos e são mais fáceis de avaliar em testes e provas.

    As soft skills, por outro lado, estão relacionadas ao comportamento e à forma como a pessoa age no dia a dia. São subjetivas, difíceis de medir e observadas ao longo do tempo.

    Embora as hard skills sejam necessárias para executar tarefas, as soft skills frequentemente determinam o nível de sucesso e desenvolvimento da carreira. O ideal é que o estudante desenvolva ambos os tipos de habilidades simultaneamente, criando um perfil completo e competitivo.

    Quais são as soft skills mais procuradas?

    Entre as soft skills mais valorizadas pelas empresas estão a comunicação, a capacidade de resolver problemas, o trabalho em equipe e o pensamento crítico. Essas competências são fundamentais porque garantem que o profissional consiga lidar com mudanças, trabalhar de forma colaborativa e encontrar soluções criativas para desafios cotidianos.

    Em um mercado de trabalho cada vez mais dinâmico, as organizações buscam indivíduos que saibam se adaptar rapidamente.

    Outra habilidade muito procurada é a inteligência emocional, que envolve autocontrole, empatia e equilíbrio em situações de pressão. Profissionais que conseguem gerenciar suas emoções e manter uma postura madura diante de conflitos se destacam em qualquer área.

    Como desenvolver uma soft skill?

    O desenvolvimento de uma soft skill exige prática, observação do próprio comportamento e disposição para aprender. No ambiente escolar, participar de atividades extracurriculares, assumir responsabilidades em projetos, apresentar trabalhos e buscar feedback de professores são maneiras eficazes de fortalecer essas competências.

    Quanto mais o aluno se coloca em situações que exigem novas atitudes, mais rápido percebe sua evolução.

    Também é importante praticar autoconhecimento. Refletir sobre forças e pontos a melhorar ajuda o estudante a direcionar seus esforços. Exercícios de comunicação, desafios de liderança e atividades de resolução de problemas são ótimas ferramentas.

    Qual a importância das soft skills para o mercado de trabalho?

    As soft skills são determinantes no processo de contratação, promoção e manutenção de carreira. Empresas valorizam profissionais que lidam bem com pessoas, enfrentam mudanças com maturidade e conseguem propor soluções inovadoras.

    Em muitos casos, um candidato com boas soft skills pode se destacar mais do que alguém que tem apenas competências técnicas, justamente porque essas habilidades influenciam a qualidade das relações e a capacidade de entregar resultados.

    Além disso, o mercado atual passa por transformações rápidas. Novas tecnologias, formatos de trabalho híbrido e mudanças de comportamento exigem profissionais adaptáveis e colaborativos.

    Colégio Premere ajuda você a desenvolver habilidades

    No Colégio Premere, o desenvolvimento de soft skills faz parte da formação integral dos alunos. Nossa proposta pedagógica incentiva a autonomia, o pensamento crítico, a colaboração e a responsabilidade, preparando os jovens não apenas para vestibulares, mas para a vida.

    Se você quer uma escola que apoie seu crescimento acadêmico, emocional e social, a Premere é o lugar certo para você.

    Venha conhecer o Colégio Premere, em Maringá – PR, e descubra como podemos ajudar você a desenvolver todas essas habilidades essenciais para o futuro!

  • Como é calculada a nota do Enem? Entenda a TRI

    Como é calculada a nota do Enem? Entenda a TRI

    O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não calcula nota simplesmente contando acertos e erros, ele utiliza a Teoria de Resposta ao Item (TRI), um modelo estatístico que avalia tanto o desempenho do estudante quanto às características das questões aplicadas.

    Então, duas pessoas com o mesmo número de acertos podem ter notas diferentes, porque o peso de cada questão varia conforme sua dificuldade e capacidade de discriminar níveis distintos de conhecimento.

    A TRI permite que o Enem estime com mais propriedade a proficiência real do candidato, corrigindo distorções que surgiriam se considerássemos apenas a soma bruta de acertos. Assim, o exame prioriza medir o nível de entendimento do estudante diante de uma banca de itens calibrados. Acompanhe tudo isso com o Colégio Premere!

    O que é TRI no Enem?

    A TRI é uma família de modelos usados para relacionar a probabilidade de acerto em uma questão às características dessa questão e à proficiência do candidato. No Enem, cada item recebe parâmetros (por exemplo: dificuldade, capacidade de discriminar entre candidatos melhores e piores e uma parcela que representa acertos ao acaso) que influenciam quanto cada resposta “vale” na construção da nota.

    Na prática, isso significa que acertar uma questão considerada difícil por candidatos com proficiência alta “vale mais” do que acertar uma questão fácil, e errar uma questão fácil pode reduzir mais a estimativa de proficiência do candidato do que errar uma questão complicada.

    Leia também: Mentalidade de crescimento: como o conceito otimiza a aprendizagem.

    Como é calculada a nota do Enem?

    Pense no Enem como um jogo em que cada questão “fala” duas coisas: quão difícil ela é e o quanto ela diferencia quem sabe daquele conteúdo de quem não sabe.

    O TRI pega o padrão de acertos e erros e, em vez de somar pontos, estima a sua proficiência real, ou seja, qual é a sua “habilidade” naquele conjunto de questões. Para entender na prática, siga estes passos simples (e depois vem um exemplo numérico bem didático).

    Passos (visão geral):

    • Calibração das questões: antes das provas, especialistas medem cada item para saber sua dificuldade e capacidade de discriminação.
    • Aplicação e padrão de respostas: durante a prova, a sequência de acertos e erros do aluno é registrada.
    • Estimativa de proficiência: um algoritmo compara seu padrão com os parâmetros das questões e gera uma pontuação de proficiência (valor abstrato).
    • Transformação para a escala do Enem: essa proficiência é convertida para a escala pública (aprox. 0–1000 por área), para facilitar comparação entre edições.
    • Resultado final e interpretação: recebe-se a nota por área e a média (se aplicável); a leitura correta mostra forças e fraquezas por competência.

    Exemplo prático

    Para tornar o conceito palpável, vamos usar uma simples regra didática (não é a fórmula real do INEP, mas ilustra como TRI valoriza itens diferentes). Imagine 5 questões com impactos diferentes sobre a sua proficiência:

    • fácil → impacto 1 (quando acertada soma pouco; quando errada pode indicar surpresa),
    • média → impacto 2,
    • difícil → impacto 3.

    Agora veja um padrão de respostas e como cada item “mexe” na sua nota (sinal positivo para acerto, negativo para erro; aqui adotamos um modelo simplificado que também penaliza mais erros em itens fáceis para mostrar o efeito interpretativo do TRI):

    • Q1 (fácil) — acertou → +1
    • Q2 (média) — errou → −2
    • Q3 (média) — acertou → +2
    • Q4 (difícil) — acertou → +3
    • Q5 (fácil) — acertou → +1

    Somando: 1 − 2 + 2 + 3 + 1 = 5 pontos de impacto. Se todas as 5 fossem acertadas, o máximo do nosso modelo seria 1 + 2 + 2 + 3 + 1 = 9 pontos.

    A proficiência relativa (simplificada) = 5 ÷ 9 = 0,555555… → multiplicando por 1000 (para ficar numa escala parecida com a do Enem) → ≈ 556.

    Resultado: com esse padrão, você teria algo em torno de 556 na nossa simulação — mostra como acertar a questão difícil (+3) compensou o erro numa média (−2), e como a soma dos impactos determina a proficiência final.

    Então, como funciona o cálculo da nota do Enem?

    Ao responder cada questão, o candidato contribui para uma estimativa numérica de proficiência. Cada item possui um efeito (positivo ou menor) sobre essa estimativa conforme o candidato acerta ou erra. Itens com alta discriminação alteram mais a estimativa quando respondidos corretamente ou incorretamente; itens muito fáceis ou muito difíceis têm impacto diferente.

    A TRI utiliza funções matemáticas que combinam o nível de proficiência do aluno com os parâmetros do item, calculando a probabilidade esperada de acerto. A partir dessas probabilidades, algoritmos de estimação (como o máximo de verossimilhança ou métodos bayesianos) definem a proficiência mais plausível para aquele padrão de respostas.

    Em sequência, a proficiência estimada é convertida para a escala final do Enem por meio de uma transformação pré-definida, que ajusta a distribuição das notas para que elas fiquem comparáveis entre edições.

    Para que serve a nota do Enem?

    A nota do Enem serve como instrumento de seleção para ingresso no ensino superior — por meio do SISU, PROUNI, FIES e também como critério utilizado por muitas universidades e processos seletivos. Além disso, a nota fornece diagnóstico individual e institucional sobre proficiências nas áreas avaliadas, ajudando escolas e sistemas de ensino a identificar pontos fortes e lacunas na aprendizagem.

    Para o estudante, a nota é mais do que um número: é um indicador de como seu desempenho se posiciona nacionalmente e pode orientar escolhas de curso e estratégia de estudo. Para gestores e educadores, agrega informação para políticas pedagógicas e planejamento de intervenções.

    Como usar a nota do Enem?

    A forma mais direta de usar a nota do Enem é nas inscrições do SISU (Sistema de Seleção Unificada) e do PROUNI (programa de bolsas), onde as pontuações determinam classificação e chances de ingresso.

    Os candidatos e familiares devem acompanhar o peso exigido pelos cursos desejados e comparar a própria nota com notas de corte passadas para traçar estratégia de opção por cursos e instituições.

    Além disso, a nota pode orientar estudos: analisar desempenhos por área indica quais disciplinas exigem revisão e reforço. Escolas podem usar as médias por turma/ano para ajustar o currículo e priorizar conteúdos que impactam mais a proficiência do estudante.

    Outro uso prático é em processos seletivos de bolsas e financiamentos estudantis ou como comprovação de proficiência quando universidades estrangeiras ou programas específicos aceitarem o Enem como referência.

    O que é considerado uma nota boa no Enem?

    Não existe um número mágico que represente “boa nota” para todos, a avaliação depende do objetivo do candidato. Para cursos de alta concorrência (medicina, engenharia, direito em universidades públicas tradicionais), notas próximas do topo da escala são normalmente necessárias; para cursos menos concorridos, notas médias podem ser suficientes.

    Uma maneira realista de avaliar se sua nota é “boa” é compará-la às notas de corte históricas dos cursos e instituições que você almeja. Além disso, considere o posicionamento percentil (como você se situa entre todos os participantes) para entender a competitividade da sua pontuação.

    Se o objetivo é acessar programas como o PROUNI (bolsas integrais ou parciais) ou vagas concorridas via SISU, a meta deve ser ajustada ao histórico de notas desses programas. Já para usos menos competitivos, a nota pode apenas confirmar proficiências e servir como guia para o próximo ciclo de estudos.

    O Colégio Premere conta com uma calculadora que simula nota do Enem

    O Colégio Premere disponibiliza uma ferramenta de simulação que ajuda alunos e famílias a estimarem como diferentes padrões de acertos se traduzem em notas pelo critério do Enem. A calculadora permite inserir o número de acertos por área e oferece uma estimativa da proficiência e da nota na escala final, além de apresentar interpretações práticas do resultado.

    Essa simulação é útil para planejar metas de estudo: ao ver quanto vale ganhar X acertos a mais em uma área, o estudante pode priorizar esforços nos conteúdos que mais impactam o seu resultado e traçar um plano de revisão mais eficiente.

    Conte com o Colégio Premere

    No Colégio Premere, você encontra suporte pedagógico especializado para transformar estratégia em resultado: professores que calibram estudos por competência, simulados comentados e a nossa calculadora de notas do Enem para traçar metas realistas.

    Não deixe sua nota ao acaso, conte com o Colégio Premere para estudar com método, treinar com foco e chegar preparado na prova. Entre em contato com a nossa equipe e descubra qual a melhor rota para a sua vaga.

  • Fies: entenda como funciona e se vale a pena

    Fies: entenda como funciona e se vale a pena

    Conquistar uma vaga na faculdade é o sonho de muitos estudantes, mas o custo das mensalidades ainda é um grande desafio para quem termina o ensino médio.

    É por isso que o [Fies (Fundo de Financiamento Estudantil)](https://www.gov.br/fnde/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/financiamento/fies#:~:text=O que é%3F,conduzidos pelo Ministério da Educação.) surge como uma alternativa para tornar o ensino superior mais acessível. Porém, é comum ter dúvidas sobre como ele funciona, se realmente vale a pena e quais são as diferenças entre o Fies e outros programas, como o ProUni.

    A seguir, explicamos tudo de forma simples. Confira!

    O que é o Fies e como funciona?

    O Fies é um programa do Governo Federal que financia as mensalidades de cursos superiores em instituições privadas. Ele foi criado para ajudar estudantes de baixa renda a ingressarem na faculdade sem precisar pagar tudo de uma vez. Ou seja, o aluno faz o curso normalmente e começa a quitar o valor financiado apenas depois da formatura, com condições especiais.

    Atualmente, o Fies oferece duas modalidades: o Fies tradicional, com juros zero para quem tem renda familiar de até três salários mínimos por pessoa, e o P-Fies, com juros definidos pelos bancos parceiros.

    O valor financiado varia de acordo com a renda do estudante e o desempenho no Enem. Para participar, é obrigatório ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio a partir de 2010 e alcançado pelo menos 450 pontos na média geral, além de não zerar a redação.

    Vale a pena fazer o Fies?

    O Fies pode ser uma excelente oportunidade para quem quer cursar uma faculdade privada, mas não tem condições de arcar com as mensalidades durante o curso. O principal benefício é o pagamento facilitado, com parcelas acessíveis e prazos longos após a formatura. Além disso, a taxa de juros é baixa (ou até zero, dependendo da modalidade), o que torna o financiamento menos pesado do que um empréstimo comum.

    Por outro lado, é importante avaliar com cuidado antes de se comprometer. O Fies é uma dívida, e o valor total deve ser devolvido. Por isso, vale a pena analisar se o curso realmente traz boas perspectivas de emprego e se o investimento faz sentido a longo prazo.

    Quando abrem as inscrições do Fies 2025?

    As inscrições do Fies costumam acontecer duas vezes por ano, geralmente no primeiro e no segundo semestre. O cronograma oficial é divulgado pelo Ministério da Educação (MEC), e as datas variam de acordo com o ano.

    É importante ficar atento ao site oficial do programa (fies.mec.gov.br) e aos canais de comunicação das universidades. Lá, o estudante pode conferir o cronograma completo, prazos e documentos exigidos.

    Passo a passo para fazer o Fies

    Antes de começar: organize seus documentos e saiba exatamente qual curso e instituição você quer financiar. Ter tudo pronto evita perda de vagas por problemas burocráticos e acelera a validação do seu pedido.

    1) Antes

    Verifique se você atende aos requisitos básicos do Fies: ter realizado o Enem a partir de 2010, ter média mínima exigida e não ter zerado a redação. Além disso, confirme a renda familiar per capita exigida para a modalidade a que pretende concorrer, porque isso impacta tanto a chance de aprovação quanto o percentual de financiamento.

    Pesquise se o curso e a instituição desejada fazem parte do programa no semestre em que você quer entrar. Muitas universidades publicam a lista de cursos aderentes; consultar essa informação com antecedência evita frustrações na inscrição e permite comparar alternativas caso seu curso não esteja disponível naquele ciclo.

    2) Durante

    Acesse a plataforma oficial do Fies no período de inscrição e preencha cuidadosamente o formulário com seus dados pessoais, renda familiar e as notas do Enem. Você pode indicar até três opções de curso; ordene-as por preferência real, pois a seleção segue essa ordem quando houver empate ou vagas limitadas.

    3) Durante

    Após a pré-seleção e confirmação pela instituição de ensino, compareça à universidade para validar suas informações, entregar documentos originais e assinar termos que comprovem matrícula e interesse pelo financiamento. A instituição normalmente encaminhará os dados ao agente financeiro responsável (banco parceiro) para abertura do processo de contratação do financiamento.

    4) Depois

    Depois que o banco aprovar o financiamento, você será convocado para assinar o contrato do Fies. A assinatura formaliza o financiamento; guarde uma cópia do contrato e registre todas as comunicações que receber. Com o contrato ativo, o pagamento das mensalidades será feito diretamente pela instituição ao agente financeiro, e você continuará frequentando as aulas normalmente.

    5) Depois da formatura

    Ao concluir o curso, inicia-se o período de amortização do saldo devedor conforme as regras do seu contrato: há carência e parcelas que variam de acordo com a renda e a modalidade escolhida. Planeje-se financeiramente com antecedência: faça simulações para entender o impacto das parcelas no seu orçamento e, se possível, busque renegociação ou antecipação de pagamentos para reduzir juros e prazo.

    Como conseguir 100% de Fies?

    Para conseguir o financiamento integral, o estudante precisa comprovar renda familiar per capita de até três salários mínimos e obter uma boa nota no Enem. A distribuição das vagas leva em conta tanto a renda quanto o desempenho, priorizando quem tem menor condição econômica.

    Além disso, escolher cursos com alta demanda social, como licenciaturas e áreas da saúde, pode aumentar as chances de conseguir o financiamento total. É importante também preencher corretamente todos os dados de renda e dependentes, pois qualquer divergência pode reduzir o percentual aprovado.

    Qual a diferença entre o Fies e o ProUni?

    Embora ambos sejam programas do Governo Federal voltados ao acesso ao ensino superior, o Fies e o ProUni funcionam de maneiras bem diferentes. O ProUni (Programa Universidade para Todos) oferece bolsas de estudo, que podem ser integrais (100%) ou parciais (50%), e não precisam ser devolvidas.

    Já o Fies é um financiamento, ou seja, o aluno paga o valor financiado após se formar.

    Outra diferença está no perfil dos candidatos. O ProUni é voltado para quem estudou em escola pública ou particular com bolsa integral, e a seleção é feita com base nas notas do Enem. Já o Fies é aberto a qualquer estudante que tenha feito o exame e se encaixe nos critérios de renda.

    Qual vale mais a pena, Fies ou ProUni?

    Depende da situação do estudante. Se a pessoa conseguir uma bolsa integral do ProUni, essa é a opção mais vantajosa, já que não há dívida após o curso. Mesmo as bolsas parciais podem ser boas escolhas se a mensalidade restante couber no orçamento familiar.

    Já o Fies é ideal para quem não conseguiu bolsa, mas ainda assim quer cursar o ensino superior. Ele permite começar os estudos mesmo sem recursos imediatos, com condições de pagamento facilitadas. Em muitos casos, o Fies e o ProUni podem ser combinados, o aluno usa o ProUni para reduzir o valor da mensalidade e o Fies para financiar o restante.

    O ProUni é pago ou gratuito?

    O ProUni é totalmente gratuito para quem conquista a bolsa integral. Nesse caso, o estudante não paga nada durante nem depois do curso. Já as bolsas parciais cobrem 50% do valor da mensalidade, e o aluno precisa pagar a outra metade diretamente à instituição.

    Portanto, o ProUni não é um financiamento, é uma bolsa de estudos concedida com base no mérito e na renda. É uma excelente opção para quem teve bom desempenho no Enem e se enquadra nos critérios de renda, permitindo acesso à faculdade sem comprometer o orçamento familiar.

    Continue acessando o blog da Premere para ficar por dentro de mais assuntos como esse.

  • Roteiros de estudo: aprenda a criar com exemplo prático

    Roteiros de estudo: aprenda a criar com exemplo prático

    Você já se sentou para estudar e não sabia por onde começar? Isso é mais comum do que parece, e é justamente para resolver esse problema que existe o roteiro de estudos. Com ele, é possível organizar o tempo, ter a mentalidade do crescimento, definir prioridades e estudar de forma mais produtiva.

    Neste artigo, você vai entender o que é um roteiro de estudo, aprender a montar o seu passo a passo com um exemplo prático e descobrir como essa ferramenta pode transformar sua rotina.

    O que é um roteiro de estudo?

    O roteiro de estudo é um planejamento detalhado que organiza o que será estudado, quando e de que forma. Ele serve como um mapa para guiar o aluno rumo aos seus objetivos, seja ir bem em uma prova, se preparar para o vestibular ou revisar conteúdos específicos.

    Diferente de um simples cronograma, o roteiro é mais flexível: ele considera o ritmo de aprendizado, o tempo disponível e até o nível de dificuldade das matérias.

    Leia também: Como se destacar em redação nos vestibulares.

    5 passos para criar um roteiro de estudo (com exemplo prático)

    Vamos imaginar que a Maria está se preparando para as provas finais do ensino médio. Ela quer melhorar suas notas em Matemática, Português e Biologia, mas tem apenas duas horas por dia para estudar. Acompanhe como ela monta seu roteiro de estudos:

    1. Defina seu objetivo

    Antes de montar o roteiro, é essencial saber o que você quer alcançar. No caso da Maria, o objetivo é melhorar as notas e revisar os conteúdos mais cobrados nas provas finais.

    Essa clareza ajuda a manter o foco e evita desperdício de tempo com assuntos que não são prioridade no momento.

    2. Liste as matérias e conteúdos

    Maria faz uma lista das matérias que precisa revisar e identifica os tópicos principais:

    • Matemática: equações, geometria e estatística
    • Português: interpretação de texto e gramática
    • Biologia: genética e ecologia

    Com isso, ela já tem uma visão geral do que precisa estudar e pode começar a distribuir os temas ao longo da semana.

    3. Organize o tempo disponível

    Maria tem 2 horas por dia, de segunda a sexta. Ela decide dividir assim:

    • Segunda e quarta: Matemática
    • Terça e quinta: Português
    • Sexta: Biologia

    Cada dia ela dedica 1h30 ao estudo e 30 minutos para revisão ou exercícios práticos. Essa divisão torna o roteiro equilibrado e realista, sem sobrecarregar.

    4. Escolha os métodos de estudo

    Cada matéria pode exigir uma abordagem diferente. Maria adota:

    • Matemática: prática de exercícios e resolução de provas antigas;
    • Português: leitura ativa e resumos;
    • Biologia: mapas mentais e vídeos explicativos.

    Ela percebe que variar os métodos torna o aprendizado mais dinâmico e evita o cansaço mental.

    5. Faça revisões e ajustes semanais

    Ao final de cada semana, Maria revisa o que aprendeu e faz pequenos ajustes. Se percebe que ainda tem dificuldade em estatística, por exemplo, dedica um tempo extra na semana seguinte.

    Essa revisão contínua é o segredo para que o roteiro funcione de verdade, ele deve ser flexível e adaptável.

    Veja depois: 10 dicas de leitura para desenvolver pensamento crítico.

    Qual a importância de montar um roteiro de estudos?

    Montar um roteiro de estudos é uma das formas mais eficazes de transformar a rotina escolar em algo mais produtivo e leve. Quando o estudante tem um planejamento claro do que precisa aprender e quanto tempo vai dedicar a cada matéria, ele evita a sensação de desorganização e o estresse de “não saber por onde começar”.

    O roteiro ajuda a dividir grandes objetivos em pequenas metas diárias, o que torna o processo de aprendizagem mais realista e possível de ser seguido.

    Além disso, o roteiro de estudos cria disciplina e constância, duas habilidades essenciais não só para o desempenho escolar, mas também para a vida. Ao estabelecer uma rotina de estudos, o aluno aprende a gerenciar o tempo, a priorizar tarefas e a manter o foco mesmo quando há distrações.

    Outro ponto importante é que o roteiro permite visualizar o progresso. Quando o aluno marca os conteúdos já estudados e percebe que está avançando, ele se sente mais motivado a continuar. Essa sensação de evolução é um grande estímulo para manter o ritmo.

    Por fim, um roteiro bem estruturado reduz a ansiedade antes das avaliações. Saber que tudo foi revisado com antecedência traz segurança e tranquilidade, permitindo que o estudante se concentre melhor durante as provas.

    Aproveite e leia também: Interdisciplinaridade na educação e como aplicar.

    É bom estudar 30 minutos por dia?

    O ideal é adaptar a carga horária ao objetivo: se for uma revisão rápida, 30 minutos podem bastar. Para metas maiores, como vestibulares ou concursos, é interessante aumentar o tempo gradualmente.

    Como aprimorar seu roteiro de estudos?

    Para deixar seu roteiro mais eficiente, é importante:

    • Fazer revisões frequentes;
    • Usar técnicas de estudo variadas, como resumos, flashcards e mapas mentais;
    • Acompanhar o próprio progresso;
    • Ajustar a rotina conforme o desempenho.

    Com o tempo, o aluno aprende a identificar o que funciona melhor para ele — e é aí que o roteiro se torna uma ferramenta poderosa.

    Quais recursos ajudam a criar um roteiro de estudos?

    Hoje, existem diversas ferramentas que facilitam a criação de roteiros, como aplicativos e planners. Alguns exemplos são:

    • Google Agenda e Notion, para organizar horários e tarefas;
    • Trello, para acompanhar o progresso dos estudos;
    • Cadernos e planilhas personalizadas, para quem prefere o método tradicional.

    O importante é encontrar o formato que funcione melhor para o seu estilo de aprendizado.

    Conheça o Colégio Premere em Maringá

    O Colégio Premere oferece um ambiente acolhedor, professores dedicados e uma metodologia que estimula o protagonismo dos alunos.

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  • Como se destacar em redação nos vestibulares

    Como se destacar em redação nos vestibulares

    A redação é uma das etapas mais importantes do vestibular e do Enem, capaz de influenciar significativamente a sua nota final.

    Para se destacar, não basta apenas escrever corretamente: é necessário organizar suas ideias, apresentar argumentos sólidos, contextualizar o tema e demonstrar clareza e coesão textual.

    Além disso, conhecer estratégias específicas ajuda a reduzir erros comuns e a conquistar uma pontuação mais alta. Saiba mais neste post do Colégio Premere!

    Como posso me sair bem em uma redação de vestibular?

    Para se sair bem em uma redação, o primeiro passo é compreender o que os avaliadores valorizam. Eles buscam textos claros, coerentes e que apresentem uma argumentação consistente, com ideias conectadas de forma lógica.

    Além disso, é importante que a redação demonstre conhecimento de mundo, por meio de exemplos, dados, acontecimentos históricos ou referências culturais.

    Outro aspecto fundamental é ter concentração e o domínio da norma padrão da língua portuguesa. Erros de ortografia, concordância ou pontuação podem prejudicar a nota, mesmo que a argumentação seja boa.

    No caso do Enem, também é necessário apresentar uma proposta de intervenção clara e detalhada, mostrando maturidade e capacidade de síntese, além de organizar o texto de forma coesa e articulada.

    Leia também: Atualidades Enem: 15 temas que podem cair em 2025.

    Como tirar 1.000 na redação do Enem?

    As redações nota máxima apresentam uma introdução clara e contextualizada, que apresenta a tese e demonstra domínio do tema. No desenvolvimento, os argumentos são sólidos, bem fundamentados e ilustrados com exemplos, dados ou situações concretas.

    Além disso, é essencial que o texto seja coeso, com conectores variados que facilitem a leitura e a compreensão. Outro ponto importante é a proposta de intervenção, que deve contemplar todos os elementos exigidos pelo Enem: agente, ação, modo/meio, efeito e detalhamento.

    Textos nota mil equilibram clareza, argumentação crítica e solução para o problema, sem fugir do tema ou usar linguagem informal. Praticar com redações que obtiveram nota máxima ajuda a entender a estrutura, o vocabulário e a abordagem de temas complexos.

    Quais palavras são as melhores para iniciar uma redação?

    Analisando redações nota mil, os melhores inícios são aqueles que contextualizam o tema e apresentam a tese de forma clara e objetiva. Expressões como “Nos dias atuais, observa-se que…”, “Atualmente, a sociedade enfrenta…” ou “É inegável que…” chamam a atenção do leitor e demonstram formalidade desde o início.

    Essas palavras ajudam a situar o tema e criar um tom sério e reflexivo. Evitar fórmulas genéricas ou subjetivas no início da redação garante que o avaliador perceba maturidade e clareza na argumentação, características fundamentais para se destacar.

    Quais palavras enriquecem a redação?

    Palavras e expressões que enriquecem o texto incluem conectores como “portanto”, “entretanto”, “além disso” e “consequentemente”. Também é importante usar vocabulário preciso e variado, como “significativo”, “relevante”, “imprescindível” ou “essencial”, que conferem densidade à argumentação.

    Termos técnicos ou de cunho social, como “cidadania”, “sustentabilidade”, “inclusão” e “ética”, também ajudam a fortalecer o texto. O uso adequado dessas palavras demonstra domínio da língua, capacidade de análise e maturidade na construção dos argumentos, elevando a qualidade da redação.

    Como iniciar uma introdução?

    A introdução deve contextualizar o tema e apresentar a tese de forma objetiva. Um bom começo prepara o leitor para os argumentos que virão no desenvolvimento e demonstra clareza desde o início.

    Frases como “Nos últimos anos, o crescimento urbano trouxe desafios significativos à mobilidade nas grandes cidades” ou “A educação inclusiva é um tema de extrema relevância, exigindo políticas públicas eficientes para garantir equidade” cumprem esse papel.

    Além disso, a introdução deve despertar interesse sem se alongar demais. É importante ser direto, evitando informações irrelevantes e mantendo o foco na tese que será defendida ao longo do texto. Uma introdução bem construída serve de guia para toda a redação.

    Como devo iniciar o desenvolvimento da minha redação?

    O desenvolvimento deve apresentar os argumentos principais, fundamentados em exemplos, dados e fatos concretos. Cada parágrafo precisa tratar de uma ideia central, mantendo a coesão com o restante do texto.

    Frases iniciais como “Um exemplo que evidencia essa situação é…”, “Dados recentes mostram que…” ou “Além disso, observa-se que…” ajudam a conectar ideias e tornar a argumentação mais consistente.

    É importante que os parágrafos se complementam, construindo uma linha de raciocínio clara e lógica. Dessa forma, o avaliador consegue acompanhar a evolução do argumento e perceber a capacidade de análise crítica do estudante.

    Como finalizar uma redação?

    A conclusão deve retomar a tese e apresentar uma síntese clara do texto, consolidando os argumentos desenvolvidos. No caso do Enem, também é essencial incluir uma proposta de intervenção detalhada, indicando quem deve agir, o que deve ser feito, como será implementado e quais serão os efeitos.

    Frases como “Diante do exposto, torna-se essencial que…”, “Portanto, é necessário implementar medidas que…” ou “Assim, é possível garantir que…” conferem objetividade e completude à conclusão.

    Uma boa finalização deixa a impressão de que o texto está completo, organizado e reflexivo, aumentando a pontuação.

    O que posso dizer no lugar de “eu acho”?

    Expressões subjetivas como “eu acho” ou “eu penso” devem ser evitadas, pois comprometem a formalidade do texto. Substitutos mais adequados incluem “É possível observar que…”, “Estudos indicam que…”, “Pesquisas demonstram que…” ou “Considera-se que…”.

    Essas alternativas conferem credibilidade e segurança ao argumento, mantendo o tom formal e objetivo. Usá-las corretamente ajuda a fortalecer a redação e transmite confiança ao avaliador sobre a capacidade do estudante de construir uma argumentação sólida.

    Colégio Premere prepara você para a redação em vestibulares

    O Colégio Premere oferece treinamento completo em redação, com análise detalhada de textos, orientação personalizada e prática contínua para vestibulares e Enem. Os alunos aprendem a organizar ideias, estruturar argumentos, usar repertório cultural e manter coesão e clareza, aumentando suas chances de conquistar uma nota alta.

    Com a orientação do Colégio Premere, você desenvolve confiança, segurança e estratégia, estando preparado para enfrentar qualquer tema de redação com eficiência e objetividade. Conheça a escola!