Autor: Premere

  • Proibição do uso de celulares nas escolas: Lei nº 15.100/25

    Proibição do uso de celulares nas escolas: Lei nº 15.100/25

    Para tornar a sala de aula um espaço mais focado e produtivo, o governo federal aprovou a Lei nº 15.100/2025, que restringe o uso de celulares nas escolas.

    A ideia é simples: reduzir distrações e enfrentar os impactos do uso excessivo de telas entre os jovens. Descubra mais sobre esse assunto e seus possíveis efeitos na rotina escolar.

    A Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro de 2025, “estabelece diretrizes claras sobre o uso de smartphones em escolas de ensino fundamental e médio em todo o território nacional”.

    Dessa forma, a legislação proíbe o uso de celulares em salas de aula e corredores, permitindo seu uso apenas para fins educacionais, com a autorização do professor, ou em casos de acessibilidade e saúde. Vale destacar que as escolas têm autonomia para definir as diretrizes específicas sobre onde os alunos devem guardar seus dispositivos durante o horário escolar.

    O que é a Lei nº 15.100/2025?

    De acordo com o site do Planalto, a Lei nº 15.100/2025 foi criada “em resposta a preocupações crescentes sobre o impacto negativo do uso excessivo de smartphones entre estudantes, incluindo questões relacionadas à saúde mental, habilidades sociais e concentração”.

    Antes da implementação desta lei federal, diversos estados brasileiros já haviam estabelecido restrições semelhantes.

    No estado do Paraná já havia diretrizes sobre o assunto. Em outubro de 2024, a Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR) publicou uma Instrução Normativa que estabelecia critérios para o uso de aparelhos celulares e outros dispositivos eletrônicos em sala de aula.

    Portanto, a nova legislação busca padronizar essas restrições em todo o país, refletindo uma preocupação com os efeitos adversos dos dispositivos móveis no ambiente escolar.

    Quais são as orientações segundo o MEC?

    • Comunicação e conscientização: as escolas devem informar professores, alunos e famílias sobre a vigência da lei e as novas regras para uso de celulares.
    • Material de apoio: o Ministério da Educação (MEC) já disponibiliza cursos para professores sobre como orientar os alunos no uso responsável da tecnologia; novos cursos serão lançados em breve.
    • Autonomia escolar: cada rede e escola pode definir formas de aplicação da restrição, respeitando a legislação, mas adequando as regras à sua realidade.
    • Acompanhamento e fiscalização: o cumprimento da lei deve ser monitorado pelas próprias escolas e redes de ensino, sem penalizações universais impostas pelo governo federal.
    • Suporte para as famílias: o MEC oferecerá webinários e orientações específicas para os pais, auxiliando-os a compreender a importância da restrição e como apoiar seus filhos nessa transição.

    Até aqui, você entendeu o propósito de equilibrar o uso da tecnologia no ambiente escolar. Mas como essa mudança afeta a rotina dos estudantes na prática? E de que forma o Colégio Premere já vinha se antecipando nesse cuidado dentro da sala de aula? Continue a leitura para encontrar respostas para essas e outras perguntas frequentes sobre o tema!

    Pode proibir o uso do celular na escola?

    Sim, a Lei nº 15.100/2025 autoriza as instituições de ensino a proibirem o uso de celulares em ambientes escolares, exceto para fins pedagógicos ou em situações que envolvam acessibilidade e saúde dos alunos.

    É permitido o uso de celular para fins pedagógicos?

    Sim, a legislação permite o uso de celulares para fins educacionais, desde que haja autorização prévia do professor responsável. Essa exceção reconhece o potencial dos dispositivos móveis como ferramentas auxiliares no processo de ensino-aprendizagem, quando utilizados de maneira controlada e direcionada.

    O que a escola não pode proibir?

    Embora a lei restrinja o uso de celulares, as escolas devem garantir que as exceções previstas sejam respeitadas. Isso inclui permitir o uso de dispositivos para alunos que necessitam de recursos de acessibilidade ou por motivos de saúde.

    Além disso, as instituições devem assegurar que as medidas adotadas não violem direitos fundamentais dos estudantes e que haja comunicação clara sobre as regras estabelecidas.

    É crime usar celular na escola?

    Não, o uso de celular na escola não é considerado crime. No entanto, o descumprimento das regras estabelecidas pela Lei nº 15.100/2025 pode resultar em medidas disciplinares definidas pela instituição de ensino, conforme seu regimento interno.

    O objetivo da lei é promover um ambiente educacional mais saudável, não criminalizar o uso de dispositivos móveis.

    Colégio Premere e a responsabilidade sobre o uso de celulares

    Muito antes da aprovação da Lei nº 15.100/2025, o Colégio Premere já adotava uma abordagem cuidadosa em relação ao uso de celulares no ambiente escolar.

    A escola sempre compreendeu a importância de equilibrar a tecnologia com o aprendizado, garantindo que os dispositivos não se tornassem uma distração, mas sim um recurso complementar à educação.

    Por isso, os alunos utilizam chromebooks em sala de aula, ferramentas que possibilitam um aprendizado mais dinâmico e interativo. Com eles, é possível desenvolver projetos e aprimorar habilidades digitais, sempre com o acompanhamento dos professores para garantir um uso produtivo e direcionado ao desenvolvimento acadêmico.

  • Habilidades do século XXI: quais são, como se preparar?

    Habilidades do século XXI: quais são, como se preparar?

    Todo mundo está em constante preparação: hoje mesmo você já se preparou para levantar da cama, conferir as notícias do Brasil e do mundo, estudar ou trabalhar, não é mesmo?

    Além das preparações rotineiras, há também aquelas mais abrangentes, voltadas para o aprimoramento do comportamento no ambiente escolar, no trabalho e nas interações sociais. Essas competências estão diretamente ligadas às habilidades do século XXI, essenciais para o sucesso pessoal e profissional. Quer saber mais? Leia o próximo tópico!

    O que são as habilidades do século XXI?

    As habilidades do século XXI são as 10 competências que os estudantes devem desenvolver para lidar com as diversas situações do mundo atual. Elas incluem a capacidade de conviver em sociedade, fazer o bom uso de tecnologias, promover a empatia e escuta ativa, entre outras.

    Já sabemos que o mundo está em constante transformação, e desenvolver habilidades essenciais é ideal para acompanhar essas mudanças. Nós do Colégio Premere destacamos as 10 aptidões do século atual. Continue a leitura e saiba mais!

    1. Pensamento analítico

    O pensamento analítico permite dividir problemas complexos em partes menores para facilitar sua resolução. Segundo um estudo da Harvard Business Review, essa habilidade “é essencial para a tomada de decisões estratégicas baseadas em dados e evidências”.

    Portanto, os profissionais com essa competência desenvolvida conseguem identificar padrões, prever desafios e criar soluções eficazes para problemas organizacionais. Você já tem essa aptidão? Deixe nos comentários!

    2. Criatividade

    A criatividade não se limita ao campo artístico – ela é uma das principais competências para inovação em qualquer setor. Conforme relatado pela McKinsey & Company, “organizações que incentivam a criatividade aumentam sua capacidade de adaptação e competitividade no mercado”.

    Sabe-se que os profissionais criativos exploram diversas possibilidades para solucionar desafios e são fundamentais para o desenvolvimento de novos produtos e processos. Interessante, não é mesmo?

    3. Resiliência, flexibilidade e agilidade

    O ambiente corporativo atual exige adaptação constante. A American Psychological Association destaca que a resiliência “é uma habilidade essencial para enfrentar adversidades e crescer com as experiências”.

    Já a flexibilidade e a agilidade permitem que profissionais “ajustem rapidamente sua abordagem diante de mudanças inesperadas, tornando-se mais preparados para cenários dinâmicos”.

    4. Motivação e autoconsciência

    A motivação interna e a autoconsciência são fundamentais para o desenvolvimento profissional e pessoal. Isso muitas pessoas já sabem, mas veja só que dado interessante:

    De acordo com a Fundação Joseph Rowntree, indivíduos que possuem uma compreensão clara de seus pontos fortes e limitações são mais propensos a alcançar seus objetivos. Vale ressaltar que a educação socioemocional tem um papel crucial nesse aspecto, promovendo um ambiente escolar e profissional mais saudável e produtivo.

    5. Curiosidade e aprendizagem contínua

    A busca incessante por conhecimento é um diferencial competitivo. Relatórios da UNESCO apontam: “a aprendizagem contínua é essencial para acompanhar as transformações do mercado de trabalho e as novas demandas tecnológicas”.

    É importante destacar que os profissionais curiosos tendem a explorar diferentes fontes de conhecimento, aprimorando constantemente suas habilidades e competências.

    6. Letramento digital

    O letramento digital é uma necessidade em um mundo altamente tecnológico. Segundo o Centro de Educação e Pesquisa em Tecnologias da Informação (CEPETEC), essa habilidade envolve a capacidade de encontrar, avaliar e utilizar informações digitais de forma crítica e segura.

    Ah! Além disso, usuários digitalmente letrados são mais conscientes sobre privacidade e segurança online.

    7. Confiabilidade e atenção aos detalhes

    A confiabilidade é um atributo essencial para qualquer profissional. Um estudo da Deloitte revelou que empresas valorizam funcionários que executam suas tarefas com precisão e responsabilidade.

    A atenção aos detalhes, por sua vez, garante maior qualidade na entrega de projetos e contribui para a redução de erros.

    8. Empatia e escuta ativa

    Os relacionamentos interpessoais são a base de um ambiente de trabalho saudável. A Society for Human Resource Management (SHRM) destaca que a empatia e a escuta ativa são habilidades essenciais para melhorar a comunicação e reduzir conflitos.

    Por isso, os profissionais que praticam essas competências fortalecem o trabalho em equipe e promovem uma cultura organizacional mais inclusiva.

    9. Liderança e influência social

    A liderança vai além da hierarquia – trata-se de inspirar e engajar pessoas. Segundo a Gallup, equipes lideradas por profissionais influentes e motivadores apresentam maior produtividade e satisfação no trabalho.

    Os alunos e profissionais que desenvolvem essa habilidade são capazes de impactar positivamente suas comunidades e ambientes organizacionais. Isso é um fato aqui na Premere, onde criamos diversas situações que incentivam o desenvolvimento dessa habilidade essencial no século XXI.

    10. Controle de qualidade

    Garantir altos padrões de entrega é um diferencial competitivo. A International Organization for Standardization (ISO) enfatiza a “importância de processos rigorosos de controle de qualidade para assegurar que produtos e serviços atendam às expectativas do mercado”.

    Principalmente no ambiente acadêmico e profissional**, o desenvolvimento dessa habilidade pode ser incentivado por meio do feedback contínuo e da busca por excelência.**

    Então, o que achou das 10 aptidões do século 21? Agora que você conheceu cada uma delas neste artigo, continue a leitura e saiba como se preparar para o mundo atual.

    Como se preparar para as habilidades do século XXI?

    Para se preparar para as habilidades do século XXI, os estudantes devem investir tanto na educação formal quanto na informal. Por exemplo: cursos, workshops e mentorias ajudam no aprimoramento de habilidades técnicas e comportamentais, permitindo que o aluno se capacite para lidar com as diversas situações da atualidade.

    Além disso, uma forma de se preparar para as aptidões do século 21 é praticar a resolução de problemas. Isso porque exercícios práticos, estudos de caso e desafios do mundo real aprimoram o pensamento analítico. Além disso, nada de parar de estudar! Adotar uma mentalidade de aprendizado contínuo é essencial para o desenvolvimento.

    Como as habilidades do século XXI transformam a educação?

    As habilidades do século XXI transformam a educação de forma direta. De acordo com a UNESCO, a incorporação dessas competências nos currículos escolares permite preparar os alunos para um mundo cada vez mais dinâmico e tecnológico, o que acontece aqui na Premere, onde os estudantes são preparados para a vida!

    Gostou do conteúdo? Continue acompanhando o nosso blog para ficar por dentro dos principais assuntos relacionados à educação, desenvolvimento pessoal e profissional.

  • Tecnologia educacional: como aplicar na escola

    Tecnologia educacional: como aplicar na escola

    Vamos começar este artigo com um fato: a tecnologia está cada vez mais presente na educação, desde o ensino infantil, ensino médio e superior. Mas você já parou para pensar no que realmente é tecnologia educacional?

    Algumas pessoas associam esse termo apenas a computadores e softwares avançados, mas, na verdade, ele engloba todas as ferramentas que auxiliam no processo de ensino e aprendizagem – desde um simples quadro negro até plataformas digitais interativas.

    Neste artigo, vamos esclarecer o que é e o que não é tecnologia educacional, além de apresentar seus benefícios e como ela pode ser aplicada na rotina escolar. Você também verá exemplos práticos de ferramentas que tornam o aprendizado mais dinâmico e acessível. Continue a leitura e confira tudo!

    O que é tecnologia educacional?

    A tecnologia educacional é tudo o que auxilia o processo de ensino na escola. Ela pode ser uma ferramenta, recurso ou equipamento físico ou digital. Por exemplo: materiais didáticos tradicionais, como o livro físico e quadro negro, até os chromebooks, videoaulas e testes online.

    O que NÃO é tecnologia educacional?

    Não é considerada uma tecnologia educacional qualquer material físico ou digital que não seja utilizado para o ensino e aprendizagem. Alguns exemplos do que não é tecnologia educacional: computador para uso diverso, jogos online sem cunho educativo, filmes sem propósito de educar, entre outros.

    Leia também: Educação 5.0: o que é e como colocá-la em prática.

    Por que usar a tecnologia educacional: conheça os benefícios

    Os benefícios de usar a tecnologia educacional são diversos, desde o aprimoramento do aprendizado com as ferramentas digitais, até a personalização do ensino, por meio de plataformas adaptativas, os alunos podem aprender em um ritmo saudável e produtivo, garantindo uma melhor preparação para o futuro.

    5 exemplos de uso da tecnologia educacional

    A tecnologia transforma a educação há muitos anos, tornando o aprendizado mais dinâmico, interativo e acessível. Hoje, diversas ferramentas ajudam a personalizar o ensino nas escolas. A seguir, conheça cinco exemplos práticos de como a tecnologia pode ser utilizada nesse ambiente.

    1- Plataforma de estudos

    O primeiro exemplo de uso da tecnologia educacional são os ambientes virtuais de aprendizagem, como Geekie One, Google Classroom e Moodle. Essas plataformas facilitam a organização de conteúdos e a interação entre alunos e professores. A Geekie One, por exemplo, possui metodologias ativas e uma série de funcionalidades que melhoram a aprendizagem dos estudantes.

    2- Jogos educativos

    Os jogos educativos e desafios interativos ajudam a aumentar o engajamento dos alunos, tornando o aprendizado mais divertido e motivador. Alguns exemplos de jogos educativos são: quiz de conhecimentos gerais, dinâmicas, desafio científico, matemática em ação, olimpíadas do conhecimento, entre outros.

    3- Inteligência artificial

    Sistemas de IA podem oferecer tutoria personalizada, identificar dificuldades dos alunos e sugerir atividades adaptadas às necessidades individuais. A IA pode ser usada na escola da seguinte forma: por meio de atividades interativas, vídeos educativos, softwares com a finalidade pedagógica e muito mais!

    4- Ferramentas colaborativas

    Aplicativos como Padlet, Trello e Google Docs promovem o trabalho em equipe e a troca de ideias em tempo real, favorecendo a colaboração e o aprendizado coletivo. Essas ferramentas são capazes de conectar os estudantes à tecnologia de forma produtiva, o que promove o desenvolvimento de habilidades relacionadas à internet.

    5- Realidade aumentada e virtual

    Essas tecnologias permitem experiências imersivas, como visitas virtuais a museus, simulações de experiências científicas e exploração de ambientes históricos. Algumas formas de usar a realidade aumentada e virtual: analisar modelos 3D, simular as constelações e visualizar as galáxias no céu, entre outras atividades enriquecedoras.

    Como inserir a tecnologia educacional na vida do estudante?

    Inserir a tecnologia educacional na vida do estudante, como você viu neste artigo, permite que os alunos tenham acesso a uma educação dinâmica e personalizada, desenvolvendo habilidades essenciais, como: autonomia, pensamento crítico e colaboração. Agora, de que forma fazer isso na escola?

    No Colégio Premere, os professores e alunos utilizam o Chromebook, um tipo de computador projetado para ajudar a realizar tarefas de modo mais rápido e fácil. Com esse dispositivo, os estudantes podem acessar conteúdos educativos de maneira intuitiva e interativa, tornando o aprendizado mais envolvente e produtivo.

    Uma das principais plataformas utilizadas no Chromebook é a Geekie One, que oferece um ambiente de aprendizado digital completo. Com ela, é possível acessar materiais didáticos personalizados, acompanhar o progresso acadêmico e realizar atividades de forma interativa.

    Essa plataforma permite que os professores adaptem o ensino às necessidades individuais dos alunos, garantindo um aprendizado mais eficiente e alinhado ao ritmo de cada estudante.

    Quer saber mais sobre o método de ensino do Colégio Premere? Aproveite e entre em contato conosco!

  • Educação 5.0: o que é e como colocá-la em prática

    Educação 5.0: o que é e como colocá-la em prática

    A Educação 5.0 é um conceito que vai além das tradicionais abordagens pedagógicas. Isso porque ela busca preparar os alunos para não só utilizarem a tecnologia, mas também para fazerem bom uso dela, sempre com foco no bem-estar e no desenvolvimento social.

    Essa nova abordagem não elimina as etapas anteriores (2.0, 3.0 e 4.0), mas as complementam, criando um ambiente educacional mais dinâmico, colaborativo e focado no aluno.

    No Colégio Premere, a Educação 5.0 é aplicada de forma prática. Ao longo deste texto, você vai conhecer o que é esse conceito e como aplicamos na sala de aula.

    Em entrevista ao Jornalismo Novabrasil, Gilberto Barroso, presidente da Empresa Criança para Criança, explicou o conceito de Educação 5.0: “a educação tem passado por mudanças desde a Revolução Industrial. Naquela época, o modelo era centrado no professor, que detinha todo o conhecimento, enquanto o aluno era um receptor passivo”.

    Ele continuou: “na Educação 2.0, a tecnologia entrou para melhorar as oportunidades de trabalho. Na 3.0, surgiram as modalidades de ensino a distância. Na 4.0, a tecnologia se fundiu aos espaços físicos das escolas, com investimentos em salas especializadas”.

    A Educação 5.0, segundo Barroso, vai além: “ela foca no desenvolvimento socioemocional dos alunos, ajudando-os a desenvolver um discernimento mais apurado sobre como usar essas novas tecnologias. A ideia é discutir temas importantes, sem medo de errar. É a combinação do que a tecnologia oferece à educação com a promoção do bem-estar dos alunos e sua conexão com a sociedade”.

    Quais são os 5 elementos da educação?

    Os 5 elementos da educação abordam diferentes aspectos que contribuem para o desenvolvimento integral do aluno. Continue a leitura e confira os cinco principais:

    1- Conteúdo

    Esse elemento se refere ao conhecimento que será transmitido aos alunos. Isso inclui os temas, disciplinas e informações que são ensinados de forma estruturada, tanto no âmbito acadêmico quanto prático.

    2- Método

    Já o método diz respeito à abordagem pedagógica utilizada para ensinar o conteúdo. Pode incluir métodos tradicionais (como aulas expositivas) ou mais inovadores (como aprendizagem ativa, projetos colaborativos e uso de tecnologias).

    3- Professor

    O educador é um dos pilares, pois é o facilitador do aprendizado. Sua função vai além de transmitir conteúdo**; ele é responsável por orientar, motivar e apoiar os alunos** no processo de aprendizagem.

    4- Aluno

    Hoje o estudante é o centro do processo educacional. Afinal, é ele quem recebe, processa e aplica o conhecimento. O engajamento, a motivação e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais são essenciais para o sucesso do aprendizado.

    5- Ambiente de aprendizagem

    O ambiente de aprendizagem, por sua vez, refere-se ao espaço físico e social. É onde o aprendizado ocorre. Isso inclui salas de aula, plataformas digitais, recursos tecnológicos e a cultura escolar, que devem ser favoráveis ao desenvolvimento do aluno.

    Leia também: Guia completo e atualizado sobre o SISU.

    Qual a diferença entre Educação 4.0 e Educação 5.0?

    Quando surge a atualização de algum conceito, é comum as pessoas pensarem que a novidade vai substituir o que já existe. Porém, não acontece nesse caso, pois a Educação 5.0 não substitui a Educação 4.0. Na verdade, elas se complementam.

    A Educação 4.0 coloca o aluno como protagonista dentro da sala de aula e conecta os espaços físicos da escola, focando nas habilidades digitais e na abordagem multidisciplinar. Além disso, ela valoriza a resolução de problemas por meio de atividades criativas e espaços modernos.

    A Educação 5.0, por sua vez, aproveita esses mesmos conceitos da 4.0, mas vai além: ela orienta o aluno a utilizar a tecnologia para o bem coletivo, a ter um discernimento mais apurado sobre como usar essas novas tecnologias e incentivando ações que melhorem a vida das pessoas.

    Como levar a Educação 5.0 à sala de aula?

    Em artigo para a Revista Educação, a professora Débora Garofalo falou sobre as formas em que a Educação 5.0 é colocada em prática, ou seja, como é implementada na sala de aula. Aqui, você descobre como cada um desses aspectos são trabalhados no Colégio Premere. Continue a leitura e saiba mais:

    1- Integração de tecnologias

    No artigo, a professora afirmou que “a utilização de recursos tecnológicos como tablets, computadores e aplicativos educacionais enriquecem as aulas e promovem a interação dos estudantes com o conteúdo”.

    No Colégio Premere, a tecnologia não é só ferramenta, é parte da aula! Com os chromebooks, a galera aprende de forma interativa, sempre com conteúdos atualizados e desenvolvendo habilidades digitais que são super necessárias hoje em dia.

    2- Aprendizagem ativa

    O fato de proporcionar experiências significativas que ampliam e fortalecem o conhecimento é levado a sério aqui na Premere. Por isso, nada de só ouvir o professor falar. A gente coloca a mão na massa com projetos e atividades que conectam o que o aluno aprende com a vida real. É aprender participando de verdade!

    3- Desenvolvimento de habilidades socioemocionais

    Na Premere, cada aluno aprende a lidar com as emoções e a trabalhar bem em equipe. Tudo isso porque a gente valoriza a empatia e resiliência. Afinal, o sucesso não é só saber fazer, é saber ser também. Dessa forma, desenvolver habilidades é fundamental também para o sucesso pessoal, além do profissional.

    4- Personalização do ensino

    Aqui, o modelo está de acordo com a implementação do Novo Ensino Médio, promovido pelo Ministério da Educação (MEC), que traz uma estrutura curricular flexível, sendo a Base Nacional Comum Curricular ocupando 60% da carga horária, composta por disciplinas obrigatórias como Matemática, Português, Ciências, História, Geografia, etc.

    Além disso, conta com itinerários formativos, que ocupam 40% da carga horária e permitem que os estudantes escolham áreas de conhecimento ou formação técnica/profissional de seu interesse.

    5- Educação além dos muros da escola

    No Colégio Premere, o aprendizado vai muito além das quatro paredes. O nosso espaço é amplo, possui área verde e salas onde o aluno é capaz de desenvolver ao máximo suas habilidades! Além disso, promovemos feiras de ciências, aderimos a projetos como o Dia do Abraço, entre muitos outros.

    6- Avaliação formativa

    As provas são importantes, mas na Premere a avaliação é muito mais completa. Isso porque os projetos, apresentações e portfólios mostram o que os estudantes realmente sabem e ajudam a acompanhar seu progresso de um jeito mais humano e real.

    7- Formação contínua dos professores

    Na Premere, os professores estão sempre aprendendo também! Eles fazem cursos, participam de workshops e estão ligados nas novas tecnologias e métodos de ensino, garantindo que a educação 5.0 seja top de linha.

    O que é um professor 5.0?

    Um professor 5.0 é aquele que vai além de ensinar conteúdos tradicionais. Em 2025, esse profissional é um guia, um facilitador e um inspirador, alinhado aos princípios da Educação 5.0, que coloca o estudante no centro do processo de aprendizado e valoriza tanto o desenvolvimento cognitivo quanto o socioemocional.

    Qual é a relação da tecnologia com a Educação 5.0?

    Como você viu neste artigo, a tecnologia é um dos pilares da Educação 5.0, pois ela não só transforma o jeito de ensinar e aprender, mas também amplia as possibilidades de personalização, interação e desenvolvimento de habilidades essenciais para o futuro.

    Portanto, na Educação 5.0, a tecnologia vai além de ser apenas uma ferramenta, ela se integra de forma estratégica ao processo educacional, criando um ambiente mais dinâmico, colaborativo e conectado com o mundo real.

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  • Como funciona a lista de espera do SISU?

    Como funciona a lista de espera do SISU?

    A lista de espera é uma segunda chance para conquistar a tão sonhada vaga no ensino superior. No entanto, para aumentar suas chances, é essencial entender como esse processo funciona e adotar estratégias inteligentes na hora de escolher a melhor lista.

    Por isso, hoje nós vamos explicar como a lista de espera do SISU opera e compartilhar 3 estratégias práticas para ajudar você a tomar a decisão certa.

    A lista de espera do SISU é uma oportunidade extra para os candidatos que não foram aprovados na chamada regular. Essa opção permite que aqueles que não alcançaram a nota necessária fiquem na expectativa de uma vaga no curso dos seus sonhos, caso algum aprovado não efetue a matrícula ou a vaga seja liberada por outros motivos.

    Não foi aprovado na chamada regular? Relaxe! Nós do Colégio Premere selecionamos algumas dicas para você escolher a melhor lista de espera do SISU. Confira a seguir!

    3 estratégias para escolher a melhor lista de espera do SISU

    Escolher a lista de espera certa no SISU pode fazer toda a diferença na sua chance de ser convocado. Neste tópico, vamos compartilhar 3 estratégias práticas e eficientes que vão te ajudar a aumentar suas chances de garantir a vaga no curso dos seus sonhos.

    1- Veja a lista dos anos anteriores

    Analise as listas dos convocados dos últimos três anos (2024, 2023 e 2022) para identificar a posição do último candidato convocado para a matrícula. Por exemplo, em um curso com 50 vagas de ampla concorrência, verifique a lista de ampla concorrência desses anos. Se o último convocado estava na posição 81 para 50 vagas, isso indica que, mesmo estando além do número inicial de vagas, há chances de convocação. Assim, se você estiver em uma posição semelhante, suas chances de ser chamado também são boas.

    2- Veja o número de vagas

    Pode parecer óbvio, mas quanto mais vagas o curso oferecer, maiores serão as suas chances de ser chamado pela lista de espera. Além disso, em cursos com mais vagas, a probabilidade de algum candidato aprovado na chamada regular desistir é maior, o que aumenta as oportunidades para quem está na lista de espera.

    3- Você pode ganhar algumas posições depois que o SISU fechar

    Assim como você pode optar por participar da lista de espera da sua primeira ou segunda opção de curso, outras pessoas também têm essa escolha. Isso significa que sua posição pode se aproximar mais do número de vagas disponíveis. A dica é: escolha a lista em que você está mais próximo do número de vagas, pois a posição na lista é mais relevante do que a nota em si. Não se prenda tanto à nota; o que realmente importa é a sua colocação.

    Como ver lista de espera SISU?

    Para ver a lista de espera do SISU você deve seguir esses passos: primeiro acesse o site oficial do SISU. Em seguida, faça o login usando seu número de inscrição do Enem e a senha cadastrada durante o processo de inscrição. Fácil, não é?

    Após fazer login, procure pela opção ou link que se refere à sua inscrição ou situação de cadastro. Pronto! Agora você poderá ver a lista de espera do SISU e sua posição nela. Ah, e se você precisar de ajuda adicional, o site do SISU geralmente oferece uma seção de perguntas frequentes que podem ser úteis.

    Qual a chance de ser chamado na lista de espera do SISU?

    Essa é uma das dúvidas de muitos estudantes que prestam o Enem. Afinal, essa é a grande oportunidade de ingressar no ensino superior público. Mas, atenção, a chance de ser chamado na lista de espera depende de alguns fatores importantes, veja:

    O primeiro fator é o número de vagas disponíveis. Vale destacar que a quantidade de vagas remanescentes na instituição e no curso escolhido é determinante. Essas vagas surgem porque candidatos selecionados na chamada regular podem desistir, não fazer a matrícula ou optar por outra instituição.

    O segundo fator é a sua classificação na lista. Afinal, sua posição na lista de espera é crucial. Quanto mais próximo você estiver do topo da lista, maiores as chances de ser chamado.

    Vale ressaltar que muitos candidatos da lista de espera podem desistir, mudar de curso ou serem aprovados em outras seleções, o que aumenta a possibilidade de chamada para os próximos na fila. E tem mais: se sua nota está próxima da nota de corte do curso, suas chances são maiores em relação a candidatos com notas muito abaixo.

    Quantas chamadas terá o SISU 2025?

    O Sistema de Seleção Unificada 2025 seguirá o cronograma definido pelo Ministério da Educação (MEC):

    • Período de inscrições: 17 a 21 de janeiro de 2025.
    • Resultado da chamada regular: 26 de janeiro de 2025.
    • Matrícula da chamada regular: 26 a 31 de janeiro de 2025.
    • Prazo para participar da lista de espera: 26 a 31 de janeiro de 2025.

    Pode ficar na lista de espera da segunda opção?

    Não! No SISU, você só pode participar da lista de espera para o curso escolhido como primeira opção no momento da inscrição. Essa será sua prioridade! Caso não tenha sido selecionado na chamada regular para a primeira opção, você poderá manifestar interesse em participar da lista de espera desse curso.

    Agora, se você foi aprovado na segunda opção, mesmo que não faça a matrícula, não poderá participar da lista de espera da primeira ou da segunda opção. Então, é importante considerar suas prioridades antes de confirmar as escolhas no SISU.

    A lista de espera do SISU vale para a segunda chamada?

    Sim, pode ser utilizada para preencher vagas remanescentes após a segunda chamada! Quando os candidatos selecionados nas chamadas regulares não confirmam a matrícula ou são desclassificados por não atenderem aos requisitos, as vagas são oferecidas aos candidatos da lista de espera, seguindo a ordem de classificação.

    Porque eu não estou apto a participar da lista de espera?

    Um dos motivos para o candidato não estar apto a participar da lista de espera do SISU é a escolha de opção de curso, pois a participação na lista de espera é permitida apenas para a primeira ou a segunda opção.

    Outro motivo é a perda do prazo, tendo em vista que o período para manifestar interesse na lista de espera é limitado. Então, se você não declarar sua intenção dentro do prazo estabelecido, ficará fora da lista.

    Curtiu o artigo? Nós do Colégio Premere esperamos que este conteúdo tenha ajudado você a tirar suas principais dúvidas relacionadas a lista de espera do SISU.

    Aproveite para acompanhar nossas redes sociais e ficar por dentro das principais novidades sobre a Premere.

  • Guia completo sobre o SISU 2025

    Guia completo sobre o SISU 2025

    Mais um ano começou e, com ele, aumentam as expectativas dos estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em relação ao Sistema de Seleção Unificada (SISU)!

    Nós do Colégio Premere entendemos esse sentimento. Afinal, essa é uma oportunidade de ouro para os estudantes concorrerem a vagas em instituições públicas de ensino superior.

    Por essa razão, hoje vamos abordar neste guia completo, tudo o que você precisa saber sobre o SISU de 2025, principalmente em relação às mudanças atuais.

    O que é o SISU?

    O SISU é uma sigla para Sistema de Seleção Unificada, uma plataforma do Ministério da Educação (MEC) que permite aos estudantes utilizarem suas notas do Enem para concorrer a vagas em instituições públicas de ensino superior em todo o Brasil.

    Explicando de forma prática: com apenas uma única nota (do Enem), você pode garantir sua vaga em universidades de todo o país. Incrível, não é? Isso permite que os estudantes ingressem no curso dos seus sonhos, em qualquer região do Brasil, sem a necessidade de viajar para realizar provas em outras cidades.

    Como funciona o SISU?

    O SISU funciona da seguinte forma: durante o período de inscrições (de 17 a 21 de janeiro de 2025), os candidatos podem escolher até duas opções de curso, definindo a ordem de preferência e o tipo de concorrência (ampla concorrência ou ações afirmativas). Veja as possibilidades:

    • Você pode marcar o mesmo curso em universidades diferentes;
    • Marcar cursos diferentes em universidades diferentes;
    • Cursos diferentes na mesma universidade.

    Importante: quando o aluno define suas duas opções, ele está escolhendo a ordem de prioridade que deseja ser aprovado. Agora, se chegar o resultado no dia 26 de janeiro e ele ver que não passou em nenhuma das opções, ele vai ter que escolher uma delas para participar da lista de espera.

    Veja outra hipótese: o aluno escolhe um curso como primeira opção e não é aprovado, mas é aprovado na segunda opção. Nesse caso, ele deverá fazer a matrícula na segunda opção e perderá a possibilidade de participar da lista de espera do curso que colocou como primeira.

    É importante destacar isso porque, muitas vezes, os estudantes escolhem cursos muito concorridos como primeira opção e, na segunda, colocam um curso que não tem tanto a ver com seus objetivos. Assim, acabam sendo aprovados na segunda opção e não conseguem mais disputar uma vaga na lista de espera da primeira. Essa escolha estratégica faz toda a diferença no resultado final!

    Quem pode se inscrever no SISU 2025?

    Essa é uma pergunta importante, que você também precisa saber! De acordo com o edital, somente poderá se inscrever no processo seletivo em relação ao ano de 2025, o candidato que tenha participado da edição de 2024 do Enem e que, “cumulativamente, tenha obtido nota acima de zero na prova de redação”.

    Quais são as mudanças no SISU 2025?

    Em 2025, o processo seletivo terá 1 (uma) única etapa de inscrições. O que isso quer dizer? Significa que no ano passado, a galera que fez o Enem 2023 tinha duas etapas do SISU (primeiro e segundo semestre), mas isso mudou!

    Agora, neste ano, teremos um único processo seletivo que vai funcionar para os dois semestres do ano, ou seja, todas as vagas serão ofertadas em uma única vez. Dessa forma, os candidatos não poderão escolher qual semestre ele deseja entrar.

    Exemplo: imagine que existem 100 vagas para um determinado curso em uma universidade. Dessas vagas, metade vai para o primeiro semestre e a outra metade vai para o segundo semestre. Tudo isso a depender da nota do candidato. Ficou claro?

    Quando abre o SISU para 2025?

    As inscrições para o SISU 2025 abrem no dia 17 de janeiro e poderão ser feitas até às 23 horas e 59 minutos de 21 de janeiro de 2025, observando o horário oficial de Brasília-DR. Ah! Lembre-se de que as inscrições serão realizadas exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

    Então, fique atento quanto ao período e site oficial para não perder o prazo, combinado? Agora que você já sabe disso, continue a leitura para descobrir como ver o resultado. Acompanhe também as respostas para outras perguntas frequentes, relacionadas a este assunto!

    Como ver o resultado do SISU 2025?

    O resultado da chamada regular do SISU 2025 será divulgado em 26 de janeiro de 2025. Os candidatos poderão consultar o resultado acessando o portal oficial do SISU com suas credenciais.

    Como funciona a 1ª e 2ª opção do SISU?

    No SISU, cada candidato pode selecionar até duas opções de curso, em ordem de preferência. A seleção é feita prioritariamente para a primeira opção. Caso não seja aprovado na primeira opção, o sistema considera a segunda.

    Agora, se o candidato for aprovado na segunda opção, ele não será convocado para a primeira, mesmo que surjam vagas posteriormente.

    É obrigatório colocar segunda opção no SISU?

    Essa é uma dúvida comum, mas não, não é obrigatório. O candidato pode optar por selecionar apenas uma opção de curso. Porém, indicar uma segunda opção pode aumentar as chances de ingresso no ensino superior.

    Quem já fez faculdade pelo SISU pode fazer de novo?

    Sim, é possível. Os candidatos que já ingressaram em uma instituição pelo SISU podem se inscrever novamente, desde que tenham participado do Enem mais recente e atendam aos critérios estabelecidos pelo programa.

    Agora que você acompanhou este guia completo sobre o SISU 2025, está pronto para fazer sua inscrição e torcer para ingressar no ensino superior com sua nota do Enem! Nós do Colégio Premere desejamos boa sorte a todos!

  • Roteiros de estudo: aprenda a criar com exemplo prático

    Roteiros de estudo: aprenda a criar com exemplo prático

    Você já se sentou para estudar e não sabia por onde começar? Isso é mais comum do que parece, e é justamente para resolver esse problema que existe o roteiro de estudos. Com ele, é possível organizar o tempo, ter a mentalidade do crescimento, definir prioridades e estudar de forma mais produtiva.

    Neste artigo, você vai entender o que é um roteiro de estudo, aprender a montar o seu passo a passo com um exemplo prático e descobrir como essa ferramenta pode transformar sua rotina.

    O que é um roteiro de estudo?

    O roteiro de estudo é um planejamento detalhado que organiza o que será estudado, quando e de que forma. Ele serve como um mapa para guiar o aluno rumo aos seus objetivos, seja ir bem em uma prova, se preparar para o vestibular ou revisar conteúdos específicos.

    Diferente de um simples cronograma, o roteiro é mais flexível: ele considera o ritmo de aprendizado, o tempo disponível e até o nível de dificuldade das matérias.

    Leia também: Como se destacar em redação nos vestibulares.

    5 passos para criar um roteiro de estudo (com exemplo prático)

    Vamos imaginar que a Maria está se preparando para as provas finais do ensino médio. Ela quer melhorar suas notas em Matemática, Português e Biologia, mas tem apenas duas horas por dia para estudar. Acompanhe como ela monta seu roteiro de estudos:

    1. Defina seu objetivo

    Antes de montar o roteiro, é essencial saber o que você quer alcançar. No caso da Maria, o objetivo é melhorar as notas e revisar os conteúdos mais cobrados nas provas finais.

    Essa clareza ajuda a manter o foco e evita desperdício de tempo com assuntos que não são prioridade no momento.

    2. Liste as matérias e conteúdos

    Maria faz uma lista das matérias que precisa revisar e identifica os tópicos principais:

    • Matemática: equações, geometria e estatística
    • Português: interpretação de texto e gramática
    • Biologia: genética e ecologia

    Com isso, ela já tem uma visão geral do que precisa estudar e pode começar a distribuir os temas ao longo da semana.

    3. Organize o tempo disponível

    Maria tem 2 horas por dia, de segunda a sexta. Ela decide dividir assim:

    • Segunda e quarta: Matemática
    • Terça e quinta: Português
    • Sexta: Biologia

    Cada dia ela dedica 1h30 ao estudo e 30 minutos para revisão ou exercícios práticos. Essa divisão torna o roteiro equilibrado e realista, sem sobrecarregar.

    4. Escolha os métodos de estudo

    Cada matéria pode exigir uma abordagem diferente. Maria adota:

    • Matemática: prática de exercícios e resolução de provas antigas;
    • Português: leitura ativa e resumos;
    • Biologia: mapas mentais e vídeos explicativos.

    Ela percebe que variar os métodos torna o aprendizado mais dinâmico e evita o cansaço mental.

    5. Faça revisões e ajustes semanais

    Ao final de cada semana, Maria revisa o que aprendeu e faz pequenos ajustes. Se percebe que ainda tem dificuldade em estatística, por exemplo, dedica um tempo extra na semana seguinte.

    Essa revisão contínua é o segredo para que o roteiro funcione de verdade, ele deve ser flexível e adaptável.

    Veja depois: 10 dicas de leitura para desenvolver pensamento crítico.

    Qual a importância de montar um roteiro de estudos?

    Montar um roteiro de estudos é uma das formas mais eficazes de transformar a rotina escolar em algo mais produtivo e leve. Quando o estudante tem um planejamento claro do que precisa aprender e quanto tempo vai dedicar a cada matéria, ele evita a sensação de desorganização e o estresse de “não saber por onde começar”.

    O roteiro ajuda a dividir grandes objetivos em pequenas metas diárias, o que torna o processo de aprendizagem mais realista e possível de ser seguido.

    Além disso, o roteiro de estudos cria disciplina e constância, duas habilidades essenciais não só para o desempenho escolar, mas também para a vida. Ao estabelecer uma rotina de estudos, o aluno aprende a gerenciar o tempo, a priorizar tarefas e a manter o foco mesmo quando há distrações.

    Outro ponto importante é que o roteiro permite visualizar o progresso. Quando o aluno marca os conteúdos já estudados e percebe que está avançando, ele se sente mais motivado a continuar. Essa sensação de evolução é um grande estímulo para manter o ritmo.

    Por fim, um roteiro bem estruturado reduz a ansiedade antes das avaliações. Saber que tudo foi revisado com antecedência traz segurança e tranquilidade, permitindo que o estudante se concentre melhor durante as provas.

    Aproveite e leia também: Interdisciplinaridade na educação e como aplicar.

    É bom estudar 30 minutos por dia?

    O ideal é adaptar a carga horária ao objetivo: se for uma revisão rápida, 30 minutos podem bastar. Para metas maiores, como vestibulares ou concursos, é interessante aumentar o tempo gradualmente.

    Como aprimorar seu roteiro de estudos?

    Para deixar seu roteiro mais eficiente, é importante:

    • Fazer revisões frequentes;
    • Usar técnicas de estudo variadas, como resumos, flashcards e mapas mentais;
    • Acompanhar o próprio progresso;
    • Ajustar a rotina conforme o desempenho.

    Com o tempo, o aluno aprende a identificar o que funciona melhor para ele — e é aí que o roteiro se torna uma ferramenta poderosa.

    Quais recursos ajudam a criar um roteiro de estudos?

    Hoje, existem diversas ferramentas que facilitam a criação de roteiros, como aplicativos e planners. Alguns exemplos são:

    • Google Agenda e Notion, para organizar horários e tarefas;
    • Trello, para acompanhar o progresso dos estudos;
    • Cadernos e planilhas personalizadas, para quem prefere o método tradicional.

    O importante é encontrar o formato que funcione melhor para o seu estilo de aprendizado.

    Conheça o Colégio Premere em Maringá

    O Colégio Premere oferece um ambiente acolhedor, professores dedicados e uma metodologia que estimula o protagonismo dos alunos.

    Aqui, o aprendizado é planejado, eficiente e focado no futuro. Venha conhecer nossa proposta educacional e transformar sua rotina de estudos!

  • História da chegada da astronomia europeia no Brasil até o final do SÉC XIX

    História da chegada da astronomia europeia no Brasil até o final do SÉC XIX

    Por: Clara Albertini Coutinho dos Santos, Lívia Valentina Baesso Tozzo, Sara Bezerra de Araújo Pascoalotto, Claudio Ichiba

    Este artigo discute a chegada da astronomia europeia ao Brasil e o seu impacto na navegação durante os períodos de descobrimento e de colonização. O trabalho objetivou compreender o papel da astronomia na navegação marítima dos europeus na chegada ao Brasil e sua participação no período colonial até a chegada da família real portuguesa no século XIX. Para tanto, desenvolveu-se uma pesquisa bibliográfica, que abrange e explora obras de viajantes, de etnógrafos e de pesquisadores que documentaram as práticas astronômicas indígenas e o uso de instrumentos astronômicos por navegadores europeus. A abordagem utilizada é qualitativa do tipo descritiva. Os resultados revelam que os povos indígenas já possuíam um profundo conhecimento astronômico antes da chegada dos portugueses, utilizando-o para agricultura, para navegação e para rituais. Os navegadores europeus, por sua vez, empregavam instrumentos como o astrolábio e o quadrante para calcular latitude e longitude, a fim de melhorar a precisão da navegação. A criação do Observatório Nacional em 1827 foi um marco importante para a evolução da astronomia no Brasil, pois permitiu o desenvolvimento de estudos mais precisos e aprimoramento das técnicas de navegação. Assim, pode-se inferir sobre a importância da astronomia para a colonização do Brasil e a sua evolução ao longo dos séculos, impulsionada pela criação de instituições astronômicas e pela formação de astrônomos brasileiros.

    Palavras-chave: astronomia; navegação; colonização.

  • Composições e Características das Estrelas

    Composições e Características das Estrelas

    Por: Lorenzo Vissossi Vicentim, Pedro Gonalla Barão, Kim Suga Terada, Claudio Ichiba

    Resumo

    Este trabalho tem por objetivo divulgar o conhecimento a respeito das estrelas. Esses corpos celestes que há muito tempo fascinam a humanidade, sejam como parte de seus mitos e cultura, sejam como forma de medir o tempo ou orientar a navegação, têm sua composição, características e dinâmica reveladas pela espectroscopia, uma técnica que analisa a luz emitida ou absorvida por elas. Explicamos que sua origem remonta a Isaac Newton, Willian Herschel, que foi o primeiro a descobrir o espectro infravermelho, e Joseph von Fraunhofer, que descobriu as linhas de absorção de elementos no espectro do Sol, com Gustav Kirchhoff e Robert Bunsen desenvolvendo o espectroscópio no século XIX. Enfatizamos a participação de Cecilia Payne – Gaposchkin, que identificou por meio dessa técnica a predominância de hidrogênio e hélio nas estrelas. Por conseguinte, mostramos que a luz de uma estrela é o resultado de reações nucleares incrivelmente poderosas que ocorrem em seu núcleo, onde o hidrogênio se funde para formar hélio. No processo, libera uma gigantesca quantidade de energia na forma de luz e calor. Além disso, elaboramos uma tabela que classifica as estrelas relacionando as suas fases com sua massa, composição, classificação estelar, tempo de vida e luminosidade, assim como a relação da temperatura e seu espectro, sua estrutura interna, ciclo de vida e a relação entre luminosidade e temperatura. Por fim, essa combinação de fascinação estelar e espectroscopia nos permite desvendar os segredos das estrelas e expandir nosso entendimento do universo.

    Palavras-chave: Estrelas; espectroscopia estelar; composição estelar.

  • Alunos Premere apresentam trabalhos no VIII Simpósio Paranaense de Ensino de Física e Astronomia – Grupo Premere

    Alunos Premere apresentam trabalhos no VIII Simpósio Paranaense de Ensino de Física e Astronomia – Grupo Premere

    Entre os dias 19, 20 e 21 de outubro de 2023, a UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná – campus Campo Mourão) organizou o VIII Simpósio Paranaense de Ensino de Física e Astronomia, favorecendo a troca de ideias e debates entre pesquisadores, professores e alunos.

    À frente da disciplina de Iniciação Científica, o prof. Cláudio Ichiba acompanhou e orientou todo o percurso dos nossos estudantes por meio da aplicação de diversos processos metodológicos de investigação e pesquisa para que pudessem apresentar seus trabalhos.

    Grupo de pessoas em pé lado a lado Descrição gerada automaticamente

    Os benefícios da Iniciação Científica ainda no Ensino Médio são inúmeros, uma vez que a disciplina ajuda a promover a curiosidade, a criatividade, a persistência e a autonomia, contribuindo para uma compreensão profunda sobre a construção do conhecimento. Ou seja, a teoria ganha vida por meio da aplicação dos saberes em projetos práticos e experimentos que dialogam com interesses pessoais, tendo um peso significativo no protagonismo juvenil junto à própria aprendizagem.

    Pessoa em pé segurando placa Descrição gerada automaticamente com confiança média

    Grupo de pessoas em pé posando para foto Descrição gerada automaticamente

    Mulher em pé posando para foto Descrição gerada automaticamente com confiança baixa

    Por meio da investigação e pesquisa, o aluno desenvolve um arcabouço de competências que serão extremamente enriquecedoras para sua vida acadêmica e profissional, como a análise crítica, o pensamento lógico, a capacidade de síntese, a comunicação, a resolução de problemas e a proatividade na construção do próprio conhecimento.

    Uma imagem contendo cozinha, em pé, grupo, pessoas Descrição gerada automaticamente

    Pessoas olhando para a câmera Descrição gerada automaticamente com confiança média

    A Iniciação Científica fortalece e amplia a experiência educacional, além de semear a formação de futuros cientistas e pensadores críticos que podem fazer a diferença no mundo. Por tudo isso, fomentar o interesse de jovens pela ciência é uma atitude Premere.